Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

ALFREDO MARCENEIRO - Nasceu a 29 de Fevereiro de 1888

Comemorou-se no dia 25 de Fevereiro,  121 anos do registo nascimento de Alfredo Marceneiro - 1891 – 1982, mas na realidade ele nasceu a 29 de Fevereiro de 1888, pelo faria hoje dia 29 de Fevereiro 124 anos, factos já devidamente relatados por mim quer em livros, quer neste blogue.

 

 

ALFREDO MARCENEIRO

“PATRIARCA DO FADO”

Raro será o português que se não tenha interrogado acerca do fascínio que o Fado exerce sobre si. Verifica-se que o mesmo acontece com os muitos estrangeiros de diversas partes do mundo, com culturas, etnias e credos diferentes dos nossos, que ao assistirem a essa entrega sublime do cantador que nos transmite para além da sonoridade da voz, da expressão facial, do gesticular do corpo, uma melopeia acompanhada por uma parelha de músicos “guitarras e violas”, que nos provoca nostalgia, amor, ódio, ciúme, alegria, que provoca o ritmo acelerado do coração, enquanto na alma desabrocham sentimentos, que extravasam as barreiras linguísticas, e as almas irmanam-se.

O Fado está cheio de símbolos. Os símbolos são gerados pelo povo, sejam políticos ou militares, sejam sábios ou médicos, sejam músicos ou cantores. É o povo o grande juiz: eleva os ídolos quando lhe agradam, os venera quando tal merecem; Mas também é o mesmo povo que os ignora quando são falsos.

No universo da expressão musical, o Fado é um mundo dentro de outro mundo, é um universo de cantigas onde cabem, a dor, a saudade, o entusiasmo, a fé, a esperança... O Fado é uma “seita” com os seus ritos, os seus segredos…

Será talvez uma afirmação sacrílega esta de vos dar como título a este livro:

Alfredo Marceneiro – Patriarca do Fado.

Na “Catedral do Fado” há um sentir que nos leva muitas vezes à lágrima, tal qual “água benta”, como a que tocamos, na saudação de respeito, que nos motiva ao cruzar os umbrais de uma outra qualquer "Catedral"; também no Fado, há um ritual, um estado de alma... que veneramos e respeitamos.

Se alguém entendeu todo este ritual foi decerto Alfredo Duarte, o Marceneiro, por ofício.

Se os prosélitos do Fado entenderem perpetuar a sua bandeira - O Fado genuíno - , que seja relembrando a sua obra, a sua dádiva ao Fado.  Alfredo Marceneiro nunca se apelidou, nem deixou que o apelidassem, Rei do Fado, mas foi, sem sombra de dúvidas,  o seu mais louvado príncipe, tão igual ao Povo que com ele se confundiu amavelmente.

Alfredo tu foste/és o “ Patriarca do Fado

Vítor Duarte Marceneiro (Direitos reservados)


 Video Clip do tema A Casa da Mariquinhas, com imgens com base

na sua própria inspiração, que num rasgo de génio,   o levou a construir em madeira

o que a letra do fado descrevia, como se de um projecto de construção se tratasse.

Afirmava com certa "ironia" é que há para aí, quem duvide que eu fui Marceneiro!


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Viva Lisboa: Patriarca do Fado-
publicado por Vítor Marceneiro às 23:18
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

FADO PATRIMONIO IMATERIAL DA HUMANIDADE - Contributos de continuidade

Contributo para a "militância" do Fado como parte integrante na cultura portuguesa, quer o Cine-Clube, e  eu, não tivemos qualquer subsídio, houve a ajuda da Casa do Professor de Braga na logística.

Tenho muitas solicitações para falar de Fado e do meu avô e do meu trabalho, mas não consigo responder a todos os convites, porque não tenho posses para suportar as despesas. 

Diz o povo, e tem razão quem corre por gosto não cansa, mas... começa a faltar o folego....

