Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

AMÁLIA A DIVA - 10 Anos de Saudade

 

Seguem-se uma série de páginas com apontamentos sobre a vida profissional de Amália, há quem possua muitos dados muitos conhecimentos, mas o certo  nada nos dizem, reservam os seu saberes para "congressos/palestras".

Eu nada sei, tento aprender, com a maior isenção, recolher dados, analisá-los e compartilhá-los neste blogue, e aceito óbviamente qualquer rectificação comprovada.

Fico deveras contente pois sei que muitos aproveitam estes trabalhos,  feito com muitas horas de pesquisa e investigação. Se é para bem do Fado ... força... mas... ao menos divulguem o que sabem ou mesmo o que aprenderam.

AMÁLIA ... sempre

 

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AMÁLIA - Apontamentos - Temas Gravados A a F

Temas gravados por Amália de A a F 

 

*          A Caminho do Calvário (Frei Hermano da Câmara) - 1978

*          A Chave da Minha Porta - 1958, 1962, 1967

*          À Janela do Meu Peito - 1972, 1977

*          A Júlia Florista - 1967

*          A Manhã é uma Andorinha - 1987

*          A Minha Canção é Saudade (Vaz Fernandes/Frederico Valério) - 1956, 1958, 1962, 1986, 1995

*          A Mulher Que Já Foi Tua - 1989

*          A Minha Terra é Viana (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) - 1977

*          A Rita Yé Yé (Alberto Janes) - 1970, 1973, 1977

*          A Tendinha (José Galhardo/Raul Ferrão) - 1945, 1957, 1962, 1967

*          Abana (popular) - 1972

*          Abandono (Fado Peniche) (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1962, 1970, 1974

*          Abril (Manuel Alegre/Alain Oulman) - 1973, 1977

*          Acho Inúteis as Palavras - 1963, 1977

*          Acitunera - 1989

*          Água e Mel - 1989

*          Ai Ai Ai, Meu Irmão (Nassara/A. de Almeida) - 1952, 1953/56

*          Ai as Gentes, Ai a Vida (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Ai Chico, Chico - 1958, 1969, 1977

*          Ai, Dona Peia Foste-vos Queixar - 1971

*          Ai, Esta Pena de Mim (Amália/José António Sabrosa) - 1968

*          Ai Lisboa - 1995

*          Ai Maria (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983, 1987

*          Ai, Minha Doce Loucura (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Ai Mouraria (Amadeu do Vale/Frederico Valério) - 1945, 1951/52, 1956, 1958, 1962, 1965, 1972, 1976, 1982, 1987

*          Ai, Quizesse Deus - 1971

*          Alamares (Linhares Barbosa/Jaime Santos) - 1956, 1957, 1972

*          Alcântara Vem Cantar - 1969

*          Alecrim (popular) - 1974

*          Alegre eu Ando - 1971

*          Alfama (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1958, 1977

*          Algemas - 1963, 1976

*          All the Things You Are (Jerome Kern/Oscar Hamerstein III) - 1965

*          Alma minha (Camões/Carlos Gonçalves) - 1990

*          Amália (José Galhardo/Frederico Valério) - 1951/52, 1957, 1958, 1961, 1963, 1967, 1982, 1987

*          Amantes Separados (Sidónio Muralha/António Mestre) - 1957

*          Amêndoa Amarga (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1977, 1990

*          Amigo Brasileiro (Carlos Paião) - 1982

*          Amor Dammi - 1973, 1974

*          Amor de Mel, Amor de Fel (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Amor sem Casa (D. R./Alain Oulman) - 1967

*          Amor, sou Tua (Frederico Valério/Guilherme Pereira da Rosa) - 1958 

*          Amores eu Tenho - 1971

*          Anda o Sol na Minha Rua - 1958, 1969, 1973, 1977

*          Andorinha - 1958, 1969, 1976

*          Anjo Inútil (Luís de Macedo) - 1958, 1962, 1965, 1986

*          Antigamente (Joaquim Proença/Frederico de Brito) - 1955, 1968

*          Ao Poeta Perguntei (Alberto Janes) - 1971

*          Aquela Rua - 1957, 1967

*          Aqui Vai Alfama - 1964, 1969

*          Aranjuez, mon Amour (Joaquín Rodrigo) - 1967

*          Aria Rispora - 2000

*          Arraial de Santo António - 1987

*          As Águias - 1966, 1994

*          As Facas (Manuel Alegre/Alain Oulman) - 1977

*          As Mãos que Trago (Cecília Meireles/Alain Oulman) - 1966, 1970

*          As Meninas da Terceira (Rui Pilar/Arlindo de Carvalho) - 1971

*          As Minhas Variações em Ré - 1967

*          As Moças da Soalheira (Luís Simão/Arlindo de Carvalho) - 1971

*          As Penas (Guerra Junqueiro/Música do "Fado Bacallhau") - 1945

*          As Rosas do Meu Jardim - 1958, 1967

*          As Rosas do Meu Caminho - 1967

*          Asa de Vento (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Asas Fechadas - 1962, 1970

*          Assim Nasceu este Fado - 1963

*          Au Bord du Tage - 1967, 1974

*          Ave Maria Fadista - 1951/52, 1958, 1962, 1967

*          Aves Agoirentas (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1962, 1970

*          Ay! Mourir pour Toi (Charles Aznavour) - 1972, 1994

*          Ay che Negra (Barco Negro) (David Mourão-Ferreira/Caco Velho/Piratini) - 1958, 1960, 1969, 1974, 1998

*          Bailarico Saloio - 1972

*          Bailaricos - 1958, 1969, 1999

*          Bailen Bailen (Dansez dansez) - 1958, 1972

*          Bailinho da Madeira (popular) - 1965, 1975

*          Balada do Sino - 1970, 1994

*          Barco Negro (Mãe Preta) (David Mourão-Ferreira/Caco Velho/Piratini) - 1954, 1957, 1960, 1962, 1971, 1973, 1987, 1990

*          Barro Divino (Álvaro Duarte Simões) - 1966, 1969

*          Blue Moon (Richard Rodgers/Lorenz Hard) - 1965

*          Boa Nova - 1958, 1972, 1982

*          Cá Vai Lisboa - 1963, 1969, 1974

*          Cabeça de Vento (A. Machado/L. Barbosa) - 1958, 1962, 1967, 1986

*          Cabeça no Ombro - 1960

*          Cais de Outrora (Luís de Macedo/Alain Oulman) - 1962, 1970, 1974

*          Caldeirada / Poluição (Alberto Janes) - 1977

*          Calunga - 1960

*          Cama de Pedra - 1960

*          Caminhos de Deus - 1963

*          Campinos do Ribatejo - 1958, 1967

*          Cana Verde do Mar (popular) - 1972, 1990

*          Canção da Beira Baixa - 1987

*          Canção do Mar (Solidão) (Ferrer Trindade/Frederico de Brito) - 1955, 1957, 1958, 1962, 1971, 1972, 1974, 1976

*          Cansaço (Fado Tango) (Luís de Macedo/Joaquim Campos) - 1958, 1965, 1969, 1972

