Sábado, 31 de Maio de 2008

CORO STº AMARO DE OEIRAS

CORO DE SANTO AMARO DE OEIRAS

 

O Coro de Santo Amaro de Oeiras foi fundado em 1960 pelo Maestro César Batalha, seu Director Artístico.
Orienta a sua existência para a prática da música coral, abrangendo os mais diversos estilos e épocas, num repertório vasto que contempla muita da obra de compositor do seu Maestro.
Tem realizado um sem número de concertos em Portugal Continental e Ilhas e no estrangeiro, estando presente em momentos da mais alta relevância da vida do nosso País - Dia de Portugal, Campanhas de Solidariedade, colaboração com as mais eméritas instituições civis, militares e religiosas - gravado programas na rádio e televisão, executado trabalhos para Cinema e Teatro, possuindo para além disso uma extensa discografia.
Integram o seu “universo” o Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras, desde 1976, com muitos discos gravados onde figuram temas que alcançaram enorme popularidade, ( Eu Vi um Sapo, primeiro lugar no Sequim de Ouro em Itália e A Todos um Bom Natal, trecho que já faz parte do Natal português) e os grupos Com-Clave (1982), Contraponto (1986) e Maismúsica (1990), fundados e orientados pelo Maestro César Batalha.
O tão divulgado agrupamento juvenil Ministars integrou também o Coro de Santo Amaro de Oeiras desde o seu início em 1986 até 1994.
Pelo trabalho desenvolvido em prol da música coral no nosso País, vem sendo distinguido e galardoado por diversas e bem representativas entidades, sendo considerado pela Autarquia de Oeiras o “ex-libris” deste Concelho e um digno embaixador da sua Cultura.
Essa mesma Autarquia, em 7 de Junho de 2000, Dia do Foral do Concelho e ano das comemorações do 40.º Aniversário deste Coro, quis homenagear o trabalho do seu Fundador e Director Artístico inaugurando um monumento à vida e obra do Maestro César Batalha no centro pombalino da Vila de Oeiras.


 

Maestro CÉSAR BATALHA

Nascido em Oeiras no ano de 1945 e fundador do Coro de Santo Amaro de Oeiras  em 1960, César Batalha tem desenvolvido uma importante acção em prol da música coral no nosso País.
Começou os seus estudos e prática de música coral polifónica e canto gregoriano com o Prof. António Freire Garcia quando aos oito anos ingressou no Grupo dos Pequenos Cantores de Oeiras, tendo representado Portugal no VII Congresso Internacional dos Petits Chanteurs de la Croix de Bois em Lourdes. Estudou Teoria da Música, Solfejo e Piano, com a Profª Clementina Pinto Coelho, órgão com o Prof. Sibertin Blanc, no Centro de Estudos Gregorianos e direcção musical com o Prof. Kurt Prestel, do Mozarteum de Salzburgo.
Para além desta orientação académica, César Batalha adquiriu vastos conhecimentos dentro da arte musical através de um intensivo e sempre continuado trabalho como autodidacta, através do qual explora, renova e inova a sua criatividade.
Maestro, Compositor, Organista, Professor, o seu nome é reconhecido em Portugal e no estrangeiro.
Foi durante cerca de três décadas titular e responsável pela música litúrgica da Igreja Paroquial de Oeiras.
Dirigiu o Orfeão Académico de Lisboa, o Coro da Tabaqueira, o Coral Ultramarino de Lisboa e dirige actualmente o Coro do Banco de Portugal.
A sua actividade é intensa e diversificada. Para além do seu trabalho com o Coro de Santo Amaro de Oeiras e todos os seus agrupamentos, vai prosseguindo numa já vastíssima obra de composição que abrange diferentes facetas: polifónica e orquestral, litúrgica, infantil e música de cena, enveredando ainda pelos caminhos da tecnologia informática ligada à ciência musical, gravando com os seus coros e com orquestras, dirigindo bandas sinfónicas, realizando concertos no País e no estrangeiro, ensinando no St. Julian’s School e orientando departamentos de música clássica de editoras discográficas.
Pela sua canção infantil EU VI UM SAPO, foi-lhe atribuído o primeiro prémio de composição no Sequim de Ouro em Bolonha e A TODOS UM BOM NATAL resultou num clássico do Natal português. De referir, como obra bem demonstrativa da sua capacidade de compositor, o poema sinfónico SEARAS, gravado em disco pelo Coro de Santo Amaro de Oeiras e a Orquestra de Estúdio, sob a direcção e com a supervisão do autor.   
Colaborou com grandes nomes da encenação em Portugal compondo música para variadíssimas peças teatrais, sobretudo para o Teatro Nacional Dona Maria II.
Possui ainda uma extensa discografia abrangendo a sua música coral e orquestral.
O reconhecimento da sua obra tem sido demonstrado pelas mais diversas entidades.
Destacando algumas delas: A Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Oeiras bem como a colocação do seu busto na Vila de Oeiras, o Troféu Nova Gente em 1980, o Prémio de Popularidade da Casa da Imprensa, o Diploma de Excelência Profissional Rotary Clube de Oeiras, entre muitas outras. 

 

O Balãozinho do filme

"A Canção de Lisboa"

pelo Coro Stº Amaro de Oeiras

Autores: José Galhardo, Raul Portela e Raul Ferrão

 

 

 

Nota: Agradeço a colaboração de Elizabete Saleiro (coralista)

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música: O Balãozinho - Filme Canção de Lisboa
publicado por Vítor Marceneiro às 22:01
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

GRANDE MARCHA DE LISBOA 2008

A pedido a reposição do video-clip desta linda marcha de Lisboa de 2008, de José Luís Gordo e Arménio de Melo.

É também com satisfação, que tomei conhecimento por vários marchantes e pelos autores que é através deste trabalho que têm ensaiado

Nota: Já publicado em 20 de Abril de 2008

 

 

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música: Grande Marcha de Lisboa 2008
publicado por Vítor Marceneiro às 00:47
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