 

Declarações de Miguel Ramos, responsável pela programação do

Cine-Clube Aurélio da Paz dos Reis em Braga

 

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publicado por Vítor Marceneiro às 12:10
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Sábado, 4 de Fevereiro de 2012

Lucília do Carmo

Lucília Nunes de Ascenção Carmo nasceu em Portalegre em 1920. Estreou-se no Retiro da Severa em 1936 e foi nesta casa que a sua voz e talento chamou a atenção dos proprietários e empresários das maiores casas típicas de Lisboa. Em 1947 abriu a sua própria casa de fados com o nome de Adega da Lucília (mais tarde mudou, para "O Faia"), na Rua da Barroca, no Bairro Alto.
Quando regressou do Brasil, onde viveu durante cinco anos. Lucília do Carmo realizou poucas digressões ao estrangeiro e foi pena não ter gravado mais discos.
Entre os seus êxitos encontram-se: “Leio em teus olhos”, “ Foi na Travessa da palha”, “Maria Madalena”, “Não gosto de ti”, “Preciso de te ver”, “Senhora da Saúde” ,”Olhos Garotos”, “Antigamente”, “Tia Dolores” , “Loucura” , “Zé Maria”, “Lá Vai a Rosa Maria”
Lucília do Carmo retirou-se da vida artística na década de 1980, sendo considerada uma das melhores vozes que o fado conheceu.
Faleceu em Lisboa em 1999.
 
Caricatura de Armando Boaventura, em que para além do próprio poder-se-á identificar Lucilia do Carmo, Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo ainda miúdo e Alfredo de Almeida npo canto saperior esquerdo.
 

 Lucilia do Carmo com Alfredo Marceneiro

 


Sempre tive por Lucília do Carmo, desde muito miúdo, uma ternura muito especial, devido não só à sua simpatia para comigo, mas também pela grande amizade que ela e seu companheiro, Alfredo de Almeida, tiveram com o meu avô, o que era recíproco.
No início da abertura da Adega da Lucília, os tempos eram difíceis e Marceneiro nunca deixou de aparecer e colaborar, o que contribuiu para o êxito da casa, mesmo sem  nunca ter ser sido contratado.
Mais tarde, com a passagem para “O Faia”, Marceneiro era presença obrigatória ao final da noite, que passa a ser o seu “poiso” preferido, o que se torna do conhecimento dos seus admiradores que ali afluem na mira de o ouvir cantar, o que sempre acontecia, também sem que nunca tenha contratado. Carlos do Carmo começa a interessar-se pelo Fado e tem ali à mão de semear o Mestre. Inteligentemente sabe ouvir e assimila. Afirmo-o porque sei e o próprio muitas vezes, também o afirmou. Carlos do Carmo grava em disco com a benesse de Marceneiro, alguns dos seus fados mais emblemáticos - Fado Bailado, A Viela, etc. -.
Após a realização do documentário “Marceneiro é só Fado” para RTP, e cujos interiores foram filmados n’O Faia, e em que Carlos do Carmo se assume como produtor, Marceneiro deixa de entrar n’O Faia! 
A amizade com a Lucília mantém-se como sempre e talvez mais reforçada! (estranho?...) Lucília que não tem nada a ver com o assunto, mas que muito a mágoa, e como deixa de contar,  como já vinha sendo hábito hà vários anos, o amigo Marceneiro a seu lado , visita-o na sua casa pelo menos de 15 em 15 dias sempre ao final da tarde, levando sempre um miminho, quer para ele, quer para a minha avó, a “Ti Judite”.
No último ano da sua vida, meu avô fica acamado e Lucília até à hora da sua morte não deixa de o visitar semanalmente.
Continuei a conviver com a Lucília do Carmo quer depois do falecimento do meu avô, quer após a sua retirada artística. 
Guardo uma recordação de grande ternura por esta grande Mulher (com M maiúsculo).
Infelizmente não pude retribuir-lhe, quando ficou acamada, as visitas que fez ao meu avô.
Lucília morre e infelizmente estou fora de Portugal.
Acabo se me permitem com um ditado popular que o meu avô incutiu no meu espírito e na minha formação, e acho que tenho dado mostras que não me esqueci: “QUEM MEUS FILHOS BEIJA MINHA BOCA ADOÇA”... mas há quem esqueça, ou faz-se esquecido.
Vítor Duarte (Marceneiro)
 