*          Cantei o Fado (Amadeu do Vale/Fernando de Carvalho) - 1958

*          Cantiga da Boa Gente (Tarde, Tardezinha) - 1964

*          Cantiga de Amigo (Mendinho/Alain Oulman) - 1965

*          Canto delle Lavandaie del Vomero - 1973

*          Canzone per Te (Sergio Endrigo/Bordotti) - 1968, 1971, 1976, 1990

*          Caracóis (popular) - 1968

*          Carmencita (José António da Silva/Frederico de Brito) - 1945, 1967

*          Carta a um Irmão Brasileiro - 1972

*          Casa in Via del Campo - 1974

*          C'est bien Vrai (É ou não É) - 1974

*          Céu da Minha Rua - 1958, 1969, 1997

*          Cheira a Lisboa - 1972

*          Chic, Chic (Ai Chico, Chico) - 1974

*          Chora Mariquinhas, Chora (Amália/Música popular - Arr. Amália) - 1987, 1990

*          Ciuri Ciuri - 1973

*          Coimbra (José Galhardo/Raul Ferrão) - 1952, 1953/56!, 1954, 1955, 1957, 1958, 1960, 1962, 1971, 1972, 1973, 1976, 1990

*          Coimbra (versão italiana) (José Galhardo/Raul Ferrão) - 1969

*          Com que Voz (Camões/Alain Oulman) - 1970, 1990

*          Confesso (Frederico Valério) - 1951/52, 1956, 1958, 1962, 1967, 1982

*          Conta Errada - 1958, 1962, 1999

*          Contigo Fica o Engano (Amália/Carlos dos Santos Gonçalves) - 1980

*          Coroa de Rei - 1989

*          Corria Atrás das Cantigas (Mouraria) (Amália/Música do "Fado Mouraria") - 1945, 1950/59

*          Covilhã, Cidade Neve (Nóbrega e Sousa/Joaquim Pedro Gonçalves) - 1970

*          Cravos de Papel (António de Sousa/Alain Oulman) - 1969

*          Cuidado Coração - 1960, 1962

*          Cuidei que Tinha Morrido (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) - 1970

*          Dá-me o Braço Anda Daí (Linhares Barbosa/José Blanc) - 1950/59 (2), 1958

*          Dá-me um Beijo - 1951/52, 1957

*          Dedicatto All'Itália - 1973

*          Disse Mal de Ti (Linhares Barbosa/Acácio Gomes) - 1958, 1962, 1967, 1986

*          Disse-te Adeus e Morri (Vasco de Lima Couto/José António Sabrosa) - 1968

*          Doce Cascabeles - 1954, 1958, 1962

*          Dolores - 1979

*          Don Solidon (popular) - 1967, 1973, 1987

*          Don Triqui Traque - 1958, 1960, 1972

*          Duas Luzes (João da Mata/José Marques do Amaral) - 1945

*          Dura Memória (Camões/Alain Oulman) - 1963, 1965

*          É da Torre mais Alta (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1975

*          É de Lisboa - 1968, 1974

*          É Noite na Mouraria - 1971

*          É ou não é (Alberto Janes) - 1969, 1971, 1981

*          É Pecado (Frederico Valério/Guilherme Pereira da Rosa) - 1958 

*          E Pede-me Agora o que não Devia - 1971

*          El Negro Zumbón (F. Giordano/V. Roman) - 1953/56, 1958

*          Em Aranjuez com Teu Amor - 1974, 1977

*          Entrega (Pedro Homem de Mello/Carlos Gonçalves) - 1990

*          Ermida de S. Simeão - 1971

*          Erros Meus (Camões/Alain Oulman) - 1965, 1976

*          Erva Cidreira do Monte (popular) - 1967, 1973

*          És Tudo para Mim - 1958, 1969

*          Espelho Quebrado - 1963, 1994

*          Esquina do Pecado (João Nobre) - 1958, 1967

*          Estranha Forma de Vida (Amália/Alfredo Duarte "Marceneiro") - 1962, 1963, 1970, 1972, 1990

*          Eu Disse Adeus à Casinha - 1995

*          Eu Disse-te Adeus (José Galhardo/Frederico Valério) - 1958

*          Eu Queria Cantar-te um Fado - 1950/59, 1963

*          Fadinho da Ti Maria Benta (popular) - 1972, 1976

*          Fadinho Serrano (Hernâni Correia/Arlindo Carvalho) - 1968, 1971, 1973, 1976, 1987

*          Fadista Louco (Alberto Janes) - 1958, 1967

*          Fado Alfacinha - 1958, 1967, 1995

*          Fado Corrido (Linhares Barbosa/Santos Moreira) - 1957, 1964

*          Fado da Adiça - 1951/52, 1958

*          Fado da Bica - 1958, 1962, 1967

*          Fado da Saudade - 1951/52, 1954, 1957

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AMÁLIA - Apontamentos - Temas Gravados G a M

Temas gravados por Amália de G a M

  

 

*          Gaivota (Alexandre O'Neil/Alain Oulman) - 1964, 1969, 1987

*          Gondarém (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) - 1977

*          Gorioncillo - 1960

*          Gostava de Ser Quem Era (Amália/Carlos dos Santos Gonçalves) - 1980

*          Gosto da Minha Casinha - (?)

*          Grande Marcha de Lisboa - 1965, 1974

*          Grândola Vila Morena (José Afonso) - 1974

*          Grão de Arroz (José Belo Marques) - 1952, 1953/56, 1955, 1957, 1975

*          Gritenme Piedras del Campo - 1958

*          Grito (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983, 1987, 1990

*          Guitarra Triste - 1960

*          Há Festa na Mouraria (António  Amargo/Alfredo Duarte "Marceneiro") - 1952, 1953/56, 1959, 1967, 1972, 1987

*          Half as Much - 1989

*          Havemos de ir a Viana (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) - 1969, 1990

*          Hortelã Mourisca (José Vicente/Arlindo de Carvalho) - 1977

*          I Can't Begin to Tell You (Mack Gordon/James Monaco) - 1965

*          I Can't Help Loving That Man (Jerome Kern/Oscar Hamerstein III) - 1965

*          Il Cuore Rosso di Maria - 1970, 1974

*          Il Mare e Mio Amico - 1972, 1974

*          Inch’Allah - 1967, 1971, 1974

*          Interior Triste - 1955, 1957

*          Jób (Luís de Macedo) - 1958, 1962, 1965,

*          Júlia Florista - 1974

*          La Bell Gigogin - 1973

*          La Casa in Via del Campo - 1970

*          La Femme du Berger (Roger Lucchesi/Jacques Plante) - 1958, 1972, 1974

*          La Filanda - 1981

*          La La La (R. Arcusa/M. de la Calva) - 1968

*          La Maison sur le Port - 1968, 1974

*          La Mer est mon Amie - (?)

*          Lá na Minha Aldeia (Alberto Janes) - 1970

*          Lá Porque Tens Cinco Pedras (Linhares Barbosa/Música do "Fado Corrido") - 1951/52, 1958, 1967

*          La Salsamora (Rafael Leon/Antonio Quintero/Lopez Quiroga) - 1952

*          La Salvadora (Rafael Leon/Antonio Quintero/Lopez Quiroga) - 1952, 1953/56

*          La Tramontana - (?)

