Terça-feira, 3 de Junho de 2008

CÉSAR MORGADO

César Morgado, nasceu em Lisboa na Freguesia de Belém a 20 de Novembro de 1931 e faleceu a 7 de Abril de 1974 em Cais das Pedras, Massarelos, no Porto.

Desde muito jovem que era um apaixonado pelo Fado o que aos 7 anos de idade levava os vizinhos a pedirem-lhe para cantar. Aos 11 anos numa tenda de circo no Caramão da Ajuda, cantou pela primeira vez, acompanhado por guitarra e viola.

César  Morgado era serralheiro de profissão,  e cantava o Fado como amador, até que foi contratado para a "Nau Catrineta" em Alfama ( que mais tarde viria a ser O Poeta), e assim se profissionalizou.

Em 1958 ganhou a "Guitarra de Ouro" num concurso, em que ficou em primeiro lugar, no antigo Café Luso.

Gravou uma dezena de EP´s e vários "long-play".

Foi convidado de várias rádios e em 1961 actuou na televisão.

Em Lisboa cantou ainda no Faia, no Retiro da Calçada de Carriche, e, esteve um bom par de anos no Solar da Madragoa.

No Porto actuou  na Candeia, Tamariz e Palladium.

Tem um irmão de seu nome Leopoldo Morgado, que reside no Porto, e que também canta o Fado.

  César Morgado

Canta " Ó Minha Mãe"

Letra de Linhares Barbosa

Música do Fado Mouraria

                                                              

                                                                                 

Contacto com o autor: clicando aqui
música: Ó Minha Mãe de Linhares Barbosa
publicado por Vítor Marceneiro às 22:02
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14 comentários:
De Vera Cunha a 20 de Janeiro de 2009 às 22:12
Sou neta do César Morgado e infelizmente não o conheci fisicamente, mas tento conhecer toda a obra que eles nos deixou.
Já tentei arranjar a cópia do programa de televisãoem que ele participou mas não consegui... Será que alguém me poderia ajudar?
De Vítor Marceneiro a 21 de Janeiro de 2009 às 12:41
Tem o seu tio no Porto, que penso a pode ajudar.
Vitor Marceneiro
De helena morgado a 24 de Maio de 2009 às 23:07
ola boa noite!
venho fazer um pedido de muita importância para mim.procuro um fado em especial do grande fadista cesar morgado-desejo canalha.
infelizmente até agora ainda não o consegui encontrar em lado nenhum,e esse fado remota ao meus tempos de infância,por favor se me puder ajudar contacte.obrigada
De Vítor Marceneiro a 25 de Maio de 2009 às 10:50
Lamento mas não tenho a letra do tema, talves na SPA - Sociedade de Autores. No entanto devo informá-la que o Fado em questão não era de Céser Morgado, foi sim cantado por ele e gravado, a música é o Fado Louco de Alfredo Marceneiro.
Vítor Marceneiro
De Vítor Marceneiro a 25 de Maio de 2009 às 10:56
Desculpe na primeira mensagem não referi o autor da letra, Silva Tavares.
Vítor Marceneiro
De Anónimo a 13 de Junho de 2009 às 11:49
eu possuo o desejo canalha de César Morgado... é só contactar... através de santosjoaqu@gmail.com
De Rave a 17 de Dezembro de 2009 às 20:01
DE cada vez que te vejo
Sinto um desejo canalha
(bis)
Beijar-te e marcar-te o beijo
Co'a ponta duma navalha
(bis)

Fui libertino não nego
Que o amor me sorria
(bis)
Mas vi-te e desde esse dia
Nunca mais tive sossego
(bis)

Prendeu-me o teu desapego
Co'as algemas do desejo
(bis)
A agora tão longo almejo
Desse teu corpo segredo
(bis)

....................
De jean-luc gonneau a 23 de Abril de 2010 às 16:23
a letra deste fado é:
DESEJO CANALHA
Alfredo Marceneiro/Carlos Conde


De cada vez que te vejo
Sito um desejo canalha
Beijar-te e marcar-te o beijo
Com a ponta de uma navalha

Fui libertino não nego
Que o amor me sorria
Mas vi-te e desde esse dia
Nunca mais tive sossêgo.

Prendeu-me teu desapêgo
Com as algemas do desejo
Agora tão louco almejo
Desse teu corpo o segredo
Que sinto nervos e medo
De cada vez que te vejo.

Nervos por tanto desdém
Medo por não me conter
E de ter que te vencer
A força, não sendo a bem.

Então tal febre me vem
P’ra começar a batalha,

Vive a dor dos malfadados
Que o destino a afoga e enlama,
Ja sinto os olhos em chama
E sinto os labios gretados.

Os instintos acordados
P’las delicias que antevejo
So premedito um ensejo
De possuir-te e apertar-te,
Prender-te e martirizar-te
Beijar-te e marcar-te o beijo.

Marcar-te mais não somente
Com a pressão da minha boca,
Pois seria coisa pouca
E passava facilmente.

Não marcar-te à ferro quente
Que é marca perene e não falha,
Ou então, que deus me valha,
Pela luxuria desmedida
Marcar-te p’ra toda a vida
Com a ponta de uma navalha.
Um tal delirio à navalha,
Meus instintos que te odeiam ;
Que ao ver-te rir sem receio,
Sinto um desejo canalha.
De Vítor Marceneiro a 23 de Abril de 2010 às 19:33
Muito obrigado pela sua colaboração.
Já agora relembro a música em questão chama-se "Fado Louco".
De Toni a 15 de Outubro de 2016 às 13:23
Então tal febre me vem
Pra começar a batalha
Um tal delirio canalha
Meus instintos que te odeio
que ao ver-te rir sem receio
Sinto um desejo canalha.
De gonneau a 15 de Outubro de 2016 às 20:46
Talvez o Tony tem razão. A vers#ao que eu dei me foi transmitida por o saudoso fadista e poeta Zeni d'Ovar, depois de ouvir ou disco do Cesar
De Jose Milhano a 13 de Maio de 2012 às 18:10
Gostava de encontrar o fado "Telegrama" cantado por César Morgado, mas tenho tido muita dificuldade, alguem me poderá ajudar?
Obrigado
De Claudeth a 17 de Setembro de 2012 às 19:10
Eu tenho esse fado. O nome é Um telegrama e está num k7 gravado em 1981

Também tenho o fado Desejo Canalha que está em um K7 também de 1981 e num um EP gravado pela Alvorada com acompanhamento do Conjunto de Jorge Fontes.
De Toni a 15 de Outubro de 2016 às 13:26
CORRECÇÃO do terceiro verso no comentário anterior

Então tal febre me vem
Pra começar a batalha
Um tal delírio à navalha
Meus instintos que te odeio
Que ao ver-te rir sem receio
Sinto um desejo canalha.

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