Segunda-feira, 29 de Setembro de 2014

MOURARIA - Igreja de Nossa Senhora da Saúde


Quadro do Mestre Real Bordalo da Igreja de Nossa Senhora da Saúde

 


 

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE
A Ermida de Nossa Senhora da Saúde - melhor é classificá-la assim - situa­-se no Bairro da Mouraria, na Rua Martim Moniz, local antigamente situado fora de portas. Constituía um dos encantos populares religiosos de Lisboa do século passado e que perdurou até à República.
No início do século XVI (1506), . terá sido construída uma ermida dedicada a S. Sebastião, mártir romano do final do século III, cujo culto se estendeu rapidamente por todo o mundo cristão depois de proclamado patrono de Roma pelo Papa Gregório Magno (590-604), devido à epidemia que grassou naquela cidade por mais de trinta anos.
Em Portugal foi objecto de uma devoção muito viva, como advogado contra os males da peste, da fome e da guerra. Entre nós, a peste tinha feito centenas de vítimas em 1506, e a construção da igreja foi da iniciativa dos artilheiros (na altura, bombardeiros) da guarnição de Lisboa. Por Alvará de 27 de Maio de 1647, «foi determinado que a cada um dos condestáveis que assentassem praça para servir na India se tirassem 400 réis e aos artilheiros 200 réis para se refazer do necessário para o culto da Ermida de S. Sebastião», que lhes teria sido doada pela Rainha D. Catarina, viúva de D. João III.
Contínuas epidemias surgiram no Reino e uma muito grande que vitimou milhares de pessoas, no ano de 1569, chegou a fazer mais de 500 vítimas por dia, obrigando o Rei D. Sebastião e sua avó, a Rainha D. Catarina, a afastarem-se para Sintra.
O Rei D. Sebastião (nascido em Lisboa a 20 de Janeiro de 1554, no dia litúrgico de D. Sebastião) em 16 de Outubro de 1569 escreveu ao Senado de Lisboa no sentido de se proceder à edificação de um templo dedicado àquele santo, e por outra carta, datada de 28 de Dezembro do mesmo ano, autorizava que o templo fosse levantado no sítio da Mouraria, onde já se encontrava a ermida.
No ano de 1570, Lisboa foi de novo ameaçada por peste, e o próprio Senado dirige uma petição a D. Sebastião, que se encontrava em Salvaterra de Magos, para que se faça uma cerimónia religiosa com toda a solenidade, devoção e demonstração de reconhecimento a Nossa Senhora da Saúde, por a epidemia não ter progredido.
Em 20 de Abril de 1570, realiza-se a primeira procissão de Nossa Senhora da Saúde, cuja imagem se encontrava no oratório do Colégio dos Meninos Órfãos, formando-se então a respectiva Irmandade.
A imagem continuou no Oratório, fazendo-se todos os anos a procissão em data que caía na terceira quinta-feira de Abril, até 1908, ininterruptamente durante trezentos e trinta e dois anos.
Devido à proclamação da República, a procissão deixou de se efectuar durante trinta e dois anos, até que em 1940 se reatou a tradição, vindo a quebrar-se novamente de 1974 a 1981.
No início, o percurso era da Mouraria até ao Convento de S. Domingos, com regresso ao Colégio dos Meninos Órfãos. Em 1661, por desinteligência entre os administradores do Colégio dos Meninos Órfãos e a Irmandade de Nossa Senhora da Saúde, esta pensou construir capela própria.
Os artilheiros (bombardeiros) que possuíam a sua ermida votada a S. Sebastião, na Mouraria, ofereceram então guarida à Irmandade de Nossa Senhora da Saúde, que a aceitou, com a condição de a ermida passar a chamar-se de Nossa Senhora da Saúde e de a imagem ficar colocada no altar principal. As duas Irmandade fundiram-se depois numa única - a Associação da Senhora da Saúde e de S. Sebastião - aprovada pelo Papa Alexandre VII, e em 20 de Abril de 1662 a imagem da Senhora da Saúde, após a procissão, entrou definitivamente na sua casa da Mouraria.
A ermida de Nossa Senhora da Saúde teve a protecção, não só de reis, rainhas e príncipes, mas também de fidalgos, militares e beneméritos.
D. Pedro V, em 1861, elevou a ermida à dignidade de Capela Real. A Condessa d'Elba, viúva do Rei D. Fernando II, criou, em 20 de Maio de 1871 a Real Irmandade de Santo António Lisbonense, erguida na Real Capela de N." S.a da Saúde.