MÁRIO MONIZ PEREIRA - Compositor e Poeta

"Valeu a pena" escrito e composto por MONIZ PEREIRA é sem dúvida o seu cartão de visita e revela uma outra faceta deste professor de educação física e treinador de atletas de alta competição como Álvaro Dias, Manuel Fana, Carlos Lopes e Fernando Mamede. Numa busca rápida pelos registos da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) contamos cerca de 120 temas {fados e canções) de sua autoria, quer a música, quer a letra ou de ambas. Além de "Valeu a pena" criado por Carlos Ramos e popularizado por Maria da Fé que o tornou inesquecível e um "hit" da música portuguesa, podemos referir entre outros êxitos "Fado Varina", "Chaves da vida", "Rosa da noite", "Rio Tejo de Lisboa", "Não me conformo", "Rosa da Madragoa", "Eu sei que tu sabes" ou "Leio em teus olhos".
Carlos Ramos, Maria da Fé, Carlos do Carmo, Lucília do Carmo, Maria Armanda, Manuel de Almeida, Deolinda Rodrigues, Rodrigo são alguns dos fadistas que criaram letras ou músicas de sua autoria, sem referir os muitos que as continuam hoje a cantar e a recriar.
Mário Alberto de Freire Moniz Pereira, 87 anos, tem sido alvo de diferentes homenagens e tem recebido várias distinções, além de condecorações oficiais. Entre outros, recebeu o Emblema de Ouro da Associação Europeia de Atletismo (2001), Prémio Consagração de Carreira pela Casa da Imprensa (1998), Prémio Prestígio do Município de Sintra (1997), Grande Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique (1991), Ordem Olímpica pelo Comité    Olímpico    Internacional    (1988),
Medalha de Mérito Grau Ouro da Câmara de Lisboa (1985), e é Doutor Honoris Causa pela Universidade Técnica de Lisboa (2001). Um pavilhão e uma pista na capital ostentam o seu nome. Sócio n° 2 do Sporting Clube de Portugal foi galardoado em  2001  com o Leão de Ouro e Palma.
Mantém com grande dinamismo a Associação de Amizade Portugal-Portugal por si fundada há duas décadas com o intuito de "pôr a falar os portugueses com  os  portugueses",  nas suas  palavras.
Tem publicado quatro títulos sobre temas desportivos, entre eles, "Carlos Lopes e  a  escola portuguesa do meio fundo".
Lisboeta, nascido na Rua Gomes Freire, espantou  todos  quando  aos   cinco  anos improvisou ao violino. A música continuaria a ser a sua paixão a vida toda, apesar de afirmar não conhecer uma nota. Não chegou a estudar música mas se uma ideia musical surge, coloca-se ao piano e cria, graças a um apurado ouvido e sensibilidade excepcional.
Qualquer esboço biográfico seu tem de referir em paralelo a carreira desportiva - quer como atleta, quer como treinador e homem empenhado no desenvolvimento do desporto nacional, participou entre dezenas de competições desportivas internacionais, nomeadamente em 12 Jogos Olímpicos -,   e a carreira na música.
Ainda aluno do extinto INEF (Instituto Nacional de Educação Física) actual Faculdade de Motricidade Humana, em 1945 o jornal Os Sports escrevia a propósito da festa de aniversário daquela instituição: "uma menção especial para o conjunto vocal dirigido pelo aluno estagiário Moniz Pereira, que deu prova de muito apreciável sentido musical", acrescentando que   foi   ovacionado   pelos   espectadores.
"Tocar de ouvido" como afirma é uma especialidade sua desde miúdo, quando regressava a casa do Cinema Central tocava no piano da família as   músicas   do   filme   a   que   assistira.
Um mero acaso levou-o a começar a compor para fado. Aconteceu n'A Viela, quando ouviu certo fado e imediatamente o reproduziu num piano que lá se encontrava. É desafiado a escrever, e começa a compor, estamos em finais da década de 1950. O primeiro fado que compõe (letra e música), "Contentamento", será gravado por Lucília do Carmo que registou onze temas seus.
Depois do desafio feito n 'A Viela começa a frequentar A Toca de Carlos Ramos, que ainda gravou alguns temas de sua autoria. D'A Toca passa a frequentar O Faia e dá-se o conhecimento e convivência com Lucília  do   Carmo,   cuja  voz   o   apaixona.
"Valeu a pena" escrito em 1964, tem, segundo o seu autor, 23 versões diferentes interpretadas por 18 artistas, incluindo o espanhol Diego Romero e a brasileira Roberta Miranda.
Relativamente à música, a sua opinião foi expressa à revista Autores da SPA: "Perguntei um dia a um homem da rádio qual a palavra que mais se ouve na rádio portuguesa. Ele pensou, pensou e disse que não fazia ideia. Eu respondi-lhe:  é  ai. E depois expliquei-lhe: não é o ai de ó ai ó linda, não é o ai de ai  Mouraria. É o ai de I love you, de I believe, I go, I want.   As letras são péssimas, são muito piores que as nossas".

Nota: O texto foi retirado do programa da III GALA dos Prémios Amália de 2008, em que o Prof. Moniz Pereira foi galardoado como COMPOSITOR/AUTOR, da autoria do jornalista NUNO LOPES.

 

MARIA DA FÉ

canta Valeu a Pena

 

 

 

 

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música: Valeu a Pena - canta Maria da Fé
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

AMÁLIA - Gala de Entrega das Distinções 2008

III GALA AMÁLIA

 

ANA MOURA | BEATRIZ DA CONCEIÇÃO| CAMANÉ | MACHADO SOARES | MARCO RODRIGUES | PEDRO MOUTINHO

  21 DE MAIO | 22h00

 

 A Associação Portuguesa dos Amigos do Fado felicita os seus associados distinguidos com o Prémio Amália Rodrigues nas respectivas categorias.


Prémio Amália Compositor/Poeta
 
MÁRIO MONIZ PEREIRA
 
Prémio Amália Ensaio/Divulgação
 
VÍTOR DUARTE MARCENEIRO
 
Prémio Amália Instrumentista
 
CARLOS MANUEL PROENÇA

 A APAF felicita também os outros distinguidos, nomeadamente Beatriz da Conceição, Ana Moura, Pedro Moutinho e Marco Rodrigues.

 

São sete os artistas escolhidos nas várias categorias, para receberem este prestigiado prémio:

Prémio Carreira

BEATRIZ DA CONCEIÇÃO

Prémio Revelação

MARCO RODRIGUES

Melhor Interprete

ANA MOURA

Prémio Composição | Poesia

MONIZ PEREIRA

Melhor Instrumentista

CARLOS MANUEL PROENÇA (Viola)

Melhor Álbum

Pedro Moutinho

Prémio Ensaio | Divulgação

VICTOR DUARTE MARCENEIRO

 

O Júri que teve a seu cargo esta difícil escolha foi composto por: Dr. Machado Soares, (autor/compositor intérprete de Fado de Coimbra), Dr.ª Gabriela Canavilhas, (pianista e presidente da OML), Nuno Lopes (jornalista da Lusa), Helder Moutinho (fadista), Nelson Tereso (Advogado e vogal da Fundação Amália), A. Lourenço (Juiz de Direito e vogal da Fundação Amália).

 

 

 

Senhoras  e senhores dia 21 de Maio no Centro Cultural Olga Cadaval vai-se viver FADO!

