Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Estacion de Rocio - ESTAÇÃO DO ROSSIO

Não se trata de um Fado, mas é uma canção escrita /composta/cantada por espanhóis pelo que me dá muito prazer publicá-la nest blog.

Obrigado a todos os nossos irmãos ibéricos e em especial a Roser Nogués, por me ter  enviado este seu trabalho, para o qula realizei um fime que lhe dedico com todo o carinho e "salero"

 

 

 

Estacion de Rocio

 

La letra del Adolfo Martínez Pinto,

y  música de Fernando García Morcillo:

 

 

Lisboa dormía
oyendo la nana
del agua en el río.
Brillaba Rocío
como una medalla
de plata bruñida.
Tu boca y la mía
tatuaban con besos
aquellos instantes.
Tus ojos pedían
nublados y amantes
allá en el andén:
¡Ven, ven, ven...!

Estribillo
¡Ay Estación de Rocío
que nos separas!
Como si al vernos felices
nos envidiaras.
¡Ay Estación de Rocío!
Triste final.
Me dejé el corazón
en tu andén, estación,
de Portugal.

                                                 Se abrieron las rosas
                                                 y el tren me llevaba
                                                 feliz a tu lado.
                                                 Camino soñado
                                                 que se hizo de espinas
                                                 al ver que no estabas.
                                                 ¿En que boca extraña
                                                  borraste los besos
                                                  de mi despedida?
                                                   Lo quiso la vida
                                                   y el eco decía
                                                  al irse otro tren
                                                  ¡Ven, ven ven...!

 

 

Roser Nogués (cantora)  com seu marido Joan Ordinas (executante de guitarra clássica

 

 


ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO ROSSIO

Em estilo neo-manuelino, a estação de comboios do Rossio é um incrível monumento, que se situa entre a Praça do Rossio e os Restauradores e foi desenhada pelo arquitecto José Luís Monteiro. As oito portas combinam com as nove janelas e com o relógio incrivelmente decorado, situado no cimo da fachada.

A estação do Rossio é curiosa, na medida em que as plataformas de embarque se encontram a cerca de 30 metros acima da entrada principal. Daqui partem comboios para a encantadora região de Sintra.

A construção do túnel iniciou-se em 1887, tendo as obras decorrido a partir de várias frentes de trabalho associadas a seis poços de acesso. O primeiro comboio percorreu-o em 1889, tendo sido inaugurado em 1890. Este túnel foi uma das mais importantes obras de engenharia do século XIX em Portugal. Os 200 000 m³ de terrenos escavados foram encaminhados para o aterro do Porto de Lisboa, então a ser construído entre o Cais do Sodré e Santos.

O túnel do Rossio permite o acesso dos comboios à estação do Rossio, no centro de Lisboa, Portugal, a partir da estação de Campolide, perfazendo o segmento inicial da Linha de Sintra.

O túnel tem via dupla com 2613 m de comprimento e com um perfil abobadado de 8 m de largura por 6 m de altura até ao fecho da abóbada. O túnel tem um declive de aproximadamente 1%, descendo 24,26m desde a boca do túnel em Campolide.

Durante muitos anos o Rossio foi a estação central de Lisboa, estação terminal de comboios nacionais e internacionais, que a ela chegavam pelas Linha de Cintura e Linha do Oeste.

A linha de acesso à estação foi electrificada em 1956, pondo fim aos problemas ligados ao fumo dentro do túnel.

Com o aumento de tráfego da linha de Sintra, a estação do Rossio passou a estar apenas destinada ao tráfego suburbano de passageiros, sendo os restantes comboios transferidos novamente para a estação de Santa Apolónia (com a excepção, durante alguns anos, dos comboios da linha do Oeste).

O edifício está classificado desde 1971 como imóvel de interesse público, estando igualmente integrado numa zona de protecção conjunta dos imóveis classificados da Avenida da Liberdade e área envolvente.

Durante as obras de reabilitação e beneficiação realizadas entre 2005 e 2007 (período durante o qual o túnel esteve encerrado ao tráfego e a estação do Rossio desactivada), houve necessidade de proceder a uma intervenção nas paredes do túnel, com um novo revestimento estrutural em betão armado nos troços críticos. O túnel foi dotado em todo o comprimento de uma plataforma de via em betão com carris embebebidos, permitindo, se necessário, o fácil acesso de veículos de serviço ou de socorro. O túnel foi ainda dotado de um poço de escapatória para a superfície sensivelmente a meio do percurso, junto ao cruzamento com a Rua Alexandre Herculano.

In Wikipédia

 

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Viva Lisboa: Ibérico
música: Estacion de Rocio
publicado por Vítor Marceneiro às 18:06
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