*          Lá vai Lisboa (Norberto de Araújo/Raul Ferrão) - 1957, 1971, 1987

*          Lá vai Serpa, Lá vai Moura (popular) - 1967

*          Lá vão as Flores - 1971

*          Lago - 1958, 1972

*          Lágrima (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983, 1987

*          Lar Português - 1958

*          L'Automne de Notre Amour - 1967, 1974

*          Lavava no Rio Lavava (Amália/José Fontes Rocha) - 1980, 1987

*          Le Fado de Paris (O Fado veio a Paris) (Luiz de Macedo/Fernando de Carvalho) - 1958!, 1972, 1974

*          Le Premier Jour du Monde - 1966

*          Lerele (G. Monreal Lacosta/F. Muñoz Acosta) - 1952, 1953, 1955, 1958, 1960

*          Lianor (Camões/Alain Oulman) - 1965, 1967

*          Libertação (David Mourão-Ferreira/Santos Moreira) - 1956, 1957, 1972, 1974

*          L'important C'est la Rose (L. Amade/Gilbert Bécaud) - 1967, 1971, 1974, 1976

*          Lírio Roxo (popular) - 1971

*          Lisboa à Noite - 1960, 1962, 1969

*          Lisboa Antiga (José Galhardo/Amadeu do Vale/Raul Portela) - 1952, 1957, 1958, 1960, 1961, 1963, 1971, 1972, 1973, 1976, 1990

*          Lisboa ao Entardecer - 1969

*          Lisboa Bonita (Grande Marcha de Lisboa 1964) - 1964, 1974

*          Lisboa dos Mangericos - 1969

*          Lisboa dos Milagres - 1968, 1974

*          Lisboa em Festa - 1964, 1974

*          Lisboa não Sejas Francesa - 1954, 1955, 1958

*          Lisboa Noiva do Fado - 1968, 1974

*          Long Ago & Far Away (Jerome Kern/George Gershwin) - 1965

*          Longe Daqui (Hernâni Correia/Arlindo de Carvalho) - 1970

*          Los Aceituneros - (?)

*          Los Piconeros (Molledo/Perollo/Mostazo) - 1945

*          Lua, Luar - 1960

*          Maçadeiras (popular) - 1971

*          Madalena - 1978

*          Madragoa - (?)

*          Madrugada de Alfama (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1962, 1963, 1970

*          Mala Suerte - 1958

*          Maldição (Armando Vieira Pinto/Joaquim Campos) - 1950/59, 1967, 1972

*          Malhão (popular) - 1975, 1987

*          Malhão das Pulgas (popular) - 1980

*          Malhão de Águeda (popular) - 1971, 1973

*          Malhão de Cinfães (popular) - 1967, 1972

*          Malhão de S. Simão (popular) - 1972

*          Malicinas - (?)

*          Malmequer Pequenino (Ricardo Borges de Sousa) - 1952, 1953/56, 1959, 1972

*          Mané Chiné (popular) - 1967

*          Marcha da Graça de 1968 - 1968, 1974

*          Marcha da Mouraria - 1958, 1965, 1969

*          Marcha de Alfama - 1965, 1969, 1974

*          Marcha de Benfica (n.º 1) - 1963

*          Marcha de Lisboa - 1955, 1957

*          Marcha de S. Vicente - 1963, 1994

*          Marcha do Alto do Pina 1963 - 1963

*          Marcha do Centenário - 1973

*          Maremma - 1973

*          Maria da Cruz (Amadeu do Vale/Frederico Valério) - 1945, 1966, 1982

*          Maria Lisboa (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1962, 1963, 1970, 1987

*          Maria Rita Cara Bonita (popular) - 1972

*          Martírios - 1971

*          Medo (Reinaldo Faria/Alain Oulman) - 1966

*          Meia-Noite e uma Guitarra (Álvaro Duarte Simões) - 1968, 1971

*          Menina Lisboa - 1958, 1972

*          Meu Amigo Está Longe (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1977

*          Meu Amor é Marinheiro (Manuel Alegre/Alain Oulman) - 1974, 1977

*          Meu Limão de Amargura (Meu Amor, Meu Amor) (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1970

*          Meu Nome Sabe-me a Areia - 1967, 1973

*          Mi Carro - 1979

*          Mi Niña Bonita - 1960

*          Mi Rita Bonita - 1958

*          Mi Sardinita (Arr. Lopez Quiroga) - 1952

*          Minha Boca não se Atreve (D. R./Fontes Rocha) - 1967

*          Minha Canção é Saudade (Vaz Fernandes/Franklin Rodrigues) - 1951/52, 1953/56, 1957, 1967

*          Minha Mãe - 1989

*          Minha Mãe me Deu um Lenço (popular) - 1967

*          Mio Amor, Mio Amor - 1972

*          Morrinha (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Motivos populares - 1969

 

 

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AMÁLIA - Apontamentos - Temas Gravados N a S

Temas gravados por Amália de N a S 

 

*          Na Esquina de Ver o Mar (Luís de Macedo/Alain Oulman) - 1964

*          Na Vida duma Mulher (Ironia) - 1989

*          Não Digas Mal Dele (Linhares Barbosa/Armando Freire "Armandinho") - 1952, 1953/56

*          Não é Desgraça ser Pobre (Norberto Araújo/Santos Moreira) - 1952, 1956, 1957, 1971, 1972, 1973

*          Não é Tarde - 1967

*          Não Peças Demais à Vida (Álvaro Duarte Simões) - 1968

*          Não Quero Amar - 1958, 1960

*          Não sei Porque te Foste Embora (José Galhardo/Frederico Valério) - 1951/52, 1956, 1958, 1962, 1966, 1969, 1982

*          Nasçam os Amores - 1981

*          Nasci para ser Ignorante (Sebastião da Gama/Carlos Gonçalves) - 1990

*          Natal dos Simples - 1970

*          Naufrágio (Cecília Meireles/Alain Oulman) - 1970

*          Nega Maluca - 1989

*          Nem às Paredes Confesso (Artur Ribeiro/Max/Ferrer Trindade) - 1957, 1958, 1962, 1973, 1976

*          Nem por Rei ou Infante Eu me Trocaria - 1971

*          No me Tires Indiré – 1954, 1958

*          Noite de Santo António (Norberto de Araújo/Raul Ferrão) - 1952, 1953/56

*          Nome de Rua (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1964

*          Nós as Meninas - 1968, 1973

*          Nós Atrás das Moças (popular) - 1967

*          Nostalgia - 1971

*          Novo Fado da Severa (Júlio Dantas/Frederico de Freitas) - 1952, 1953/56, 1956, 1957, 1987

*          Ó ai ó linda (Amália/Música popular - Arr. Amália) - 1990

*          O Carapau e a Sardinha - 1980

*          Ó Careca (Joaquim Bernardo Nascimento/Guilherme Pereira/Raul Câmara) - 1971(2), 1974

*          O Cochicho (L. Ferreira/L. Rodrigues/F. Santos/Raul Ferrão) - 1971, 1976, 1979

*          O Fado Chora-se Bem (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          O Fado de Cada Um - 1987

*          O Malaventurado (Bernardim Ribeiro/Alain Oulman) - 1977

*          O Marujo Português - 1950/59

*          O Meu é Teu (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1977

*          O Namorico da Rita (Artur Ribeiro/António Mestre) - 1958, 1967

*          O Pézinho (popular) - 1972

*          Ó Pinheiro Meu Irmão (Amália/Carlos dos Santos Gonçalves) - 1980

*          O Rapaz da Camisola Verde - 1972

*          O Rapinante - 1971

*          O Senhor Extraterrestre (Carlos Paião) - 1982

*          O Trevo (popular) - 1967, 1971

*          Obsessão (Francisco Bogalho/Carlos Gonçalves) - 1987, 1990

*          Oiça lá ó Senhor Vinho (Alberto Janes) - 1971

*          Ojos Verdes (Valverde/León/Quiroga) - 1945

*          Olé mi Morena - 1960

*          Olha a Ribeirinha (Amália/ Carlos Gonçalves) - 1983

*          Olha o Grilo (Marcha de Marvila) - 1964

*          Olhos Fechados (Pedro Homem de Mello/Armando Goes) - 1967

*          Oliveirinha da Serra (popular) - 1971

*          Os Amantes do Tejo - 1955

*          Os Teus Olhos são Dois Círios (Linhares Barbosa/Música do "Fado Menor") - 1952