 

Abertura das Portas: 21h30

Bilhetes: Cadeiras de Orquestra: 40,00 € | 1ª Plateia: 35,00 € | 2ª Plateia: 25,00 € | Galeria e Balcão: 20,00 €

 

 

Informações: 21 910 71 18 I Reservas: Ticketline (707 234 234, www.ticketline.pt)

Locais de venda: Centro Cultural Olga Cadaval, Lojas Fnac, Lojas Abreu, Livrarias Bulhosa e Bliss e lojas Worten

www.plateia.pt (21 434 63 04), El Corte Inglês, Livrarias Bertrand e Media markt

 

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

ROSEBELLE FARIA PAIS - Recordar

Rosebelle Serra Faria Pais, nasceu em Montemor-o-Novo e aí estuda até ingressar na Escola do Magistério Primário em Évora.

Aos 19 anos inicia a sua vida de professora do ensino oficial.

Colocada na região de Lisboa, exerceu em diversas escolas tendo-se efectivado alguns anos mais tarde, na escola da Malveira da Serra, onde esteve até solicitar a passagem à reforma, aos 54 anos.

Desde criança que adorava cantar. Na escola primária já se “notabilizava” pela facilidade, capacidade vocal e alguma originalidade com que interpretava as canções em voga , de Maria de Lourdes Resende , Júlia Barroso, Maria Clara, Milú e outras cançonetistas de grande popularidade na rádio e nos espectáculos de variedades, que então decorriam pelo país fora.  Colabora em quase todas as festas escolares, constituindo presença obrigatória.

Começa a interessar-se propriamente pelo fado, na altura que frequentava a Escola do Magistério Primário, o que lhe trás uma grande popularidade entre as colegas, pela maneira como “estilava” alguns fados. Uma composição muito apreciada na altura, que era “Oh tempo volta para trás”, que constituía o seu tema preferido na altura. Poucas pessoas do seu convívio de então, não se lembrarão ainda hoje como era irresistível ouvir o seu timbre de vós e o seu estilo muito próprio, na interpretação dessa canção “afadistada”. Por certo que a marcou também, porque daí para a frente, ela começa a seguir o fado com entusiasmo, sobretudo as actuações de uma grande fadista do panorama português, que era a Sr.ª D. Maria Teresa de Noronha. Decora as letras das suas canções, e sente uma grande afinidade com ela porque, o seu timbre de voz e a sua maneira de “estilar”, tinham algo de comum. Cantava o tema, “Rosa Enjeitada “ constituía um dos seus fados preferidos,  e um exercício de estilo, que ela adorava fazer.

Foi interessante sentir, que nesta primeira fase de apego ao fado, mesmo sem o suporte do acompanhamento da guitarra e da viola, pois cantava “à capela”, jamais o ouvi-la, deixou de transmitir momentos de grande emoção.

Uma noite ao comparecer num jantar de aniversário de um familiar, foi surpreendida pela entrada em cena de dois acompanhantes de fado, o guitarra Alcino Frazão e o viola Jorge Fernando. Foi talvez a primeira vez que cantou enquadrada com os sons instrumentais. Ficou encantada, mas ao mesmo tempo sentiu a limitação de uma liberdade de interpretar como habitualmente fazia. 

Depois passou frequentemente a cantar com guitarra e viola, já então como um complemento que achava indispensável à voz.

Os pedidos para participar em festas de amigos, festas de escolas, eventos do sociais do Ministério e organizações religiosas, eram frequentes. Ao mesmo tempo entrando num grupo de amigos, muito ligados ao gosto pelo fado, frequentava jantares, em variados restaurantes de Lisboa e Cascais, onde a pedido quase sempre cantava. No restaurante em Lisboa, denominado “Número Um”, era o que mais assiduamente frequentava. Os melhores amadores de Lisboa por aí passavam. Cantava-se o fado e nos intervalos todos se transformavam em cantores de modas alentejanas.

Gravou, exclusivamente para família e amigos, uma cassete e com os fados da sua preferência.

Faleceu prematuramente e quase inesperadamente, em Agosto de 2004.

 

Biografia da autoria de de seu marido Dr. Francisco Pais

 

Conheci Rosebelle Faria Pais e o marido no final dos anos noventa, ficámos amigos, unia-nos o Fado e a admiração mútua.

Fui decerto o incentivador das suas idas ao "Número Um", onde tempos antes da sua morte prematura, nos encontravamos-nos todas as quintas-feiras. Era sempre eu que a desafiava para cantar, e fazia questão de que ela cantasse primeiro, não por qualquer vedetismo, mas porque o seu cantar me inspirava. Era sempre muito admirada e muito aplaudida, pois sem imitar, pois era a sua voz natural, fazia-nos lembrar Maria Teresa de Noronha, com dignidade.

Era casada com  Francisco Pais, médico e também artista, um dos seus  "hobbies" é fazer escultura em barro, um dia presentearam-me com uma estatueta representando o meu avô e eu em miúdo, que guardo religiosamente e  cuja fotografia aqui publico.

Que saudades Rosebelle....

Vítor Marceneiro

 

Texto inserido na escultura:

 

 

 

 

 

"Ti Alfredo e Vítor Duarte

— Oh Avô e quando crescer?

— Olha filho se quizeres

Pega na pena e no tinteiro

E escreve aquilo que souberes

Sobre o fadista Marceneiro

  

  

 Rosebele Faria Pais

canta Não Sou Fadista de Raça

Música Fado Bailarico de

Alfredo Marceneiro

                              

 

 

 

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música: Não Sou Fadista de Raça
publicado por Vítor Marceneiro às 00:44
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Continua o desmascarar.... até à verdade final

