Segunda-feira, 23 de Março de 2009

PRÉMIOS GALA AMÁLIA RODRIGUES 2009

 

 

Lisboa, 19 Mar (Lusa)

A Fundação Amália Rodrigues anunciou hoje que atribuiu o prémio carreira ao fadista Vicente da Câmara, que celebrou sessenta anos de vida no fado, e distinguiu Cristina Nóbrega como artista revelação de 2008.
Os prémios Amália Rodrigues, que vão na quarta edição, destinam-se a distinguir os melhores intérpretes, instrumentistas, compositores e divulgadores do fado.
Este ano a fundação decidiu homenagear Vicente da Câmara, defensor do fado tradicional e que celebrou 60 anos de carreira em 2008 .
O prémio revelação foi atribuído à fadista Cristina Nóbrega, que lançou no ano passado o álbum de estreia, "Palavras do meu fado", no qual interpreta poemas de autores como Pedro Homem de Mello, David Mourão-Ferreira, Ary dos Santos e Camões.
A título excepcional, a fundação decidiu atribuir dois prémios de interpretação às actrizes Alexandra e Sandra Barata Belo, por terem encarnado no teatro e no cinema, respectivamente, a figura de Amália Rodrigues.
Alexandra foi uma das protagonistas do musical "Amália", de Filipe La Féria, a partir da biografia oficial da diva do fado assinada por Vítor Pavão dos Santos, e que esteve em cena no Teatro Politeama.
Sandra Barata Belo estreou-se no cinema em 2008 em "Amália, o filme", de Carlos Coelho da Silva, biografia ficcionada de Amália Rodrigues vista no cinema por mais de 210 mil espectadores.
No que toca ao que aconteceu em 2008 na área do fado, a Fundação Amália Rodrigues distinguiu ainda o Museu do Fado com o prémio ensaio/divulgação.
Situado em Alfama, Lisboa, o Museu do Fado celebrou dez anos em 2008 apresentando um novo programa museológico em torno do fado.
O prémio Amália Rodrigues de poesia/música distingiu a fadista Aldina Duarte, que tem desenvolvido um trabalho de pesquisa em torno do fado tradicional e que editou em 2008 o álbum "Mulheres ao espelho".
"Joana Amendoeira & Mar Ensemble", trabalho ao vivo que a fadista Joana Amendoeira gravou no Verão passado no castelo de São Jorge, em Lisboa, foi eleito o melhor álbum de 2008.
José Manuel Neto, um dos mais requisitados intérpretes de guitarra portuguesa da actualidade, recebeu o prémio de melhor instrumentista.
Camané, Carlos do Carmo, Aldina Duarte, Mariza e Cristina Branco são alguns dos artistas com quem José Manuel Neto já actuou e gravou.
O júri que atribuiu os prémios desta quarta edição foi presidido por Fernando Machado Soares e integrou o musicólogo Rui Vieira Nery, a pianista Gabriela Canavilhas, os administradores da Fundação Nelson Tereso e Américo Lourenço e o jornalista Nuno Lopes.
A cerimónia de entrega dos prémios decorrerá a 09 de Maio no Campo Pequeno, em Lisboa.
SS.
Lusa/fim


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Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Estacion de Rocio - ESTAÇÃO DO ROSSIO

Não se trata de um Fado, mas é uma canção escrita /composta/cantada por espanhóis pelo que me dá muito prazer publicá-la nest blog.

Obrigado a todos os nossos irmãos ibéricos e em especial a Roser Nogués, por me ter  enviado este seu trabalho, para o qula realizei um fime que lhe dedico com todo o carinho e "salero"

 

 

 

Estacion de Rocio

 

La letra del Adolfo Martínez Pinto,

y  música de Fernando García Morcillo:

 

 

Lisboa dormía
oyendo la nana
del agua en el río.
Brillaba Rocío
como una medalla
de plata bruñida.
Tu boca y la mía
tatuaban con besos
aquellos instantes.
Tus ojos pedían
nublados y amantes
allá en el andén:
¡Ven, ven, ven...!

Estribillo
¡Ay Estación de Rocío
que nos separas!
Como si al vernos felices
nos envidiaras.
¡Ay Estación de Rocío!
Triste final.
Me dejé el corazón
en tu andén, estación,
de Portugal.

                                                 Se abrieron las rosas
                                                 y el tren me llevaba
                                                 feliz a tu lado.
                                                 Camino soñado
                                                 que se hizo de espinas
                                                 al ver que no estabas.
                                                 ¿En que boca extraña
                                                  borraste los besos
                                                  de mi despedida?
                                                   Lo quiso la vida
                                                   y el eco decía
                                                  al irse otro tren
                                                  ¡Ven, ven ven...!