*          Padre Zé (Nóbrega e Sousa/Vilar da Costa) - 1970

*          Para Tí - 1958

*          Paresito Faraon (Montes/Benito X) - 1964, 1966

*          Paris s'eveille la Nuit (Roger Lucchesi/Jacques Plante) - 1958, 1972, 1974

*          Partindo-se - 1968, 1973

*          Passarinho (popular) - 1971

*          Passei por Você (Frederico de Brito/Alfredo Duarte "Marceneiro") - 1945

*          Pedro Gaiteiro - 1967

*          Perdigão (Camões/Alain Oulman) - 1977

*          Perigosas Elas São - 1971

*          Perlimpimpim - 1983

*          Perseguição (Avelino de Sousa/Carlos da Maia) - 1945, 1957, 1973, 1976

*          Petenera Portuguesa - 1960

*          Plegaria - 1958, 1972

*          Por um Amor - 1955, 1957

*          Porompompero - 1979, 1987

*          Portugal Cor-de-Rosa - 1969

*          Pot-pourri - 1987

*          Povo que Lavas no Rio (Pedro Homem de Mello/Joaquim Campos) - 1962, 1963, 1970, 1972, 1987

*          Prece (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) - 1987, 1990

*          Primavera (David Mourão-Ferreira/Música do "Fado Pedro Rodrigues") - 1956, 1958, 1965, 1967, 1973

*          Procura (António de Sousa/Alain Oulman) - 1966

*          Quando a Noite Vem - 1953/56

*          Quando eu Era Pequenina (popular) - 1971

*          Quand les Filles vont au Bal (Vai de Roda Agora) (popular) - 1989

*          Quando os Outros te Batem, Beijo-te Eu (Pedro Homem de Mello/A. Machado) - 1951/52, 1958, 1962, 1967, 1986

*          Quando se Gosta de Alguém (Amália) - 1980

*          Que Deus me Perdoe (Silva Tavares/Frederico Valério) - 1951/52, 1957, 1958, 1967, 1969, 1982, 1987

*          Que Fazes aí Lisboa (Mário Gonçalves(Arlindo de Carvalho) - 1990

*          Quel Fazzolettino - 1973

*          Quem o Fado Calunia - 1960

*          Raízes (Sidónio Muralha/Henrique Lourenço) - 1958, 1965

*          Ramalhete - (?)

*          Rapariga Tola Tola (popular) - 1967, 1973

*          Rasga o Passado - 1963

*          Ressurreição - 1978

*          Romance (Afonso Lopes Vieira/Carlos Gonçalves) - 1990

*          Rondel do Alentejo (Almada Negreiros/Fernando Guerra) - 1990

*          Rosa Branca ao Peito (popular) - 1971

*          Rosa Tirana (popular) - 1967, 1973

*          Rosa Vermelha (José Carlos Ary dos Santos/Alain Oulman) - 1977

*          Rosinha da Serra d'Arga (popular) - 1972, 1987

*          Rua do Capelão (Frederico de Freitas/João Alves Coelho) - 1972

*          Rua do Silêncio - 1963

*          Rua Sombria - 1967

*          S. João Menino - 1983

*          Sabe-se Lá (Silva Tavares/Frederico Valério) - 1951/52, 1957, 1958, 1961, 1967, 1969, 1982

*          Sangue Toureiro (Frederico Valério/Guilherme Pereira da Rosa) - 1958 

*           Sant'Antonio Allu Desertu - 1973              

*          Sardinheiras (Linhares Barbosa/Fernando Freitas) - 1945

*          Saudade di Itapuã - 1958, 1972

*          Saudade Vai-te Embora - 1960, 1962, 1969

*          Saudades do Brasil em Portugal - 1970

*          Se Deixas de Ser quem És (Amália/Carlos dos Santos Gonçalves) - 1980

*          Sei Finalmente (Linhares Barbosa/Armando Freire "Armandinho") - 1945

*          Seja Pedro ou Seja Paulo - 1974

*          Sejamos como Toda a Gente - 1971

*          Sem Razão - 1958

*          Sempre e Sempre Amor (D. J. Ferreira/P. G. Redi) - 1953/56, 1958

*          Senhora d'Aires (popular) - 1971

*          Senhora do Amparo (popular) - 1971

*          Senhora do Livramento (popular) - 1967

*          Senhora que Bem Pareceis - 1971

*          Sete Anos de Pastor (Camões/Carlos Gonçalves) - 1990

*          Si Si Si - 1965, 1979

*          Só à Noitinha (Saudades de Ti) (Amadeu do Vale/Raul Ferrão/ Frederico Valério) - 1945, 1951, 1966, 1982

*          Só Lisboa - 1965, 1969

*          Sombra (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1965

*          Sora Menica - 1973

*          Sou Filha das Ervas (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Summertime (George Gershwin/D. Heyward) - 1965

*          Sur un Air de Guitarre - 1967

 

 

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AMÁLIA - Apontamentos - Temas Gravados S a Z

 Temas gravados por Amália de S a Z

 

*          S. João Menino - 1983

*          Sabe-se Lá (Silva Tavares/Frederico Valério) - 1951/52, 1957, 1958, 1961, 1967, 1969, 1982

*          Sangue Toureiro (Frederico Valério/Guilherme Pereira da Rosa) - 1958 

*           Sant'Antonio Allu Desertu - 1973              

*          Sardinheiras (Linhares Barbosa/Fernando Freitas) - 1945

*          Saudade di Itapuã - 1958, 1972

*          Saudade Vai-te Embora - 1960, 1962, 1969

*          Saudades do Brasil em Portugal - 1970

*          Se Deixas de Ser quem És (Amália/Carlos dos Santos Gonçalves) - 1980

*          Sei Finalmente (Linhares Barbosa/Armando Freire "Armandinho") - 1945

*          Seja Pedro ou Seja Paulo - 1974

*          Sejamos como Toda a Gente - 1971

*          Sem Razão - 1958

*          Sempre e Sempre Amor (D. J. Ferreira/P. G. Redi) - 1953/56, 1958

*          Senhora d'Aires (popular) - 1971

*          Senhora do Amparo (popular) - 1971

*          Senhora do Livramento (popular) - 1967

*          Senhora que Bem Pareceis - 1971

*          Sete Anos de Pastor (Camões/Carlos Gonçalves) - 1990

*          Si Si Si - 1965, 1979

*          Só à Noitinha (Saudades de Ti) (Amadeu do Vale/Raul Ferrão/ Frederico Valério) - 1945, 1951, 1966, 1982