Amigo Victor,

 
Muito grato te fico por teres feito o favor, à maioria dos portugueses, de publicares no teu site um dos cartazes (escrito em português) que se viram colados, durante alguns dias, nos tapumes de algumas obras de construção civil, em Paris, para anunciar aos emigrantes que Carlos do Carmo estava nos dias 11 e 12 de Outubro de 1980, em matiné (18 horas) no Olympia e não à noite, conforme ele tem dito, mentirosamente, na televisão, jornais e revistas. Para estar no Olympia à noite, ele nunca teve estatuto.
O artista que naquelas datas estava em cena no Olympia, à noite, chamou-se mundialmente Gilbert Bécaud!
Agradeço-te ainda por mostrares uma foto que ilustra a imponência com que fica a fachada desse teatro, quando tem de anunciar à França (não só aos emigrantes) que uma artista portuguesa ou de outra nacionalidade, de craveira internacional do mais alto nível está em cena naquela sala; como se verifica no caso de Nossa Senhora do Fado.
Fico feliz por saber que a tua intenção não é a de fazeres comparações porque tanto tu como os restantes fadistas e portugueses, em geral, sabem que não se compara o incomparável. Sei que o fizeste, especialmente, para que muitos portugueses possam ficar com uma noção exacta da grandiosidade e do esplendor dos "terrenos artísticos" que pisam os grandes artistas do mundo como Amália e o lamaçal, de embuste, de trafulhice, de mentira, de hipocrisia, de ganância desmedida, de ódio e, sobretudo, de estupidez e inveja onde se afoga, cada vez mais, o Sr. Carlos do Carmo que, por via disso, no mundo das artes populares portugueses é simplesmente inexistente. Nos "documentos" que publicas vê-se a abismal diferença do tratamento que existe no "showbusiness" mundial entre quem é quem e quem não é ninguém; quem é contratado por Bruno Cocatrix para actuar no Olympia 15 noites por cada contrato, durante mais de 30 anos e quem uma vez na vida, por demência, tem de alugar esse espaço, por 2 tardes, na intenção de convencer mentirosamente toda a gente de que também tem um disco "ao vivo" no Olympia, de que também é igual aos outros. Isto, é contrafacção. Isto, é o que fazem alguns vendedores de feira: vendem as camisolas do Costa ... por Lacoste! Coitado! A sua loucura é tal que não o deixa admitir a sua inexistência intelectual e artística!
Na França, como no resto do mundo civilizado, é sempre a televisão e a imprensa escrita que anunciam, mostram e divulgam ao país os grandes artistas que por lá passam para que os cidadãos saibam quem lá está e quando, onde e a que horas os podem ver. Como isto nunca aconteceu, em parte nenhuma (a esse nível) ao Sr. Carlos do Carmo, ele mandou fazer os seus cartazes, em português, mandou-os colocar estrategicamente por conta própria a alvejar os emigrantes que ele abomina e teve tanto sucesso nas suas actuações que continua de tal maneira ignorado que nem pagando, nunca mais lá voltou. Mas quem e o quê terá impedido, toda a vida, os grandes empresários estrangeiros, como Bruno Cocatrix ou a World Music, por exemplo, de contratar semelhante "vedeta"? Do disco que ele diz ter gravado no Olympia, que é outra mentira, falarei oportunamente.
Todo este desprezível comportamento (que tem sido seu apanágio) ao longo dos anos o suporte da sua "carreira - sem carreira", o arrojo, a lata, a falta de escrúpulos, a psicopatia com que tudo isto tem sido orquestrado e realizado, a sua estúpida e insaciável necessidade de vedetismo e heroicidade, mesmo falsa, tornam-se ainda mais sinistros, antipatrióticos e repugnantes quando recebem o elogio, a admiração, o apoio, a cobertura ignorante de organismos e entidades como a RTP, os Jornais, as Revistas, José Saramago, Vitorino de Almeida, Graça Moura, Rui V. Nery, Santana Lopes, Carmona Rodrigues, Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Espanha, SPA, CML, EGEAC, enfim... todos quantos por conivência lhe enviaram felicitações pela vigarice dos Goya!
Sabes, Victor, é a indivíduos como o Sr. Carlos do Carmo que neste país vazio de valores credíveis e exemplares, onde reina o antipatriotismo, a lusofobia, o compadrio e a corrupção, onde chamam desporto ao futebol, onde os espanhóis e os italianos nos dizem quem é o Rei ou a Rainha do Fado, neste país enlameado de Apitos Dourados, Apitos Finais, Pedofilia, GNR, Offshores, etc., que por terem gasto (em nome do Fado) o dinheiro do Povo a venderem-se ao mundo "embrulhados" em Fado-Rap, Fado-Rock e Fado-Flamenco, cantado por "fadistas brasileiros", por mutilarem assim o Fado e a Cultura Popular Portuguesa, autopromovendo-se, recebem por esta pouca vergonha os parabéns de Presidentes da República e a aceitação do Ministério da Cultura! São nomeados "embaixadores" (ninguém sabe por quem de direito) conselheiros musicais, assessores das Casa do Fado, da Guitarra, da Sinfonieta e do Contrabaixo, falam (avultadamente pagos) na RTP sobre Fado, são congressistas de Fado, recebem o "Prémio Zeco" do Zeca, os "Glóbulos Vermelhos" e alguns jornais e televisões até têm a lata de lhes chamarem portugueses e fadistas!...
Amigo Victor, hoje já não aguento mais! Vou ficar por aqui .... tenho de ir vomitar! 
 Fernando Zelozo 

 

 

Para além deste texto e foto  de Fernando Zeloso, recebi também este  mail, que trancrevo e passo a responder.

 

-----Mensagem original-----
De: dadifrancisco@sapo.pt [mailto:dadifrancisco@sapo.pt]
Enviada: sexta-feira, 16 de Maio de 2008 19:10
Para: fado.em.movimento@sapo.pt
Assunto:
Carlos do Carmo no Olimpia

 

Sr. Vítor Marceneiro

 

Tenho indicação do seguinte, Carlos do Carmo também actuou no  Alter Oper de Frankfurt, e uma noite no Olímpia, penso que quererá corrigir, pois aprecio a sua verticalidade.

PF

 

Na realidade consta no registo da  "Alter Opera de Frankfurt", o nome de Carlos do Carmo, tal como o Rodrigo, Carlos Paredes, Sérgio Godinho, Fausto, Francisco Fanhais, José Mário Branco, Janita Salomé, Zeca Afonso, etc.

Eram organizados espectáculos com artistas de todo o mundo, que actuavam, para os emigrantes dos respectivos países, e também para os alemães.

Mas contratada, com publicidade nos jornais, rádio e televisão, e ainda com cartaz entregue na compra do bilhete de ingresso, cartaz este com fotos, dados biográficos e as letras dos temas, escritos em português e alemão, só uma... AMÁLIA RODRIGUES, que esteve em palco 3 dias, tendo sido acompanhada, pelos músicos, Carlos Gonçalves na Guitarra Portuguesa, Joel Pina na Viola e Tó Moliças no Baixo.

Quanto á noite no Olympia de Paris, não há qualquer registo, nem qualquer publicidade, pelo que é quase certo que CC, nunca tenha actuado em soirées, porque se tal fosse verdade, certamente que ele teria fotos, cartazes etc.

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publicado por Vítor Marceneiro às 23:55
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Carlos do Carmo - Mentiras que parecem verdades!!! O Sr. Mentiroso

DIZ O POVO E TEM RAZÃO, QUEM MENTE UMA VEZ, MENTE DUAS OU TRÊS.

APANHA-SE MAIS DEPRESSA UM MENTIROSO DO QUE UM COXO.

 

  

É este o cartaz das "DUAS NOITES" em que Carlos do Carmo,  afirma ter estado contratado no Olympia de Paris.

