Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

NUNO GONÇALO DA PAULA - Tributo a NÓBREGA E SOUSA

Tive a honra de ser convidado pelo autor, para aprentação do seu livro "NÓBREGA E SOUSA - Música no Coração", que teve lugar hoje dia 30 de Setembro de 2010 na FNAC - Vasco da Gama.

 

 

 

Nuno Gonçalo da Paula

Nasceu na cidade de Aveiro, em Outubro de 1984.

Desde cedo manifestou especial sensibilidade pela História e pela Música.

Reunindo este dois universos, a biografia de Nóbrega e Sousa é a sua primeira obra, através da qula presta tributo a uma personagem que particularmente admira

 

 

 

 

 

Nóbrega e Sousa – Música no Coração

sinopse

 

A Âncora editores publicou recentemente a biografia sobre o compositor Nóbrega e Sousa, autor com mais de seiscentas composições, desde canções ligeiras, passando pelos fados até às marchas. Intitula-se “Nóbrega e Sousa – Música no coração”, com autoria de Nuno Gonçalo da Paula.

A obra trata-se, na verdade, de um fresco sobre a Música Ligeira Portuguesa do século XX: festivais, autores, cantores, canções, edições discográficas são matéria ainda muito por estudar e dar a conhecer. Nesta edição se tentou fazer disso memória, tanto quanto possível.

Quanto a Nóbrega e Sousa (Aveiro, 1913, Lisboa, 2001), trata-se de um dos mais representativos compositores do século XX. Por exemplo, dos cinco festivais da RTP em que participou, ganhou três edições. Para além das funções de produção e autoria que desempenhou na Emissora Nacional, onde trabalhou três décadas, foi compositor de mais de seiscentas canções, dispersas por espectáculos de rádio, televisão, cinema e teatro e que nasceram em parceria com grandes poetas portugueses, Jerónimo Bragança, António Sousa Freitas, António José, David Mourão-Ferreira, entre outros. As grandes vozes dos anos quarenta a setenta interpretaram as suas melodias.

Convidado ao I Festival da Canção do Rio de Janeiro (1966), esteve presente, por duas vezes, na Eurovisão da Canção (1965 e 1979), e no I Festival da Canção de Tóquio (1970), bem como em inúmeros certames do género.

A obra regista a colaboração, entre outros, do general Ramalho Eanes, Luiz-Francisco Rebello, Artur Garcia, António Calvário, Celeste Rodrigues, Carlos Canelhas, Madalena Iglésias, Maria Armanda, Maria de Fátima Bravo, Maria de Lourdes Resende, Mariema, Nuno Nazareth Fernandes, Paulo Alexandre, Simone de OIiveira, Tonicha, entre outros.

A vida de Nóbrega e Sousa – desde a sua infância em Aveiro, os seus estudos, os vários ambientes epocais que vivenciou, a história de emblemáticas canções que escreveu (como Vocês sabem lá, do I Festival da Canção, que é a primeira canção moderna portuguesa), a sua participação no cinema, teatro e televisão, a sua obra em Aveiro. No que a este aspectos di respeito, dá-se conta, por exemplo, de uma revista para o Clube dos Galitos da autoria de Amadeu de Sousa e Guerra de Abreu com texto inédito.

Nesta edição se revelam também pormenores interessantes da nossa história recente, como o Festival da Canção de 1961, que, a ser aceite pela Eurovisão, teria sido o primeiro da representação portuguesa e com uma canção de Nóbrega e Sousa.

O livro tem dois apêndices relativos às edições gráficas e discográficas das melodias de Nóbrega e Sousa. Nessa listagem de cerca de quatrocentos e vinte títulos, duzentos e cinquenta são do registo do compositor e cento e setenta são acrescentas pelo seu biógrafo. Paralelamente à indicação das canções, apresentam-se oitenta e cinco capas de discos em vinil.

O lançamento em Lisboa acontece amanhã, 30 de Setembro, em Lisboa, sendo aí a obra introduzida por Marcelo Rebelo de Sousa. No dia seguinte, à meia-noite, Nuno Gonçalo da Paula é o convidado do programa da Rádio Sim (sintonia não audível em Aveiro, apenas por Internet) do Grupo Rádio Renascença. Sábado é o dia da apresentação em Aveiro, às 21h30, na Livraria Bertrand do Forum Aveiro, em que o orador convidado é o maestro aveirense Francisco Tavares, que dirigiu vários anos a banda do programa da RTP1 Praça da Alegria. Finalmente, dia 15 de Outubro, na RTP Memória, às 19h, o biógrafo de Nóbrega e Sousa e o neto do compositor Pedro Santana Carlos, estarão no espaço “Há conversa”, conduzido por Maria João Gama, no qual também estará presente, via telefone, Maria de Fátima Bravo.