*          Só Lisboa - 1965, 1969

*          Sombra (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - 1965

*          Sora Menica - 1973

*          Sou Filha das Ervas (Amália/Carlos Gonçalves) - 1983

*          Summertime (George Gershwin/D. Heyward) - 1965

*          Sur un Air de Guitarre - 1967

*          Tani - 1954, 1958

*          Tarantella - 1973

*          Tentação - 1957, 1958, 1967

*          Teus Olhos São Duas Fontes (Amália/José Fontes Rocha) - 1980

*          The Nearness of You (Ned Washington/Hoagy Carmichael) - 1965

*          Timpanas (Júlio Dantas/Frederico de Freitas) - 1968, 1987

*          Tiramole - 1973

*          Tirana (popular) - 1967, 1972

*          Tiro Liro Liro (popular) - 1973, 1976

*          Tive um Coração, Perdi-o (Amália/José Fontes Rocha) - 1980

*          Todos me Querem (popular) - 1971

*          Toiro! Eh! Toiro! - 1958

*          Trago Fados nos Sentidos (Amália/José Fontes Rocha) - 1980

*          Tramontana - 1971

*          Trepa no Coqueiro – 1955, 1960

*          Três Ruas (Amadeu do Vale/Fernando de Carvalho) - 1958

*          Triste Sina - 1958, 1969

*          Troca de Olhares (Linhares Barbosa/Martinho d'Assunção) - 1945

*          Trova do Vento que Passa (Manuel Alegre/Alain Oulman) - 1970, 1974

*          Trovisqueira (popular) - 1971

*          Tu Recuerdo y Yo - 1958

*          Tudo Isto é Fado (Aníbal Nazaré/Fernando de Carvalho) - 1952, 1953/56, 1957, 1958, 1961, 1962, 1967, 1973, 1976

*          Um Fado - 1968, 1974

*          Um Fado Nasce - 1967

*          Um só Amor (Frederico Valério/Guilherme Pereira da Rosa) - 1958 

*          Uma Casa Portuguesa (R. Ferreira/V. M. Sequeira/A. Fonseca) - 1952, 1954, 1955, 1957, 1958, 1960, 1962, 1988

*          Uma Pastora Delgada - 1971

*          Vagabundo - 1970

*          Vagamundo (Alfredo Duarte "Marceneiro"/Alain Oulman) - 1962

*          Vai Aqui o Alto Pina - 1969

*          Vai de Roda Agora (Alberto Janes) - 1969, 1971, 1981

*          Valentim (popular) - 1972

*          Vamos os Dois para a Farra - (?)

*          Variações em Mi Menor - 1987

*          Variações no Fado Lopes - 1967

*          Vem ao Castelo - 1969

*          Vem Comigo Irmã - 1971

*          Verde Pino, Verde Mastro (Alexandre O'Neil/Alain Oulman) - 1973

*          Verde, Verde (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) - 1965

*          Vi o Menino Jesus - 1981

*          Vida Enganada - 1963, 1973

*          Vieste Depois - 1953/56, 1958

*          Vim Esperar o Meu Amigo - 1971

*          Vingança (L. Rodrigues) - 1952, 1953/56, 1975

*          Vitti'na Crozza – 1973

*          Viuvinha (Popular/Alain Oulman) - 1969

*          Vou Dar de Beber à Dor (Alberto Janes) - 1968, 1971, 1976

*          Who Will Buy (Lionel Bart) - 1965

*          Zanguei-me com o Meu Amor - 1953/56, 1958

*          Zarzamora - 1953/56

*          Zé Soldado, Soldadinho - 1971

 Total: 476 temas

 

 

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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

AMÁLIA - Apontamentos - Músicos que a acompanharam

 

 

 

 

António (Tó) Moliças (viola-baixo)

Alain Oulman (piano)

Carlos Gonçalves (guitarra portuguesa)

Castro Mota (viola)

Domingos Camarinha (guitarra portuguesa)

Fernando Alvim (viola)

Fernando de Carvalho (maestro)

Fernando de Freitas (orquestra de guitarras)

Fontes Rocha (guitarra portuguesa)

Francisco Perez Andion "Paquito" (viola)

Frederico Valério (maestro)

Gaya (maestro)

Jaime Santos (guitarra portuguesa)

Joaquim Luís Gomes (maestro)

João Nobre (maestro)

Joel Pina (viola-baixo)

Jorge Costa Pinto (maestro)

Jorge Fernando (viola)

José Nunes (guitarra portuguesa)

Júlio Gomes (viola)

Lelo Nogueira (viola)

Luis Ribeiro (guitarra portuguesa)

Manuel Martins (viola)

Mário Pacheco (viola)

Mário Simões (conjunto)

Martinho d'Assunção (viola)

Norrie Paramor (maestro)

Paul Gerard (maestro)

Pedro Leal (viola)

Pinto Varela (guitarra)

Raul Nery (guitarra portuguesa)

Rocha Oliveira (maestro)

Santos Moreira (viola)

 

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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

AMÁLIA - Apontamentos - Cronologia

 

 

1920

Nasce em Lisboa na Rua Martin Vaz, nº 86 - 4º no  na freguesia da Pena, a 23 de Julho

 

1929

Vive  em Alcantara,  em casa da avó,  e entra na Escola Oficial da Tapada da Ajuda, onde terminará a instrução primária.

 

1934

Trabalha como bordadeira, engomadeira e tarefeira.

 

1935

Desfila na Marcha de Alcântara e canta pela primeira vez, acompanhada à guitarra, numa festa de beneficência, usando o nome artístico de Amália Rebordão

 

1936

É solista na Marcha de Alcantara.

 

1938

Representando o Bairro de Alcântara era para participar no Concurso da Primavera, tal não aconteceu.

É levada à redacção da Guitarra de Portugal e ouvida por João Linhares Barbosa, ainda como Amália Rebordão

 

1939

Pela mão de Santos Moreira é apresentada a Jorge Soriano que é o director do Retiro da Severa. È de imediato contratada e com o nome artístico de Amália Rodrigues,  no dia da estreia interpreta três fados e é acompanhada por Armandinho, Jaime Santos, José Marques, Santos Moreira, Abel Negrão e Alberto Correia. Teve um êxito redundante.

Ainda neste ano passa a actuar também no Solar da Alegria e no Café Luso.

 

1940

Casa com Francisco da Cruz, torneiro mecânico de profissão e guitarrista amador,  que conhecera nos ensaios do Concurso da Primavera.

 

1942

Divorcia-se de Francisco da Cruz.

 

1944

A estada no Brasil, prevista para seis semanas, estende-se por três meses. Actua no Casino de Copacabana.

 

1945

No Brasil grava os primeiros dos 170 discos (em 78 rotações)  da sua carreira.

 

1947

É protagonista no filme «Capas Negras», batendo todos os recordes de exibição ( 22 semanas em cartaz no Cinema Condes).

 

1948

Recebe o prémio do SNI (Secretariado Nacional de Informação) para a melhor actriz, pelo seu papel em «Fado», filme de Perdigão Queiroga.

 

1949

Actua pela primeira vez em Paris e Londres.

 

1951

Digressão a África: Moçambique, Angola e Congo.

 

1952

Actua pela primeira vez em Nova Iorque no La Vie en Rose, ficando 4 meses em cartaz. Assina contrato com a editora discográfica Valentim de Carvalho, que passa a gravar todos os seus discos.

 

1953

É a primeira artista portuguesa a cantar na televisão americana no programa «Eddie Fisher Show».

 

1954

Edita o primeiro LP nos Estados Unidos. Actua no Mocambo, em Hollywood.

 

1955

Interpreta a «Canção do Mar» e o «Barco Negro» no filme de Henri Verneuil «Os Amantes do Tejo». Filma no México «Música de Sempre» com Edith Piaf.