Será que lá o dia era noite? Cartazes em Português! Em formato A5!  Notícias na imprensa francesa? É que nem a Rádio dos Nossos Emigrante lá esteve.

Acontece que nas matinés do Olympia,  a sala é alugada a qualquer artista, o espectáculo da noite é que é de contratados de renome internacional, como aconteceu com a nossa Amália Rodrigues, que foi convidado pelo próprio empresário Sr. Nuno Coquatrix (ver Foto) e o nome do contratado lá está no cartaz do OLYMPIA  (ver foto), é visível a fila enorme  de pessoas para entrar.

O concerto de Amália,  foi primeira página nos jornais franceses, nas rádios e na televisão,  do concerto do  Carlos do Carmo,  ninguém falou, será que alguém tem algum recorte de notícia? Não,  ninguém tem, nem ele para poder provar  o que afirma, porque não há.

 

 

Na realidade a sala foi alugada pela Editora Valentim de Carvalho, para gravarem um LP com o título. Sabe-se que foram assistir ao espectáculo alguns compatriotas emigrados em França, e também se sabe, que  ficaram estupefactos,  quando Carlos do Carmo entra em cena e começa a falar em francês!!...e continuou em todo o espectáculo, sem uma única referência à comunidade portuguesa, é claro  que falou em francês para gravar no  disco, e parecer que estava a  cantar para os  franceses.

Agora até desdenha dizendo que actualmente qualquer lá via, é um palco de aluguer, e por que será que não se refer que também a voltou a alugar em 1998  e nessa altura é foi à tarde e à noite e até já dava para alugar o placrd das luzes.                                                                                                   

Carlos do Carmo fala de Bruno Coquatrix como se tivesse sido ele a contratá-lo, esqueceu-se que o Coquatrix falecu em Abril de 1979. 

  Foto de Amália com o empresário do Olympia de Paris

Sr. Bruno Coquatrix

 

 

 Cartaz de  Amália Rodrigues no Olympia de Paris

 

Não tenho dúvidas que com esta demonstração devidamente documentada,  poder-se-á compreeender melhor o abaixo escrito por Fernando Zelozo. 

 

 Todos viram e ouviram como eu, no dia 20 de Abril de 2008 (até pensei que o dia das mentiras tinha mudado de data) no programa "Heranças d'Ouro" da manipulada RTP, conduzido por Maria João Gama, o Sr. Mentiroso, que já sabia a que perguntas iria responder para dar consistência à inconsistência das suas mentiras habituais que já todos os portugueses conhecem (como por exemplo: ter estado duas noites no Olympia de Paris; Amália cantava um fado menor; liguem a rádio de Espanha para me ouvirem) e aproveitar o impacto da televisão, onde só ele por nepotismo é convidado a falar para dizer que "é bom estar vivo"; "não sou dono da verdade nenhuma" (nós sabemos que ele só é dono da mentira) e contou uma nova versão da sua queda em Bordéus. A RTP permite e apoia tudo isto!... E digo, permite, porque essa moribunda estação emissora, vazia de democracia, ao serviço da "esquerdalhice salazarinha" e da mentira, tem um programa no seu arquivo em que o entrevistado com a sua demência habitual, nos conta (sobre essa queda) uma outra história hilariante e sobrenatural! Dessa vez, disse aos portugueses que: "Eu trago sempre comigo um Cristo ao qual todos os dias com toda a devoção dou um beijo!... Mas, naquele dia (dia cristão) e pela primeira vez, esqueci-me e não beijei o Cristo!!!"

Moral da história: até o Cristo do Sr. C. Carmo é um grande patife!... Por isso, castigou-o; atirou com ele do palco abaixo! Mas, que Cristo é este? Então, só porque o seu devoto se esqueceu de o beijar, atira com o crente pelo palco fora? Isto, não é um Cristo; isto, é um Demónio! Então, por causa de um beijo há algum Cristo que parta as costelas e arranque o fígado a alguém?... Depois disse, como convém, que apanhou uma tuberculose na Índia, na Costa do Marfim ou no Senegal!... ele não sabe exactamente! Mas, eu acho que essa tuberculose foi outra vez o tal Cristo que lhe partiu as costelas! Eu, o Manuel de Almeida, o Nuno de Aguiar, o Rodrigo, a Amália e muito outros, andámos por esses países e não apanhámos nenhuma doença! Só que para dar consistência à inconsistência da mentira, à arrogância e à vaidade, uma tuberculose (segundo ele) não pode ser contraída em Portugal, numa Casa de Fados como o "Faia" por exemplo, nem na França, na Inglaterra ou na Alemanha. Tuberculose, só no terceiro mundo! Os prémios é que não! Os prémios (que nunca recebeu e os grandes teatros onde ele pagou bilhete para entrar) é que são todos na América, na Rússia ou na Europa!  Assim, serviu-se mais uma vez da RTP para universalmente se auto-elogiar dizendo mentirosamente "que não suporta a injustiça." Se assim é, porque é que o Sr. C. Carmo não diz à RTP que é uma injustiça, um ardil, uma trafulhice, que é puro compadrio ele não ser confrontado na RTP com pessoas que o podem desmascarar e desmentir dos pés à cabeça, esclarecendo assim totalmente os portugueses, os fadistas e a UNESCO acerca do filme "Fados" e da "Goyabada"?

Quem é que já viu esse indivíduo a lutar, a não ser pelo seu protagonismo, pelo seu vedetismo, pelo seu dinheiro ou por um lugar no Panteão Nacional?... Ninguém! Sempre na intenção de tornar consistente a inconsistência das suas mentiras e reconhecendo intimamente que não passa de um vulgar mentiroso que envergonha a própria mentira, o embaixador do Sr. Santana Lopes diz que vai juntar-se a um grupo de académicos (são os mesmos que com ele puseram o Fado no Eléctrico que no fado ninguém conhece) para fazer 6 programas de "Fado Científico"... Coitado! A sua desgraça mental e o seu vazio intelectual não o deixam ver que nem ele nem essa gente fazem falta ao Fado; porque ao Fado, só fazem falta os fadistas! Realmente, quando soltam o Sr. C.Carmo e o deixam a mentir desalmadamente na televisão, a sua falta de vergonha, a sua falta de escrúpulos, a sua pesporrência transbordam pelos écrans dos televisores empestando os lares dos incautos, graças à ignorância fadista e conivência da RTP! A sua miséria psíquica anula-o de tal maneira que o coitado chega ao ponto de dizer que: "se a candidatura do Fado a Património da Humanidade for aceite, eu deixo aos jovens uma obra!" (parece que o Fado é dele). Isto, só quer dizer que se a candidatura não for aceite (é o que se espera) ele não deixa cá nada, Graças a Deus! A única desgraça que cá deixa e que ultraja e agride tradicional e culturalmente o Fado, os Fadistas, Portugal e a UNESCO é a caldeirada nojenta que toda a vida fez com o Fado, misturando-o agora, para cúmulo, com Rap, com Rock, com Jazz, com Flamenco, etc... para, em nome do Fado, da evolução e da globalização, sacar aos lusófobos e fadistófobos governantes e "académicos" que o ouvem, os subsídios e apoios convenientes à sua sobrevivência, à sua vaidade, à sua arrogância e ao nojo que tudo isto já mete à UNESCO. Todos viram e ouviram a lata, a desfaçatez com que ele na mesma RTP disse, em tempos, ao Povo que o filme "Fados" era um sonho meu e um documento valioso para ajudar à candidatura do Fado. Mas, como tudo isto não passou de uma escroquisse que, hoje, já está desmascarada o que incomoda agora o "Goyabado" é o tal núcleo de conservadores (do qual me orgulho pertencer) que sabem que o Fado tem uma personalidade e uma vida própria e que não precisa de ser misturado com nada nem com ninguém para continuar a ser português, único e ex-libris da cultura popular de um povo que ainda não está à venda!