 

Tóni de Matos

Canta Procuro e Não te Encontro

Autores: Nóbrega e Soua, A. José e L. Lampreia

 

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Viva Lisboa: ...sempre procurarei!
música: Procuro e não te encontro
publicado por Vítor Marceneiro às 14:00
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

FERNANDO PINTO RIBEIRO - Recordado por Armanda Ferreira

Natural da Guarda. Nasceu em 1928. Ao 17 anos vem para Lisboa após completar o Curso Liceal, inscrevendo-se na Faculdade de Direito, cujo curso não chegou a completar. Já em jovem começa a rimar as palavras, nunca deixando de escrever quadras soltas, tendo aos catorze anos escrito, o seu primeiro soneto a que dá o título de “Soneto dos 15 Anos”. 

 Colaborou nas Revistas Flama , Panorama, Páginas Literárias, em Jornais, como Diário de Notícia, Diário Ilustrado e em vários jornais regionais, tendo também sido publicados no Brasil alguns poemas de sua autoria.

 Foi Director da Revista de Letras e Artes “CONTRAVENTO” (1968), da qual só se conseguiram editar quatro números, dado que o seu cariz intelectual e democrático, não podia de deixar de ser amordaçado pela censura.

 Pertence aos corpos sociais da Sociedade da Língua Portuguesa, Sócio da Associação Portuguesa de Escritores, Cooperador da Sociedade Portuguesa de Autores, Sócio da Colectividade Grupo Dramático e Escolar “Os Combatentes”. (Colectividade Popular Centenária)

 Frequenta algumas noites de Fado e fica fascinado com o ambiente da noite fadista, começando sem que se aperceba, a identificar-se com a “expressão fadista” o que apela à sua alma de poeta, começando a escrever alguns fados que desde logo foram bastante elogiados. Compositores de Fado colaboraram, e a qualidade dos seus poemas é tal, que logo houve nomes do panorama musical do Fado que os quiseram interpretar, fadistas como: Ada de Castro, Alexandra Cruz, Anita Guerreiro, António Mourão, António Laborinho António Passão , António Severino, Arlindo de Carvalho, Artur Garcia, Beatriz da Conceição, Branco de Oliveira, Carlota Fortes, Chico Pessoa, Estela Alves, tia e sobrinha, Fernando Forte, Francisco Martinho, Humberto de Castro, Julieta Reis e sua filha Sara Reis, Lenita Gentil, Lídia Ribeiro, Maria Jô-Jô Pedro Lisboa, Lurdes Andrade, Natércia Maria, Simone de Oliveira Toni de Almeida,, Tonicha , Tristão da Silva, Xico Madureira, e outros. No início Fernando Pinto Ribeiro usava o pseudónimo "SÉRGIO VALENTINO".

 Alguns das suas letras para fado mais conhecidos, são: Às Meninas dos Meus Olhos, A Cantiga dos Pardais, Era um Marinheiro, Fado Alegre, Hino à Vida, Nas Ruas da Noite, Bom Fim de Semana, Noites Perdidas, Pensando em Ti, Lisboa vai, Pensando em Ti, , etc.

 Fernando Pinto Ribeiro faleceu em Lisboa a 20 de Fevereiro de 2009

 

 © Vítor Duarte Marceneiro

 

 

Nota: mais sobre o poeta em: http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/98954.html

   

 

RIMAS DE SAUDADE E DE AMIZADE

 

 À memória de Fernando Pinto Ribeiro, sempre    presente no seio dos seus amigos

 

   

Um ano e meio desde que partiste,  

 Deixando em nosso peito esta saudade  

 Que nos envolve, como um dia triste,

 A quem o sol roubou a claridade.  

 Estarás certamente lá no céu,

 Sobre uma fina nuvem de algodão,  

 A ensinar ao Menino-Deus  

 A rimar estrelas com perfeição.  

E os teus poemas voam pelo espaço,

 Formam grinaldas com a luz do luar,  

Que a Virgem-Mãe colhe em seu regaço

 Como pérolas de um santo colar.

 Um ano e meio desde que partiste!

 Mas permanece em nós esta amizade

 Que nos envolve como, em noite triste,

 Lençol de poesia bordado a saudade!

  

Armanda Ferreira  

22set2010 

 

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Viva Lisboa: Saudoso
publicado por Vítor Marceneiro às 06:11
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

ANTÓNIO PARREIRA - Guitarrista

 

Nasceu a 13 de Junho de  1946 nas Taipas - Stª Margarida da Serra , Grandola.