 

 

Roser Nogués (cantora)  com seu marido Joan Ordinas (executante de guitarra clássica

 

 


ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO ROSSIO

Em estilo neo-manuelino, a estação de comboios do Rossio é um incrível monumento, que se situa entre a Praça do Rossio e os Restauradores e foi desenhada pelo arquitecto José Luís Monteiro. As oito portas combinam com as nove janelas e com o relógio incrivelmente decorado, situado no cimo da fachada.

A estação do Rossio é curiosa, na medida em que as plataformas de embarque se encontram a cerca de 30 metros acima da entrada principal. Daqui partem comboios para a encantadora região de Sintra.

A construção do túnel iniciou-se em 1887, tendo as obras decorrido a partir de várias frentes de trabalho associadas a seis poços de acesso. O primeiro comboio percorreu-o em 1889, tendo sido inaugurado em 1890. Este túnel foi uma das mais importantes obras de engenharia do século XIX em Portugal. Os 200 000 m³ de terrenos escavados foram encaminhados para o aterro do Porto de Lisboa, então a ser construído entre o Cais do Sodré e Santos.

O túnel do Rossio permite o acesso dos comboios à estação do Rossio, no centro de Lisboa, Portugal, a partir da estação de Campolide, perfazendo o segmento inicial da Linha de Sintra.

O túnel tem via dupla com 2613 m de comprimento e com um perfil abobadado de 8 m de largura por 6 m de altura até ao fecho da abóbada. O túnel tem um declive de aproximadamente 1%, descendo 24,26m desde a boca do túnel em Campolide.

Durante muitos anos o Rossio foi a estação central de Lisboa, estação terminal de comboios nacionais e internacionais, que a ela chegavam pelas Linha de Cintura e Linha do Oeste.

A linha de acesso à estação foi electrificada em 1956, pondo fim aos problemas ligados ao fumo dentro do túnel.

Com o aumento de tráfego da linha de Sintra, a estação do Rossio passou a estar apenas destinada ao tráfego suburbano de passageiros, sendo os restantes comboios transferidos novamente para a estação de Santa Apolónia (com a excepção, durante alguns anos, dos comboios da linha do Oeste).

O edifício está classificado desde 1971 como imóvel de interesse público, estando igualmente integrado numa zona de protecção conjunta dos imóveis classificados da Avenida da Liberdade e área envolvente.

Durante as obras de reabilitação e beneficiação realizadas entre 2005 e 2007 (período durante o qual o túnel esteve encerrado ao tráfego e a estação do Rossio desactivada), houve necessidade de proceder a uma intervenção nas paredes do túnel, com um novo revestimento estrutural em betão armado nos troços críticos. O túnel foi dotado em todo o comprimento de uma plataforma de via em betão com carris embebebidos, permitindo, se necessário, o fácil acesso de veículos de serviço ou de socorro. O túnel foi ainda dotado de um poço de escapatória para a superfície sensivelmente a meio do percurso, junto ao cruzamento com a Rua Alexandre Herculano.

In Wikipédia

 

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Viva Lisboa: Ibérico
música: Estacion de Rocio
publicado por Vítor Marceneiro às 18:06
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Sábado, 14 de Março de 2009

MÍSIA

 

Susana Maria, é o nome próprio de Mísia, filha de um português natural do Porto, e de uma espanhola da Catalunha.

Começou por cantar em Madrid no final dos anos oitenta. Emprestava a sua voz aos fados de Amália e a canções de Joan Manoel Serrat, de Piaff, Marlene Dietrich ou Judy Garland.
Em Portugal, Mísia grava para a editora EMI-Valentim de Carvalho, um álbum onde os temas divergem, Vendaval, , Samba em Prelúdio, de Vinícius e Baden Powell, Porto Sentido, de Rui Veloso e Carlos Té e temas de Carlos Paião e Tozé Brito, são alguns dos temas que marcam o LP Mísia.
Em 1994 grava “Mísia Fado” , editado pela BMG, neste trabalho grava, Fado Adivinha, de José Saramago e António Victorino de Almeida, Nasci Para Morrer Contigo, de António Lobo Antunes e Vitorino, Liberdades Poéticas, de Sérgio Godinho, além de uma canção de Jacques Brel, acompanhados à guitarra por António Chaínho. O disco é editado em Portugal, Espanha, Japão e Coreia do Sul.
Tanto Menos, Tanto Mais é o LP que, no ano seguinte, assinala a interpretação de temas inéditos de Vitorino e Manuel Paulo, com letras de João Monge, Carlos Té e António Lobo Antunes.
Artista mais apreciada no estrangeiro do que em Portugal, no entanto, goste-se ou não, o seu esforço de ser diferente, de renovação do fado na sua óptica, é de louvar .
Não tenho a prazer a de conhecer nem nunca a vi actuar ao vivo, mas confesso que é uma figura, que me intriga, e por quem sinto admiração. (Ser mais um entre tantos, não é mundo que baste!..)
Vítor Marceneiro
 
Mísia canta:
Lágrima de Amália Rodrigues
 
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música: Lágrima de Amália Rodrigues
publicado por Vítor Marceneiro às 15:36
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

MARCELA ORTIZ AZNAR.. do México

É mexicana e tem alma fadista...