O que incomoda esse vendilhão, é que ele engana tudo e todos menos o tal "Núcleo de Conservadores" que defende e apoia a evolução do Fado com respeito pelas suas raízes e tradições insubstituíveis, que são desde há séculos, o suporte popular, espiritual, poético e melódico do grito da alma da cultura popular do povo português.

Eu, como todos os verdadeiros fadistas, defendemos o único Fado que poderia interessar à UNESCO! Um Fado evoluído nas suas tradições e não um Fado mestiçado com rap, com rock ou outra coisa qualquer. No Douro vinhateiro, o que apaixonou a UNESCO e a Humanidade não foram as auto-estradas. Foram as cascatas seculares de vinhas que, em socalco, descem até ao rio num enquadramento paradisíaco com a natureza que resultou da obra de Deus e do Homem! Ao Douro não foi proibida a evolução. O que foi proibido ao Douro foi a desfiguração, a descaracterização, a mutilação e a destruição. É só isto que os Fadistas pedem que seja proibido fazer ao Fado que não tem mais do que a humildade, a simplicidade, o carácter e a personalidade invejáveis da papoila silvestre que, nem na sumptuosa jarra de cristal dourada do rei quer viver; prefere definhar e morrer! Por isso, os "Conservadores", os Fadistas fazem a vida cara ao "cantor desconhecido" porque o denunciam e não lhe perdoam as vigarices, a desfiguração, a adulteração, a mutilação, a destruição que constantemente faz ao Fado! Mas, agora como o tal  filme "Fados" não passa de um insulto (reconhecido por todos) a Portugal, ao Fado e aos Portugueses e não foi por isso aceite em Portugal e muito menos pela UNESCO, o embaixador da mentira, diz hoje fraudulentamente (armado em Pilatos) "que o filme não é mais do que uma visão do Sr. Saura"... Está a esquecer-se das mentiras que inventou para sacar 1 milhão de euros ao Povo? Mas, desde quando e por alma de quem é que o dinheiro dos contribuintes tem de pagar os sonhos e as visões destes dois aldrabões?

O Sr. Carlos do Carmo para ver se conseguia ser o "Herói Contemporâneo" disse aos contribuintes que: "Fui eu que pedi o milhão de euros ao Sr. Santana Lopes e depois ao Sr. Carmona Rodrigues"; "Fui eu a ir a Espanha falar com Carlos Saura para fazer o filme"; "Fui eu a escolher os intervenientes"; "Fui eu o conselheiro musical"; "Tudo aquilo é finalmente o meu sonho realizado". Agora, "sacode a água do capote" e diz que: "O filme não é mais do que uma visão de Carlos Saura". Como é que a RTP pode dar cobertura e ser conivente com tanta fraude e tanta mentira? Se a RTP emprestasse alguma dignidade a este assunto, já teria dado oportunidade aos fadistas para um debate para acabar com estes escândalos de vergonha nacional e internacional. Teria feito um programa de esclarecimento público fazendo ouvir as opiniões e os saberes de outros fadistas como João Braga, João Ferreira Rosa, Rodrigo, José Luis Gordo, Tó Moliças, Xico Madureira e tantos outros. Como nada disto acontece, eis aqui provada a minha teoria de que democracia só acontece nos países onde há democracia! Aqui, só há "salazarinhos de esquerda" e oportunistas! Ou não é o Sr. Charmoso o dono disto tudo?

A dado momento de mais um chorrilho de mentiras que foi, como de costume, mais aquela entrevista, a Maria João Gama, falou-lhe sobre o prémio Goya; e, C. Carmo, com a sua habitual lata, teve mais uma vez a pouca vergonha para tentar dar consistência à inconsistência das suas mentiras, de se mostrar "fascinado" como a criancinha que vai abrir os presentes de Natal, porque pela primeira vez na vida, ia ver as imagens fantásticas da entrega da "Goyabada" onde ninguém lhe entregou nada! Mas, como é que C. Carmo já perdeu a vergonha e quem perde a vergonha não tem mais nada a perder, se esqueceu que toda a gente e sobretudo ele, tinham visto essas imagens no programa "Sexta à Noite" de Carlos Malato? Isto, é só mais um pequenino exemplo da arrogância e do descontrolo da hemorragia de mentiras com que a torto e a direito ele consporca o Fado desrespeitando tudo e todos! A RTP que também está atolada neste lamaçal exibiu o filme do acto da entrega dos Goya, estranhamente deturpado e, por isso, não mostrou tudo! Só mostrou o que lhe interessava para que, mais uma vez, se ouvisse e não visse que Carlos do Carmo nunca recebeu Goya de espécie nenhuma. A RTP na sua conivência, disse nesse programa que as imagens exibidas eram as imagens possíveis. Quando a RTP quiser, eu empresto-lhe o vídeo da entrega desses vergonhosos prémios para que toda a gente, de uma vez por todas, veja que o Sr. Carlos do Carmo nunca recebeu Goya nenhum. A canção "original" que foi premiada foi o "Fado Versículo" de Alfredo Marceneiro, feito em 1926 e não esse pobre de Cristo, conhecido no Fado por Frako Sinatra! Essa "canção" só estava sujeita a prémios de música e poesia originais e não a prémios de interpretação. Ora, o Sr. C. Carmo não é, graças a Deus, autor de coisa nenhuma; por isso, não recebeu Goya nenhum!. Se alguém tinha que receber um prémio e respectivos direitos de autor seria o Ti Alfredo. Por isso, o "Núcleo de Conservadores" não se calará enquanto não vir Carlos do Carmo reduzido publicamente à sua condição de mentiroso compulsivo e inimigo Nr. 1 do Fado!