Lucília do Carmo
 
Por direito e por justiça,
Lucília do Carmo é bem
A figura mais castiça
Das poucas que o Fado tem!
 
Se ela canta a dor incalma
Logo vive a mágoa atroz,
E então abre-nos a alma
Na expressão da sua voz!
 
Dá-nos o gosto, o prazer,
De uma certeza formal,
                                     A de poderemos dizer
                                    Que inda há Fado em Portugal!
 
Versos de: Carlos Conde
Desenho de: Pedro Leitão
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publicado por Vítor Marceneiro às 00:00
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Aurélio da Paz dos Reis - Cineasta

Pioneiro do cinema português, Aurélio da Paz dos Reis nasceu a 28 de julho de 1862 na cidade do Porto, onde faleceu a 19 de setembro de 1931. Comerciante e floricultor, fundou a Flora Portuense, primeira casa do género no País, que exportou flores e sementes, vindas de campos de ensaio próprios. Sendo também fervoroso democrata, participou no movimento revolucionário de 31 de janeiro de 1891, acabando por figurar mais tarde entre os principais apoiantes da República. Além disso, foi um distinto fotógrafo amador. Quando soube que os irmãos Lumière tinham construído os primeiros aparelhos de filmagem e projeção cinematográfica, partiu para Paris. Adquiriu, logo em 1896, uma máquina de filmar e projetar, e realizou e exibiu nesse mesmo ano, pela primeira vez, no Porto, 27 pequenos filmes. O primeiro e mais célebre foi Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança (1896), rodado na esquina das ruas de Santa Catarina e Passos Manuel na cidade do Porto. Seguiram-se O Zé Pereira na Romaria de Santo Tirso (1896). O Vira (1896), Manobras de Bombeiros (1896), Cortejo Eucarístico Saindo da Sé do Porto no Aniversário da Sagração do Eminentíssimo Cardeal Américo (1896), Barcelos (1896) e Avenida da Liberdade (1896), entre outros. Por isso, Paz dos Reis é considerado o introdutor da indústria cinematográfica no nosso país. Registou todos os acontecimentos de maior projeção do seu tempo, principalmente os ocorridos no Porto. À parte essa sua faceta, pela qual é justamente recordado, desempenhou diversos cargos públicos, como os de vice-secretário e vice-presidente do senado da Câmara Municipal do Porto entre 1914 e 1921, bem como o de diretor do Ateneu Comercial dessa cidade, constituindo-se como uma figura proeminente da sociedade da época.
in:Infopedia

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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Alfredo Marceneiro no CINE-CLUBE BRAGA

 

 

Hestória(s) do Fado

 

Alguns dizem que o Fado é uma alegria melancólica, enquanto outros dizem que é a dor cantada através de uma linguagem universal que atravessa a barreira da língua transportando a todo o lado a emoção da música. Outros ainda há que, a cantar, dizem que o Fado são almas vencidas, noites perdidas, sombras bizarras, … amor ciúme, cinzas e lume, dor e pecado… e tudo existe e tudo isto é Fado. Para nós, e desde que em criança o ouvíamos fosse numa casa de fados ou numa cozinha portuguesa, o Fado é algo coberto por uma reverência quase sagrada que nos levava a aceitar prontamente e com inabalável respeito a ordem de “silêncio que se vai cantar o Fado!” ditada por um qualquer arauto que em qualquer outra situação não colheria um décimo do respeito.