Desde muito jovem que se dedicou à música, começou por tocar  guitarra clássica (viola), tendo feito parelha com António Chainho, quando ainda ambos estava a viver no Alentarjo.   Decide  dedicar-se  à guitarra portuguesa. Em 1969 vem  para Lisboa começando a tocar em casas de Fado, inicia-se na Guitarra da Madragoa, inicialmente com o viola Armando Ferreira e pouco tempo depois com José Inácio, é aqui que toca primeiramente para meu pai e também tive a honra de me ter acompanhado, aliás  ganha enorme amizade com  meu pai, Alfredo Duarte Jr. , a quem acompanhou em diversos espectáculos em Portugal, estve ainda contratdo no Abil em Portugal, na Taverna de El-Rei, no Arreda  esteve também em Benavente a acompanhar Hermínia Silva, quando esta lá estava a cantar no Pôr-do-Sol,  aos fins de semana, acompanhou  também outros grandes nomes do Fado.

Foi durante cerca de 25 anos guitarrista privativo do Rodrigo, quer em espectáculos, quer no Forte D. Rodrigo.

António Parreira  também dá  aulas  guitarra portuguesa, e como “filho de peixe sabe nadar” não lhe foi difícil pôr a sua prole a tocar, é pai e mentor musical dos guitarristas Paulo Parreira e Ricardo Parreira.

António Parreira é um homem de fino trato, é estimado e admirado por toda a comunidade fadista.

Continua a tocar em recintos de Fado, actualmente actua no Pátio de Santana,  e simultaneamente dá aulas de guitarra portuguesa no Museu do Fado.

NOTA:Algumas biografias que circulam na Internet, que não deixam de ser uma homenagem ao António Parreira, mas têm erros que o póprio me pediu que solicitasse a sua rectificação, com os agradecimentos devidos. Como sabem este meu trabalho não tem a fiscalização do "Conselho Científico do Fado", mas ninguém dúvida que sou uma fonte segura.

 

  Video Clip

António Parreira

Variações sobre o Fado Mouraria

 

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Viva Lisboa: Grande Musico, Grande Amigo
música: Variações Fado Mouraria
publicado por Vítor Marceneiro às 23:30
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Sábado, 11 de Setembro de 2010

JOÃO VILLARET -actor e declamador

Nasceu em Lisboa a 10 de Maio de 1913.
Villaret dedicou-se ao teatro depois de terminar o liceu e durante os anos trinta e quarenta do século vinte, teve uma ascensão vertiginosa que o levou a triunfar nos palcos do teatro declamado e ligeiro e no cinema - onde assinou interpretações memoráveis em Três Espelhos, de 1947, e Frei Luís de Sousa, de 1950.
O seu amor pela poesia fez com que se viesse a tornar num dos recitadores mais extraordinários que Portugal conheceu.
O registo do seu recital no São Luiz, lançado em álbum, ainda hoje se mantém disponível.
Mas Villaret tinha também um especial apreço pela revista, onde se estreou em 1941 para escândalo daqueles que não gostavam de ver misturas. Em 1947, Aníbal Nazaré, António Porto e Nelson de Barros escrevem-lhe o Fado Falado, que criou na revista 'Tá Bem ou Não 'Tá?, verdadeira peça de antologia da história da música e do teatro popular portugueses. Um recitativo sobre uma melodia de Fado onde a letra, que jogava habilmente com a mitologia do género, era não cantada mas verdadeiramente "representada" por Villaret, que assim juntou ao cânone da música portuguesa mais um clássico. Outros êxitos, como A Vida é um Corridinho de 1952, ou a célebre Procissão de 1955, se lhe juntariam, mas o Fado Falado ficou marcante.
Nos anos 50, com o aparecimento da televisão, transpõe para este meio de comunicação a experiência que adquirira no palco, e também no cinema e programas radiofónicos. Aos domingos declamava na RTP com graça e paixão, poemas dos maiores autores nacionais
Ficaram célebres, entre outras, a sua interpretação como declamador dos poemas:

Procissão, de António Lopes Ribeiro (1955);
Cântico negro, de José Régio
O menino de sua mãe, de Fernando Pessoa
No cinema, Villaret surge em:
O Pai Tirano, de António Lopes Ribeiro (1941), numa breve aparição, como pedinte mudo;
Inês de Castro, de Leitão de Barros (1945), onde representa Martin, o bobo;
Camões, de Leitão de Barros (1946);
Três Espelhos, de Ladislao Vadja (1947), onde representa o inspector;
Frei Luís de Sousa, de António Lopes Ribeiro (1950), no papel de criado;
O Primo Basílio, de António Lopes Ribeiro (1959).
João Villaret faleceu a 21 de Janeiro de 1961, vítima de doença prolongada
Teve um irmão de seu nome Carlos Vilarett, que era pianista, e que o acompanhou muitas vezes em recitais. Carlos Vilarett, que eu cheguei a conhecer e ouvir tocar,era músico no “Dancing” Lua Nova, no Bairro Alto, mesmo ao lado do Luso, na Travessa da Queimada. Meu avô ia lá muitas vezes só para o ouvir, pois considerava-o um grande músico, e foi nessas idas que eu o conheci.
Consultas: Wikipédia, Vitor Pavão dos Santos, Biblioteca Nacional.
Apoio de Fernando Batista do Porto
  
 
João Villaret declama
Fado Falado
De: Aníbal Nazaré e Nelson de Barros
Video Clipe de " guilhas122"
 
   

 

 

Fado triste

Fado negro das vielas,

Onde a noite quando passa

Leva mais tempo a passar.