A "Goyabada" é outra trafulhice perpetrada por C. Carmo, por Carlos Saura e Ivan Dias com a conivência indigna da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Espanha". Este organismo foi de tal maneira desonesto neste caso que, mesmo depois de saber que a tal "canção original" que afinal era um fado e que nem original era porque não tinha sido feito para o filme "Fados" e estava cantado (a música) por centenas de fadistas e não correspondia, por isso, ao regulamento, essa podre Academia para tentar dar consistência à inconsistência da mentira, aceitou o Fado Versículo de Alfredo Marceneiro como canção original. Mas, há um ditado popular em Portugal, conforme João Ferreira Rosa lembrou, que diz: "Quem rouba o que veste, na Praça o despe!"

Quando o mentiroso, em plena televisão, numa cena que não está ao alcance do melhor actor de teatro, diz que ao ouvir o seu nome anunciado por essa ridícula Academia, sentiu as mãos gelarem, foi por saber e sentir que tinha sido apanhado a mentir e burlar no acto (segundo os investigadores, esta é a reacção que sempre acontece física e psicologicamente a qualquer mentiroso apanhado em flagrante). Ele sabia e sentiu que, desta vez e ao contrário do que aconteceu há 20 anos com a gravação do poema "Por Morrer uma Andorinha", na mesma música de Alfredo Marceneiro, os fadistas não iam pensar que a troca de nomes dos autores, seria um erro de tipografia; ele sabia e sentiu que desta vez os fadistas sabiam que era mesmo uma burla; por isso, gelaram-se-lhe as mãos!

O que me custa no meio desta podridão é a figura triste, cobarde e lusófaba que faz o Ministério da Cultura Portuguesa admitindo que qualquer estrangeiro ou grupo se atreva a desfigurar impunemente, a avaliar e a classificar estupidamente intérpretes e obras da cultura popular portuguesa, como o Fado, sem respeito por nada nem por ninguém. Agora, até um jornal italiano vem dizer aos portugueses que a Rainha do Fado em Portugal é uma cantora a quem nenhum fadista atribui tal mérito. A bandalheira, o compadrio, o tráfico de influências e o oportunismo são de tal maneira evidentes que, Fernando Pinto do Amaral, o único que realmente recebeu um Goya, não aparece em lado nenhum, nem ninguém sabe quem é. Tudo isto para dar consistência à inconsistência da burla, da mentira, da escroqueria, do vedetismo e do terrorismo cultural!

 

A Bem da Nação Fadista

Palavras da Salvação!

Fernando Zeloso

 

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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

FADO VERSÍCULO - comentário de Zé da Viela

PRÉMIO GOYA - PONTO FINAL

A atribuição deste prémio, deu origem a grande polémica, que levou a que muito se tivesse escrito sobre o assunto, assim como, que tivesse originado grandes "discussões", nos meandros do Fado. E, agora pergunta-se : valeu a pena ?  Claro que valeu, porque ficámos a conhecer pormenores que nos eram desconhecidos, e ficámos a conhecer também, o comportamento de pessoas, de quem esperávamos mais dignidade.

Mas, é evidente, que também serviu para nos confirmar, a nossa maneira de actuar, tipicamente portuguesa, ( não somos perfeitos...), em que, por norma, os principais envolvidos, (quase sempre, pessoas notáveis e grande gabarito...), não dão a "cara", não se "retratam" e não se justificam, aproveitando-se da nossa habitual "cultura", que os leva a pensar, que, quem contesta, reclama e procura a verdade, um dia vai cansar-se, e deixa de falar no assunto... e é precisamente isso que me parece estar a acontecer.

Mas, infelizmente, esta   "táctica" não é privilégio do Fado, porque ela aplica-se a quase todos os quadrantes da nossa sociedade, onde, por exemplo, até há pouco tempo se verificaram, no sector financeiro , "habilidades", que quase destruíam " o maior banco privado português, sem que até hoje se tenham encontrado os culpados, que, quem sabe, continuam à "solta" abrigados em indemnizações milionárias, e, em reformas bem confortáveis. E, reparem, que cada vez se fala menos no assunto. A resposta é sempre a de que as averiguações continuam, mas nunca têm fim...porque nunca se sabe o resultado , e, deste modo, a culpa morre sempre solteira....  Por razões, algo semelhantes, no País do Goya , um grande banqueiro, como Mário Conde, teve a prisão como destino.

Mas, vamos ao Fado que é o nosso principal objectivo, lamentando, uma vez mais, que os principais intervenientes do Goya , como realizador, produtor, conselheiros musicais e interprete, nunca tivessem aparecido a esclarecer a opinião pública. E. se não o fizeram, já não o fazem !

Mas muito lamentável ainda, foi o silêncio das autoridades que presidem aos pelouros da cultura, que, também não quiseram "pegar" no assunto.  Todos eles conhecem bem os portugueses... e sabem que somos um povo de brandos costumes...

Deste modo, e pelo andar da "carruagem", é quase certo, que, a mal afamada "novela" do Goya , acabará com a oferta da "estatueta", a uma "Instituição de Caridade", ao Museu do Fado, ou à Sociedade Portuguesa de Autores, e, mais uma vez, como é nosso apanágio, não haverá culpados...

Resta saber, quem fará a oferta. Será o poeta que foi o único ganhador, ou será que a oferta será feita por quem nada ganhou ?  Aguardemos....

É tão bom, estar sentado, no conforto da cadeira da verdade !

Zé da viela

http://vieladofado.blogs.sapo.pt

Meu Caro Amigo

Como sempre o seu texto é excepcional.

Concordo com tudo o que escreveu, excepto que o assunto esteja esquecido, está a seguir os tramites legais necessários.

Embora continuem alguns cretinos a dizer " que por causa de uns direitos de autor estamos a fazer com que um prémio dado a um português seja contestado", como vê o aldrabão ainda é defendido...

Mas tem razão, pois o CC vai deixar os outros pendurados e tentar sair pela porta grande.

Além dos herdeiros de Alfredo Marceneiro, também o erário público iria ser prejudicado para além do milhão de euros com que já participou. Por sugestão dos advogados, ainda não posso dizer tudo, mas está para breve, assim como sei que outra entidade, que não quer que se publicite o seu caso, (usurpação também de direitos autorais) já está em movimento o pcocesso judicial, mas também aqui CC, vai dizer que não tem nada com isso.

Portanto a procissão ainda nem chegou sequer ao adro.

Mas o CC está cada vez a ser mais topado, e esta história é objecto de gozo em todos os ambientes de Fado, (estilo: quando alguém pede aos tocadores uma música de Marceneiro, quasde sempre anúncia; com música de Alfredo Marceneiro... suponho, ou então até ver...