 

1957

Estreia-se no Olympia em Paris e começa a cantar em francês. Charles Aznavour escreve para ela «Ai, Mourrir pour Toi».

 

1961

Casa no Brasil na cidade do  Rio de Janeiro com o Engº. César Seabra .

 

1962

Lança o disco «Asas Fechadas» e «Povo que Lavas no Rio» do poeta Pedro Homem de Mello.

 

1966

Actua no Lincoln Center (Nova Iorque) com uma orquestra sinfónica dirigida pelo maestro André Kostelanetz.

 

1967

Recebe em Cannes, pela mãos do actor Anthony Quinn, o prémio MIDEM (Disco de Ouro) para o artista que mais discos vende no seu país, facto que se repete nos dois anos seguintes, proeza só igualada pelos Beatles.

 

1970

Actua em Tóquio, Nova Iorque e Roma e recebe uma alta condecoração francesa.

 

1975

Regressa ao Olympia em Paris.

 

1976

É editado pela UNESCO o disco «Le Cadeau de la Vie» em que figura ao lado de Maria Callas e de Jonhn Lennon.

 

1977

Canta no Carnegie Hall de Nova Iorque.

 

1980

É condecorada com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa, pela Câmara Municipal de Lisboa e na pessoa do presidente de então o Engº Nuno Crus Abecassis, conjuntamente com Alfredo Marceneiro e Hermínia Silva.

 

1982

Faleceu Alfredo Marceneiro, autor de músicas de fados que cantou e em especial o “Fado Bailado” para o seu poema “Estranha Forma de Vida”. Amália vai à Capela fúnebre da Igreja de Santa Isabel homenageá-lo.

 

1983

Actua na Grande Noite do Fado no Coliseu dos Recreios que nesse ano homenageia Alfredo Marceneiro.

 

1985

Volta a cantar no Olympia de Paris. Dá o primeiro concerto a solo no Coliseu dos Recreios de Lisboa.

 

1989

Comemora os 50 anos de carreira com uma exposição no Museu do Teatro em Lisboa.

 

1990

Dois grande espectáculos: Coliseu dos Recreios e no S. Carlos onde, pela primeira vez em 200 anos, se ouve cantar o fado.

 

1994

Actua pela última vez em público no âmbito de Lisboa, Capital da Cultura.

 

1995

É operada a um tumor no pulmão. Edita o seu último disco «Pela Primeira Vez».

 

1997

Faleceu seu marido o engenheiro César Seabra, estiveram casados 36 anos.

 

 

1998

É lançado o disco O melhor de Amália, muito aclamado pela crítica internacional. É homenageada na Expo 98.

 

1999

A 6 de Outubro morre em Lisboa, na sua casa na Rua de S. Bento.

 

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Viva Lisboa: Amaliano ou Amalista
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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

AMÁLIA 10 ANOS DE SAUDADE

Amália com o guitarrista José Nunes

 

A Tua Voz Amália           
 
A tua voz, Amália, é quente como um raio de sol em dia de inverno e fresca como talhada de melancia em tarde de canícula... É doce como um beijo de amor antes da posse e amarga como travo de ciúme após o amor... É macia como pétalas de rosa-chá ao bater Trindades e áspera como espinhos a fazer sangrar...
Nos teus olhos, Amália, negros e profundos como poços sem fundo, brilhantes e deslumbrantes como gemas preciosas, retracta-se a tua alma onde cabe a vida com todos os seus desesperos e crenças, com todas as suas revoltas e amores. Tudo quanto a vida tem de mau e de bom, as teus olhas o exprimem como nenhuns outros... Eles são a fonte onde vais beber a tua voz impar — essa voz que nos prende e nos domina, essa voz bruxa que nas encanta e faz sonhar...
Amália — encarnação da Severa e da Maria Vitória numa alma só — Amália sonhadora e boémia, Amália fadista e perdulária. Amália Mulher, pela magia da lua voz, para tudo quanto ela nos dá de vida palpitante e viva, — bendita sejas tu, Amália ! Bendita seja a tua voz !
 
Francisco Radamanto

 

Amália canta o Fado "AMÁLIA"

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Viva Lisboa: Foste a Maior
música: Amália
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

JOSÉ BORGES

José Borges nasceu em Lisboa.
Começou a cantar como amador.

 Acaba por se profissionalizar ao ter ganho um concurso de Fado, que ganhou.

Cantava essencialmente Fado de Coimbra e escreveu poemas do género, para o seu repertório.
Foi empresário no Bairro Alto,  como proprietário do Restautante Típico Lar Português.
Após o fecho do restaurante nos anos setenta, emigrou para os Estados Unidos.

José Borges

Canta: Canção de Portugal

 

 

 

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música: Canção de Portugal
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

VALENTINA FELIX

Valentina Felix
Nasceu no Algarve.
Começou a cantar aos 17 anos como vocalista num um grupo de jazz.
Anos mais tarde começa a cantar o Fado e grava 2 discos.

 Valentina Felix

Canta:Barcos do Tejo

Letra: Lopes Vítor

Música Martinho d´Assunção

 

 

 

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música: Barcos do Tejo
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Sábado, 15 de Agosto de 2009

GRIPE A

 FAÇO VOTOS,  PARA QUE MAIS ESTA CONTRADIÇÃO NAS NOSSAS VIDAS, SEJA ULTRAPASSADA COM O MENOS DE DANOS POSSÍVEIS.

 

QUANDO DA PNEUMÓNICA,  OU MESMO DO SURTO DA TUBERCULOSE NO INÍCIO DO SÉCULO VINTE, PORTUGAL TEVES DANOS MENOS SIGNIFICATIVOS QUE OUTROS PAÍSES, POIS ERA-MOS UM POVO QUE CONSUMIA CEBOLA, ALHO E LEGUMES EM GERAL.QUANDO DA GRIPE ASIÁTICA, ERA EU MIÚDO, TAMBÉM FUI CONTAMINADO, NÃO TINHAMOS OS RECURSOS DE HOJE, E ULTRAPASSÁMOS.VAMOS PENSAR POSITIVO E SE DEUS NOS AJUDAR E OS POLÍTICOS RESPONSÁVEIS TOMAREM AS MEDIDAS QUE SE PROPUSERAM, E NÓS  SEGUIR-MOS Á RISCA AS INDICAÇÕES DA AUTORIDADES SANITÁRIAS, O MAL SERÁ MENOR.

 

BOA SORTE 

Conselhos sobre a Gripe A

Conteúdo:

1 – CONSTIPADO OU COM GRIPE A ?

2 – PREPARAÇÃO E PREVENÇÃO EM CASO DE GRIPE GENERALIZADA (GRIPE A)

3 – COMO REDUZIR O RISCO DE CONTÁGIO DURANTE UMA PANDEMIA

4 - COMO LAVAR AS MÃOS ?

5 – CONTACTO COM UMA PESSOA DOENTE

6 – QUANDO SE ESTÁ DOENTE

7 – CUIDADOS A TER EM CASA, COM OS VIZINHOS E NAS COMPRAS

8 – CUIDADOS A TER NO LOCAL DE TRABALHO OU NA ESCOLA

 

1 – CONSTIPADO OU COM GRIPE A ?

 A gripe é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus influenza. Esta doença é muito contagiosa e transmite-se facilmente de pessoa para pessoa:

·      Por via aérea, quando o infectado fala, tosse ou espirra expele gotículas que contêm o vírus e podem ser inaladas por outras pessoas;

·      Pelas mãos, tocando numa pessoa infectada ou em superfícies contaminadas com o vírus – que pode sobreviver vários dias num objecto – e, seguidamente, levando as mãos aos olhos, boca ou nariz.