 

Mas… talvez uma boa aproximação àquilo que parece ser o Fado seja feita contando aquilo que nos parece que o Fado foi. A história do Fado, assim como a própria música, é feita de estórias mais ou menos populares, bucólicas, de um sentimentalismo muito próprio, e com uma propensão para evitar finais felizes em detrimento de um caminho de agruras que, talvez por isso, torna mais belo o belo Fado.

 

Em tempos de “reconhecimento oficial” e internacional, o Cineclube Aurélio da Paz dos Reis associa-se às várias homenagens que 2012 certamente fará ao Fado, dedicando-lhe um ciclo anual, um ciclo que pretende contar o Fado. Ao longo de todo o ano de 2012, fazendo uso da primeira sexta-feira de cada mês e dos olhos privilegiados do cinema português, o Cineclube de Braga tentará desenrolar as estórias de uma música que se confunde com a história de um país. [Carlos Silva, Cineclube Aurélio da Paz dos Reis]

 

Alfredo  Marceneiro – Três  Gerações  de  Fado

 

   

sinopse

 

Alfredo Marceneiro, que sempre foi relutante a dar a cara para a TV, acede em 1979 às solicitações do seu neto Vítor Duarte, à altura profissional de audiovisuais, para produzir este documentário a cores, que foi exibido em 1980, uma única vez. Um documento em que Alfredo Marceneiro com a sua forma única de se expressar, rodeado pelos seus descendentes, nos explica os seus estilos, as suas criações, o seu Fado. As filmagens decorreram em ambiente de tertúlia com Alfredo Marceneiro que lembra que foi "o primeiro a catar à meia-luz".

 

Entre Há festa na Mouraria (António Amargo / A.Marceneiro) e Cabelo Branco (H.Rêgo / A.Marceneiro), Ti’Alfredo, como era tratado carinhosamente pelos fadistas, recorda as suas participações nas cegadas e salienta a importância de bem dizer as palavras e respeitar a pontuação. Quanto à forma de cantar, Marceneiro atesta que "cada qual canta à sua maneira e nisso é que está a evidência do fadista". Alfredo Marceneiro revela-nos as suas raízes musicais, o avô materno fadista e tocador no Cadaval, e o pai, tocador de trombone e contrabaixo.

 

A sessão contará com a presença de um convidado especial. Vítor Duarte Marceneiro, produtor do filme, neto e biógrafo de Alfredo Marceneiro, investigador e divulgador do Fado, ficará connosco à conversa no final da projecção e trará com ele um manancial de objectos e materiais divulgadores do Fado e dos seus intervenientes. Depois de Jorge Moças nos ter acompanhado na conversa em torno da figura da Severa, teremos agora acesso a uma perspectiva muito intíma do neto do aclamado Patriarca do Fado.

 

ficha técnica

 

Realizou e montou: Luis Gaspar

Escreveu os textos: Fernando Peres

Gravou: Vítor Duarte

Filmaram: Carlos Gaspar, Leonel Efe

Produção: Vítor Duarte / RTP

Género: Documentário

Duração: 62’20 / cor / M12

Formato: 4:3

Som: Mono

Idioma original: Português Ano de lançamento: 1980

 

mais  informações

 

Programação do auditório da Casa do Professor: João Catalão

Programação do ciclo: Cineclube Aurélio da Paz dos Reis

Equipa do Cineclube Aurélio da Paz dos Reis:

César Pedro

Programação / Apoio Técnico: Miguel Ramos

Programação: Joana Dias

Programação / Apoio Jurídico: Henrique Cachetas

Produção / Apoio Técnico: Carlos Silva

Produção / Divulgação: Maria João Macedo

Design / Comunicação: João Quintas

Apoio Fiscal Tiago Rito: Sócio Honorário

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Viva Lisboa: Grato
publicado por Vítor Marceneiro às 00:05
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