Quanto ao poeta nem quero falar... o tal que na realidade fez um poema original.Mas sabiam que o nome do referido poema não podia ser registado? Porque já existe um poema hávários anos com o mesmo título - Fado da Saudade - ou seja o facto já estava consumado e nem a SPA tinha sido avisada, depois acabou por fazer mais um geito!

Mas vem aí mais...

Um abraço

Vítor Marceneiro

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FADO VERSÍCULO - a polémica continua

Tinha decidido não continuar a dar protagonismo a certos senhores, sobre o assunto sobejamente conhecido do "roubo descarado"  da autoria do Fado Versículo, e da vergonha da atitude dos intervenientes e seus cúmplices.

Mas continuam a enviar-me mensagens como a que abaixo transcrevo, recebida a 24 de Abril às 13,47 horas.

Só não a publiquei logo, pois não quiz manchar os dias seguintes, por serem dias de alegria e de esperança,  mas também de lembrança dos tempos em que vigarisses destas,  eram cometidas, e não podiam ser denunciadas (talvez já não se lembrem algumas pessoas... havia a censura), infelizmente hoje podem ser comentados,  mas os lobbies funcionam na mesma, só que agora os que tanto sentiram no seu trabalho a mão pesada da censura, são eles próprios os censores.Na imprensa escrita só o "Novo Compositor" Carlos do Carmo teve a via aberta, pudera ele não fala para a cave vai logo ao 5º andar

 

De: noreply@blogs.sapo.pt [mailto:noreply@blogs.sapo.pt]
Enviada: quinta-feira, 24 de Abril de 2008 13:57
Para: as1016592@sapo.pt
Assunto: Lisboa no Guiness - Tem um comentário a aguardar moderação

 

Caro Lisboa no Guiness,

carlosf, deixou um comentário ao post
CARLOS DO CARMO não tem direito a nenhum prémio porque não é autor de nada às 12:57, 2008-04-24.

Comentário:
Portugal raramente vence prémios deste disto e há pessoas que estão mais interessadas nos direitos de autor do que no prémio . Este premeia o FADO e o que mais interessa é isso e não se foi x ou y. Também há quem diga que o Saramago ganhou porque era um escritor de lingua portuguesa. Mesmo que não se goste dele há que realçar que é um prémio que abrange o nosso idioma e para mim isso já é muito importante. PS Será que preferiam qe a academia espanhola anulasse o prémio porque apenas premeia inéditos musicalmente e liricamente? Era tipo Salomão: assima já ninguém ganhava. PS2: o Senhor Carlos do Carmo é um dos maiores embaixadores do fado e tem procurado que o fado ganhe mais protagonismo.


Passo pois a responder à sua questão que acabei também de publicar na página onde escrever a sua missiva.

Caro Carlos s.f.

 

Há comentários , e há provocações, e neste caso penso que a provocação ganhou ao comentário....

É que por aquilo que escreveu, eu até duvido que conheça o assunto com alguma profundidade, porque se conhecesse, não teria dito que o Goya premeia o Fado que é o que interessa, e não se foi x ou y. Francamente caro amigo !!!

Dou-lhe este exemplo, que se aplica não só ao Fado, como a tudo na vida, para realçar os principios porque que nos devemos reger: o meu amigo é autor de uma musica, e eu Vitor Duarte ganho um prémio COM A SUA MUSICA, e o meu amigo não recebe direitos de autor, e fica todo contente !!! É assim ?  Eu disse que A SUA MUSICA NÃO ERA SUA  e o meu amigo que teve o talento de a descobrir é ignorado e sou eu que vou receber os prémios e os louros. E o meu amigo continua a ficar contente !!! É assim ?

Pela ideia que pretende transmitir no que escreveu, para si acabou todo o respeito pelos autores, porque se o meu amigo for autor de alguma coisa, eu "passo-lhe as palhetas" e digo que o autor sou eu e não o meu amigo. E continua a ficar todo contente !!! É assim ?

Você pode gostar do Carlos do Carmo, está no seu direito, mas não é isso que está em causa, não é gostar ou não dele. Espero que perceba.

O meu amigo deve estar algo "baralhado" porque depois vem com José Saramago, que não tem nenhum tipo de relação com o prémio do Fado, PORQUE ELE RECEBEU O PREMIO NOBEL PELOS LIVROS QUE ELE ESCREVEU.  Acha que dá a bota com a perdigota ? Mas talvez Saramago sirva para lhe colocar outra questão : suponha que era o meu amigo que escrevia os livros, e o Saramago ia dizer que não, que quem os escrevia era ele, e portanto o prémio era ele que o recebia. Como o prémio de qualquer maneira vinha para Portugal, o meu amigo continuava a ficar contente !!! É assim ?

Também dá a entender que para si, regulamentos não são para cumprir, porque os prémios só podem ser atribuidos pelo regulamento da Academia Espanhola, a letras e musicas originais, mas para si, isto é treta.......  o Carlos do Carmo diz que uma musica de Alfredo Marceneiro registada na Soc.Port de Autores em 1936 é original e feita de propósito para o filme, e mais uma vez o meu amigo acha que está tudo bem.... É assim ?

Francamente é tudo ao contrário do que escreveu, razão porque me "cheira" a provocação, ou então o meu amigo não conhece bem o assunto, porque na verdade, o que está em causa, são os direitos de autor, por todas as razões que já referi.

A Academia Espanhola se foi enganada ( e foi ! ) é problema deles,  no País deles que façam o que quiserem, que entreguem os prémios devida ou indevidamente, a quem eles entenderem, mas em Portugal todos os autores querem que os seus direitos sejam respeitados.

Eu estou sempre receptivo a todos os comentários ( a provocações, não ! ), que queiram fazer, mas o seu, digo-lhe com toda a sinceridade, que é tão disparatado e despropositado, que até hesitei em publicá-lo, só que para que depois de reler o que escreveu, não se sentisse envergonhado....

Vítor Marceneiro

 

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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

1º de Maio DIA DO TRABALHADOR

Dia do trabalhador, há 33 anos estávamos todos de braço dado, com um cravo ao peito, acreditando num futuro melhor....

 

Hoje embora desiludidos, temos que dar as mãos e lutar por um futuro mais justo para todos os povos do Mundo Inteiro, e celebremos em todos os dias o dia do cidadão independentemente das raças ou credos de cada um.

Viva a Paz, Viva a Liberdade,

Viva a Democracia

Fado das Trincheiras

Instrumental pelo conjunto de guitarras de

Raúl Nery

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Viva Lisboa: Amizade, Solidariedade
música: Marcha de Guerra - Conj. Guitarras de Raúl Nery
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