Ela própria nos diz algo sobre a sua paixão...

Em minhas palavras só posso dizer que tenho um amor muito grande por Portugal, pelo Fado.

Eu conheci Portugal no 2003. Depois voltei no 2005,2006 e 2007.

A primeira vez que ouvi música em língua portuguesa foi através de  meu pai que gostava muito da música brasileira. Gostava dos clássicos, eu gostava (ainda gosto) da Astrud Gilberto,etc..

Depois comecei a procurar outras músicas. Encontrei a MPB e cantoras como Elba Ramalho, Margareth Menezes, Paula Toller , Adriana Calcanhotto, Marisa Monte , Vanessa da Mata, Ana Carolina entre outras.

Nos anos 90 descobri a AMALIA e a Os Madredeus.

Quando ouvi a Amália procurei também outros nomes, e encontrei a Mísia, Cristina Branco,  Kátia Guerreiro e Camané ...

No 2003 comecei como "brincadeira" a cantar fados com amigos guitarristas,  mas  nada a sério. Em 2004 pensei em fazer já algo, e logo em 2005, depois de outra visita a Portugal, comecei a cantar nesta grande cidade.

Faço parte de um grupo que se intitula POETICA SAUDADE FADO BELÉM,

Em  2006 e 2007 participámos  num concurso, que ganhámos, apresentando Fados em diversos locais. Fiquei comovida e surpreendida de levar o Fado até bairros com problemas económicos, onde o Fado foi apreciado pelos cidadãos aztecas.

Em 2006 gravámos o primeiro CD , e em  2007,  o segundo,  onde obtive uma grande alegria, porque musicalizei poesias dum autor de Vila Nova da Gaia, Portugal,  e de um outro de Porto Alegre, Brasil.

Eu acredito neste trabalho/sonho... acho que quando se tem respeito, amor, vontade e trabalho ... as coisas acontecem. Meu sonho e levar este nosso fado cantado por mexicanos, a toda a América Latina,  e a outros países , e,  claro a Portugal. Oxalá... oxalá...

 

Marcela Ortiz Aznar

canta: Ai. Mouraria

 

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música: Aí Mouraria
publicado por Vítor Marceneiro às 17:56
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

JÚLIO VIEITAS - Fadista da Velha Guarda

Já tinha publicado esta biografia em 29 de Outubro de 2007 , volto hoje  a publicá-la, destacando um comentário que recebi de uma sobrinha neta, é com um sentimento de alegria, pois mostra bem como este trabalho tem sido reconhecido, e lido em todo o mundo,  seria tolo se não me considerasse contente e honrado por esse reconhecimento.

Olá Lisboa no Guiness,

vieitas paula, deixou um comentário ao comentário
JÚLIO VIEITAS -Fadista da Velha Guarda às 11:52, 2009-03-02.

Caso pretenda responder a este comentário, poderá fazê-lo, usando este
link.

Comentário:
bonjour, je ne sais pas écrir portuguais (honte a moi) bref julio Vieitas étais le tonton de mon papa d'ailleur il on le meme nom et prénom je l'ai entendu son fado vraiment super et l'homme étais merveilleux aujourd'huit il on disparu tout les deux peut etre que là haut il sontous réunis et il leur chante son fado enfin bref je suis en france et je tiens a vous dire que le blog est vraiment bien félicitation a travers vos blog les artiste ne meurs jamais on pense toujours a eu merci encor
Saudações cordiais
Equipa de Blogs do SAPO
PTC

 

Tradução:

Bom dia, eu não sei escrever português ( vergonha minha ) Julio Vieitas era tio do meu pai. aliás eles tinham o mesmo nome e prenome, ouvi o seu fado verdadeiramente super, ele era maravilhoso, hoje desaparecidos os dois, talvez que lá em cima eles estejam reunidos a cantarem o fado, enfim eu estou em França e devo dizer-lhe que o felicito, porque gosto muito do seu blogue, através do seu blogue os artistas nunca morrem, pensamos sempre neles. Obrigado.