Os sintomas da gripe A são semelhantes aos sintomas de uma constipação comum, embora se apresentem com maior gravidade. Algumas diferenças entre a gripe A e a constipação comum estão representadas no quadro que se segue:

 

Gripe A

Constipação Comum

Sintomas

Febre

38o – 40oC pode durar cerca de 3-4 dias

Raro

Dor de cabeça

Pode ser muito intensa

Raro

Dores musculares

Podem ser muito intensas

Raro

Fadiga marcada

Normal, pode durar cerca de 2-3 semanas ou mais após doença aguda

Verifica-se algumas vezes, mas de forma moderada

Fadiga debilitadora

Primeiros sintomas podem ser muito debilitantes

Raro

Náuseas, vómitos e diarreia

Frequente em crianças com menos de 5 anos

Raro

Lacrimejo

Raro

Frequente

Congestão nasal (pingo)

Raro

Frequente

Espirro

Raro

Frequente

Dor de garganta

Habitual

Habitual

Complicações

Deficiência respiratória pré-existente pode levar a uma situação crónica e pôr a vida em risco

Nariz entupido e dores de ouvidos

Fatalidades

Bem conhecidas

Não existem relatos

Prevenção

Vacina da gripe, lavar as mãos frequentemente, cobrir a boca e o nariz com um lenço durante acessos de tosse ou espirro

2 – PREPARAÇÃO E PREVENÇÃO EM CASO DE GRIPE GENERALIZADA (GRIPE A)

Durante uma pandemia (transmissão generalizada da Gripe A), é provável que as autoridades imponham restrições de actividades, movimentações ou viagens para evitar a propagação da vírus da gripe.

É possível que se peça à população que permaneça em casa por um período de tempo prolongado, mesmo às pessoas que não estão doentes.

Nesta situação, poderão fechar temporariamente as escolas, os locais de trabalho e os sítios de concentração de pessoas.

Os transportes públicos (autocarros, metro, comboios e aviões) poderão ser limitados. Assim, o absentismo ao trabalho poderá ser elevado. Os serviços básicos como o policiamento, poderão ser afectados.

Nestes casos, cada indivíduo, cada família e as pessoas das suas relações necessitarão de entreajuda.

 

3 – COMO REDUZIR O RISCO DE CONTÁGIO DURANTE UMA PANDEMIA

·         Estar convenientemente informado e respeitar as indicações dos técnicos de saúde relativamente a restrições de viagens, encerramento de lugares públicos (em particular as escolas) e outras medidas de saúde pública.

·         Evitar aglomerações de pessoas, transportes públicos, elevadores, salas de espera, reuniões, bancos, supermercados, lugares públicos em geral, sempre que possível.

·         Manter uma boa higiene pessoal, lavando frequentemente as mãos, de forma a reduzir a transmissão do vírus através das mãos para nós e outras pessoas. As mãos podem estar contaminadas e a pessoa pode não estar infectada, na medida em que a infecção pressupõe a introdução e o desenvolvimento do vírus no organismo. Assim, a lavagem das mãos é uma das mais importantes medidas de prevenção.

·         Cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirrar, usando, sempre que possível um lenço de papel e lavando as mãos imediatamente a seguir. Tossir ou espirrar cobrindo o nariz e a boca com a parte superior do braço ou da manga (e não com as mãos), quando não tiver lenços de papel.

·         Desfazer-se dos lenços de papel usados, colocando-os cuidadosamente num saco fechado e depois no lixo.

·         Manter as mãos afastadas dos olhos, do nariz e da boca para evitar que os germens se introduzam no corpo.

·         Manter limpas as áreas de trabalho e da vida quotidiana, nomeadamente as superfícies que estão mais frequentemente em contacto com as mãos (por exemplo, telefones, mesas de refeições, bancas de cozinha, maçanetas/puxadores de porta, torneiras, teclados, ratos de computador, telefones, etc.), usando toalhetes com álcool, ou produtos desinfectantes como água com lixívia.

·         Evitar viagens que não sejam essenciais.

·         O vírus permanece activo nas superfícies entre 2 a 8 horas.

·         O vírus não se transmite através da água para consumo humano, de piscinas, de parques aquáticos nem através dos alimentos.

·         O uso de máscaras na comunidade, não está recomendado, segundo a Organização Mundial de saúde.

·         Se tiver sintomas de gripe, permanecer em casa e contactar o 808 24 24 24 (não vá ao hospital, aguarde as instruções da linha saúde, pois corre riscos acrescidos de contágio no hospital!). Descansar muito, beber líquidos em abundância e seguir rigorosamente os conselhos do seu médico e das autoridades de saúde.

·         Certificar-se que as crianças da sua família seguem estes conselhos. Pois como são pequenas têm maior dificuldade em absorver novos comportamentos.

 

4 - COMO LAVAR AS MÃOS ?

 

As mãos devem ser lavadas:

·         Assim que chegar a casa e ao trabalho.

·         Antes, durante e depois de cozinhar.

·         Depois de utilizar a casa-de-banho.

·         Depois de se assoar, tossir ou espirrar.

·         Frequentemente, quando em contacto com alguém doente.

·         Depois de utilizar objectos que possam estar contaminados.

Como lavar as mãos:

1.       Molhar as mãos com água quente.

2.       Adicionar sabão na palma da mão.

3.       Esfregar as mãos até criar espuma.

4.       Esfregar bem de forma a cobrir a toda a mão e entre os dedos.

5.       Lavar os nós dos dedos, costas das mãos e os dedos (não esquecer de lavar o dedo polegar!).

6.       Esfregar bem entre o polegar e o indicador.

7.       Esfregar bem a cabeça dos dedos na palma da mão para limpas as unhas (não esquecer de lavar por baixo das unhas).

8.       Passar bem as mãos por água quente.

9.       Secar as mãos com um lenço de papel e depois utilizar o lenço para fechar a torneira e abrir/fechar portas (evitando assim o perigo de contaminar de novo as mãos). O lenço de papel usado deve ser colocado no lixo, num saco fechado.

Alternativamente poderá lavar as mãos com toalhetes à base de álcool.


 

5 – CONTACTO COM UMA PESSOA DOENTE

Caso esteja em contacto com um pessoa doente, deve ficar de quarentena, mesmo que não tenha sintomas da gripe, a fim de proteger a sua saúde e a saúde dos outros e evitar a disseminação da doença.

Neste caso, a quarentena representa ficar em casa durante 3 dias desde o contacto com a pessoa doente até à confirmação ou negação da doença. Durante este período, deve ter precauções em relação aos contactos com os familiares que habitam a sua casa e não deve receber visitas.

Cuidados a ter:

·         Manter uma distância mínima de 1 metro das pessoas.

·         Reforçar as medidas de higiene pessoal.

·         Lavar todos os objectos pessoais.

 

6 – QUANDO SE ESTÁ DOENTE

·         O doente oferece perigo de contágio desde as 24 horas anteriores ao aparecimento dos sintomas e até 5 dias depois de os sintomas desaparecerem.

·         O doente deve ficar isolado num quarto com a porta fechada (se possível); o isolamento deve durar pelo menos 7 dias ou até os sintomas desaparecerem.

·         O doente deve manter uma distância mínima de 1 metro dos familiares.