Ouve-se a voz,

Voz inspirada de uma raça

Que Mundo em fora

Nos levou pelo azul do mar.

Se o fado se canta e chora

Também se pode falar.

 

Mãos doloridas

Na guitarra

Que desgarra

Dor bizarra.

Mãos insofridas,

Mãos plangentes,

Mãos frementes,

Impacientes.

 

Mãos carinhosas,

De desejo,

Sequiosas como um beijo.

Mãos de pecado,

Mãos de fado

A guitarra a afagar

Como a um corpo de mulher

Pró despir e pró beijar.

 

Mas um dia, Santo Deus, ele não veio;

Ela espera olhando a Lua.

Meu Deus, que sofrer aquele!

O luar bate nas casas,

O luar bate na rua,

Mas não marca,

Mas não marca a sombra dele.

 

Procura-o como doida...

E, ao voltar de uma esquina,

Viu ele acompanhado,

Com outra ao lado,

De braço dado,

Gingão, feliz, rufião,

Um ar fadista e bizarro,

Um cravo atrás da orelha

E preso à boca vermelha

O que resta dum cigarro.

 

Lume e cinza na viela

Ela vê; que homem aquele!

O lume no peito dela,

A cinza no olhar dele.

 

E então...

O ciúme chegou,

Como lume queimou

O seu peito a sangrar. Foi

Como vento que veio

Labareda a atear,

O amor a aumentar.

 

 

Foi

A visão infernal,

A imagem do mal

Que no bairro surgiu.

Foi

Um amor que jurou,

Que jurou e mentiu.

 

Corre em vertigem, num grito,

Direita ao maldito

Que a há-de perder;

Puxa a navalha:

"Canalha,

Não há quem te valha,

Tu tens de morrer!"

 

Há alarido na viela!

Que mulher aquela,

Que paixão a sua!

E cai um corpo, sangrando,

Nas pedras da rua.

 

Mãos carinhosas,

Generosas,

Que não conhecem rancor;

Mãos que o fado

Compreendem,

E entendem

Sua dor.

 

Mãos que não mentem

Quando sentem

Outras mãos

Prà acarinhar;

Mãos que brigam,

Que castigam...

Mas que sabem perdoar!

 

E pouco a pouco

O amor regressou

Como lume queimou

Essa vida infeliz.

Foi um amor que voltou

E a desgraça tocou

Para ser mais feliz.

 

Foi uma luz renascida,

Um sonho, uma vida

De novo a surgir.

Foi um amor que voltou,

Que voltou a sorrir!

 

Há gargalhadas no ar

E o Sol a vibrar

Tem gritos de cor.

Há alegria na viela

E em cada janela

Renasce uma flor!

Veio o perdão, e depois,

Felizes os dois

Lá vão lado a lado...

 

E digam lá

Se pode ou não

Falar-se o Fado!

 

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Viva Lisboa: Grande Vulto da Cultura
música: Fados Falado
publicado por Vítor Marceneiro às 03:00
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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010

Tributo a Grandes Nomes do Fado

 

 

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música: Poema de Euclides Cavaco
publicado por Vítor Marceneiro às 04:00
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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010

Fado - Conceitos

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música: Fado Bailado
publicado por Vítor Marceneiro às 22:36
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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

PAVAROTI - Recordar

Faz hoje dia 6 de Setembro 3 anos que Pavaroti deixou de cantar para o mundo.

Luciano Pavaroti partiu, 6 de Setembro de 2007, foi uma lenda do canto lírico, Luciano Pavaroti, desapareceu aos 71 anos, vítima de doença prolongada. Uma notícia que, apesar de não ser totalmente inesperada, chocou muitos admiradores em todo mundo.

Apreciava muito o Fado e o povo português. 

A sua cidade natal será a última morada do cantor.

Presto-lhe aqui a minha homenagem.

Luciano Pavaroti presente...

 

 

 

 

Créditos: Power Point por M. Silvestre- HUMORDATRETA

Passagem a filme por Vítor Duarte Marceneiro

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publicado por Vítor Marceneiro às 20:00
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