 

JÚLIO VIEITAS (1915 – 1990), nasceu nas Caldas da Rainha, cidade onde muito jovem, começou a cantar o fado entusiasmado com as interpretações de fadistas de Lisboa que lá iam participar em espectáculos.

Com 15 anos, decidiu vir trabalhar para a capital, mas a sua ideia era desenvolver as suas qualidades de cantador.

Aos 17 anos cantou no retiro da Bazalisa, em Campolide, onde o velho fadista Júlio Janota, (pessoa de muito mau feitio), despeitado com a sua interpretação castiça e a sua bela voz, lhe disse que pensasse noutro futuro pois a cantar não se «safava» (para tentar desmoralizar o rapaz), mas não conseguiu desanimá-lo, pois continuou a cantar como amador durante alguns anos em sociedades de recreio e verbenas.

Estreia como profissional em 1937 no Café Mondego, tendo cantado, sucessivamente, no Solar da Alegria, Café Vera Cruz e Café Latino. Actuou também nas casas típicas: Café Luso (da Travessa da Queimada), Sala Júlia Mendes, Café Monumental e Cervejaria Artística.

Em 1943, fez uma tournée pelo Centro e Norte do País com Ercília Costa como empresária, actuando durante algum tempo no Cinema Olímpia, do Porto, mais tarde voltaria ao Porto várias vezes ao longo da sua carreira, actuando na Taverna de S. Jorge, no Hotel D. Henrique, na Cozinha Real do Fado, na Casa da Mariquinhas e n'O Rabelo (Vila Nova de Gaia). Em Coimbra cantou no Retiro do Hilário

Em 1954 cantou num programa de fados da Emissora Nacional, e mais tarde, em 1960, tambem participou no Rádio Clube Português e nos Emis­sores Associados de Lisboa.

Em 1955 gravou discos para a etiqueta “Estoril”, com as composições Bairro Eterno, Campinos, A Cigana, Vem Comigo e Aquela Luz.

Em 1957 foi um dos primeiros artistas do fado a cantar nos programas experimentais da RTP.

Foi contratado no retiro do Caliça, na Parreirinha do Rato, no Ritz Clube, na Adega da Lucília, na Adega Mesquita, n'O Faia, na Nau Catrineta, no Paraíso das Guitarras e na Parreirinha de Alfama.

Em 1970 é o director artístico no Arabita, em Alfama.

Em 1973 para a etiqueta “A Roda”, grava: Juventude, Aguarela Portuguesa, A Varina dos Olhos Verdes e Doce Visão

Em 1977 grava: Embriaguez do Amor, O Regresso do Soldado, O Fado... Apenas Isto e Um Artista.

Em 1979 gravou para a etiqueta “Riso e Ritmo” um LP com o título (Fado da Velha Guarda), com Gabino Ferreira, Júlio Peres, Manuel Calixto, José Coelho e Frutuoso França, em que canta Ser Fadista e Não te Quero Perder

Júlio Vieitas, foi um conceituado intérprete do Fado de Lisboa, distinguiu-se também como poeta popular, autor de conhecidas letras de fados, algumas delas com música sua, das quais destacamos: Princesa do Tejo (fado-canção gravado por Fernanda Maria, Ana Hortense e Francisco Martinho e orquestrado por Shegundo Galarza), A Cigana e Varina dos Olhos Verdes.

Júlio Vieitas foi um dos últimos representantes de uma escola fadista, que persistiu em manter a tradição do fado autêntico, embora cultivando também o fado-canção.

© Vítor Duarte Marceneiro 

 

JUVENTUDE

Letra de: Júlio Vieitas

Música: Fado Carlos da Maia)

 

Quando se tem juventude

Com floridas ilusões

A vida é rumo sem norte.

Brincamos com a saúde

Vibramos com as paixões,

Vive-se à mercê da sorte.

 

                                                    II

 

                                                    Ilusões, quem as não tem?

                                                    Por mim passaram também

                                                    Aventuras desmedidas.

                                                    Quantos caminhos cruzados!...

                                                    Bons momentos, maus bocados,

                                                    Coisas que não são esquecidas.

 

III

 

Dos momentos mais risonhos

Há recordações eleitas...

Lembranças que são saudades,

Pois até nos próprios sonhos

Vemos ilusões desfeitas

Que foram realidades.

 

                                                     IV

 

                                                     Meu Deus, o que o tempo faz!

                                                     Dilacera o coração

                                                     No peito a chama não arde

                                                     Mas quando olhamos para trás

                                                     Até pedimos perdão

                                                     Com pena de ser tão tarde

 

 

 Júlio Vieitas Canta:

Não Te Quero Perder

                                                                

 

 

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música: Não te quero Perder
publicado por Vítor Marceneiro às 13:00
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