·         O quarto do doente deve ser arejado com frequência.

·         Todas as superfícies duras ou objectos em que o doente mexa devem ser muito bem lavadas com água e sabão ou água com 10% de lixívia.

·         O doente não poderá receber visitas. O apoio médico da linha de saúde 808 24 24 24 da Direcção Geral de Saúde.

·         O doente e todas as pessoas que habitam na mesma casa do doente devem lavar as mãos frequentemente.

·         Os objectos de higiene pessoal do doente devem ser mantidos afastados do resto da família.

·         A loiça e roupa do doente devem ser separadas e lavadas com água quente e detergente.

·         Os membros da família do doente devem permanecer em casa, pelo menos até 3 dias, após o desaparecimento dos sintomas gripais do doente.

·         Quem presta cuidados directos ao doente, como tratar da sua higiene pessoal ou alimentação, deverá ter cuidados extra de protecção, usando luvas, máscara facial e vestuário apropriado.


 

7 – CUIDADOS A TER EM CASA, COM OS VIZINHOS E NAS COMPRAS

 ·         Ajudar os familiares, amigos e vizinhos que vivam sozinhos.

·         Antecipar o que será necessário ter em casa durante a pandemia.

·         Apesar de a maior parte dos animais domésticos não oferecerem risco de contrair ou transmitir o vírus, os gatos, porcos, cavalos e pássaros podem contrair influenza. Pelo que deverá ter cuidados extras, como lavar as mãos depois de ter estado em contacto com estes animais.

·         Prever o encerramento de escolas e ATL’s, e, consequentemente, a ocupação das crianças em casa.

·         Ter uma lista actualizada dos telefones de emergência em lugar de fácil acesso a todos os familiares.

·         Prever a entrega das crianças aos cuidados de uma pessoa responsável, no caso de ausência dos pais ou dos encarregados de educação.

·         Fazer compras fora das horas de ponta, utilizar sempre que possível os serviços de entrega em casa, para evitar aglomeração de pessoas.

·         Identificar na zona de residência lojas que estejam abertas 24 horas por dia.

·         Identificar farmácias e fornecedores que aceitem encomendas por telefone ou internet.

·         Pague as suas contas através da internet evite os locais públicos.


 

8 – CUIDADOS A TER NO LOCAL DE TRABALHO OU NA ESCOLA

 ·         Se se sentir doente no trabalho ou na escola avise o responsável, e seguir as suas instruções; ou regressar imediatamente a casa.

·         Não utilizar transportes públicos, se possível, usar o carro pessoal ou ir a pé ou de bicicleta.

·         Ir mais cedo ou mais tarde para o trabalho para evitar a hora de ponta.

·         Evitar o contacto com outras pessoas, caso isto não seja possível, manter uma distância mínima de 1 metro.

·         Evitar cumprimentos como apertos de mão, abraços ou beijos.

·         Sempre que possível trabalhar em casa.

·         Trabalhar em horários flexíveis para evitar frequentar locais fechados com outras pessoas.

·         Sempre que possível, cancelar ou adiar viagens e reuniões. Utilizar vídeo ou teleconferência e correio electrónico.

·         Levar o almoço de casa, comer no local de trabalho e evitar refeitórios.

·         Utilizar as escadas de serviço, em vez dos elevadores, usando um lenço de papel ou luvas para tocar no corrimão, se necessário.

Fontes:

·         Ministério da Saúde / Direcção-Geral de Saúde

·         Organização Mundial de Saúde

·         Cruz Vermelha

 

 

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

NATALINO DUARTE

Natalino DuarteTeodósio, nasceu em Lisboa no Bairro de Campo d´Ourique, freguesia de Santa Isabel, no dia 11 de Fevereiro de 1935.

Começou desde muito jovem a cantar em festas nas colectividades.

Foi o grande vencedor do concurso "Primavera do Fado", em 1957, ano em que se esteou com profissional no Café Luso.

Actuou na Emissora Nacional e colaborou em três programas de televisão.

Actuou no estrangeiro, Canadá e Estados Unidos.

Natalino Duarte gravou cerca de 10 EP´s, tendo ao longo da sua carreira cerca de 20 Fados da sua criação.

Não foi um fadista que tenha passado por muitos recintos típicos,

 se estreou como profissional, no Café Luso, actuou no "Pico do Areeiro", na "Parreirinha de Alfama" e mais tarde,  quando o conheci, tinha sido contratado para o "Timpanas" ao lado de Maria Valejo e Filipe Duarte.

Nos anos setenta foi convidado para gerente artistico do "Páteo Alfacinha", onde  teve mais visibilidade, pelas suas actuações que eram muitas vezes gravadas pela RTP, que ali frequentemente gravava programas de Fado.

Natalino Duarte  manteve-se no "Páteo Alfacinha" até à sua reforma.

Entre os discos que gravou, houve dois EP´s, para a Rapsódia. um em dueto com Isabel de Oliveira, e outro a solo, com os temas:  Morena Lá do Canto, Oiça Lá óh Senhor Vinho, Saudoso Fado e Ñão me quiz, foi acompanhao pelas guitarras de Manuel Mendes e António Parreira, e com as violas de Raul Silva e Carlos Duarte.

Infelizmente já não está conosco.

 

© Vítor Duarte Marceneiro

 

 

Natalino Duarte

Canta: Oh! Morena Lá do Canto

 

 

                                                              
Nota: Esta biografia já tinha sido publicada em 29 de Novembro de 2007, mas recebi um contacto do filho de Natalino Duarte,  Luís Teodósio, que me facultou mais informações, pelo que  volto hoje a publicar esta página.

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Viva Lisboa: Ah! Fadista
música: Oh! Morena Lá do Canto
publicado por Vítor Marceneiro às 19:00
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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

GERAÇÃO MARCENEIRO - Fado d´Alma

 

Da minha amiga, a poetisa Maria José Praça, recebi estes versos, que muito agradeço. Neste trabalho por vezes angustiante, cai sempre bem um "miminho"

 

 

No sangue que Deus me deu
Há pós de fado enrolados
Que cantam pregões ao vento
Desta Lisboa dos fados
 
Dos fados que vão correntes
Em vozes d'inibriar
À lareira das guitarras
Em ondas soltas de mar
 
A tradição rezou jura
De pai p´ra filho , p'ra neto
Marceneiro , é fado-d'alma
Asa d'um fado que freme...  

 

 

 

Para o Vítor com um beijinho - Maria José Praça

 

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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Latim de Lisboa

 LATIM DE LISBOA  

Poema de: Maria José Praça
 
Com manjericos,fogueiras e alcachofras
Canto este fado em latim de Lisboa
E ao vento do luar das quatro luas
Ajeito-me ao seu xaile com canoas
 
                                           E em romaria de fragata ao Tejo
                                           Em de mansinho canto que me afunda
                                          Teço-me em passos nas pedras da calçada
                                           E em verbo d'ir andando
                                           Sigo a bruma
 
À beira Tejo vislumbro madrugadas
E em rimas de memória ao Sol de pôr-se
Desenho-me em saudades nos recantos
Que vão p'ra lá da Índia
À vela, soltas
 
                                            E em sopros contrários
                                            Sigo o canto
                                            D'um campo rubro de cravos e papoilas
                                            Onde se cruza um bem-me-quer-ao-peito
                                            Que dá voz ao coração de Lisboa !

 

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publicado por Vítor Marceneiro às 00:15
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