                             

      (1)     (2)    

(1) Vista da Procissão da Senhora da Saúde em desfile na Rua da Madalena

(2) O andor com a imagem de Nossa Senhora da Saúde

 

HÁ FESTA NA MOURARIA

Canta Alfredo Marceneiro

Letra de António Amargo

Música de Alfredo Marceneiro

 

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Sábado, 27 de Setembro de 2014

Porta de S. Vicente ou da Mouraria

Porta de S. Vicente ou da Mouraria
 
A 1 de Setembro de 1373 grande parte da população arregaçava as mangas, e metia mãos à obra para construir a nova muralha de Lisboa.
D. Fernando e o conselheiro Ares de Almada observavam escrupu­losamente o critério seguido na escolha dos locais em que, aos poucos, se iam rasgando as portas e os postigos da muralha.
Uma delas devia dar passagem ao povo que visitava a Mouraria, o bairro que os mouros ocupa­vam fora de portas desde a conquista da cidade.
Seria a porta da Mouraria ou de S. Vicente, de acordo com a lenda que conta ter sido aquele local, em termos alagadiço, aonde tinham dado à costa os restos mortais do santo dentro de uma caravela cheia de corvos.
 

 

Imagem que representa o corpo de S. Vicente no barco, com os corvos a guardá-lo,  conforme a lenda.

Os corvos fazem parte do logotipo da cidade de Lisboa

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Domingo, 21 de Setembro de 2014

Moniz Trindade

 

Egas Moniz Félix Trindade, nasceu no Barreiro, terra bem conhecida pelas suas lutas operárias, mas que também lá nasceram muitos artistas das variadas formas de arte.

Adoptou o nome artístico de Moniz Trindade, e  foi um indiscutivelmente um grande cantor de Jazz, música e ligeira e Fado-canção, assim como,  autor compositor.

Desde muito jovem  que entra em grupos musicais,  com jovens da sua geração  de  Setúbal e do Barreiro. Fundam a Banda Jazz “Os Penicheiros” na Colectividade Recreativa do Barreiro, onde se destaca para além de cantor, como tocador de viola e banjo

É convidado a integrar-se  na Orquestra Royal, e nos anos seguintes actuando nos recintos nocturnos de Lisboa “as boites”, obtêm grande êxito, é muito solicitado pelos empresários pelo que  decide profissionalizar-se.

Esteve como cantor principal no night-club Arcádia , durante largos meses.

Vem a conhecer o maestro Tavares Belo, fundador do  prestigiado conjunto da época, o  “Swing”,  de quem se torna amigo, e este desafia-o para o seu conjunto “Swing” que na época estava a actuar  no conceituado “Chave de Ouro”.

Os êxitos do  Conjunto Swing, também lhe dão  grande projecção,  e é convidado a para o seu primeiro disco,  em Espanha.

Concorre,  e é contratado para o elenco Emissora Nacional, e é nesta situação de estabilidade profissional,  que começa  a cantar  Fado-canção, que teve o agrado geral.

Cumpre  vários contratos no estrangeiro,  onde cimenta a sua popularidade , África, Brasil, na América Latina e também nos Estados Unidos.

Autor de um vasto reportório, tem a aptidão de cantar em várias línguas, o que também muito contribuiu para os êxitos internacionais

Nos anos sessenta foi eleito Rei da Rádio nas votações da revista “Plateia”.

Actuou várias vezes na Rádio Televisão Portuguesa.

Entre muitas das suas criações, ainda hoje são lembrados os temas, Mouraria e Alfama,  O Chico de Alfama, Eh, Toiro!, Vizinha do Rés-do-Chão, Fadista Gingão, Pequena do Chafariz, O Chico de Alfama, etc.

 

 

Moniz Trindade

Canta Mouraria e Alfama

com versos de Luis Simão e música de sua autoria

 

 

 

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música: Mouraria e Alfama
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Mercês da Cunha Rego


 

Grande apreciadora de Fado, cantou sempre como amadora, mas era bem "castiça".

Trabalhava na Central de Cervejas como secretária do Manuel Vinhas, graças à sua influência houve muitas iniciativas de Fado patrocinadas por esta companhia.

Frequentava as noites fadistas, sendo pessoa muito afável e de fino trato, o que lhe grangeou grande grupo de amigos e admiradores.

Começou a cantar na Taberna do Embuçado de João Ferreira Rosa. Lançou vários discos para a editora Alvorada.
"Cavalo Russo" de que foi a criadora,  (de Paulo Vilar e Frederico Valério), assim como,  "Os Teus Olhos" foram alguns dos seus maiores sucessos. Também gravou, o poema "Varandas" de David Mourão Ferreira.
O single "O Trote do Meu Cavalo", lançado em 1980, contou com a colaboração de José Cid e Maria Manuel Cid. A capa do disco é da autoria de Maluda.
José Cid grava, com Mercês da Cunha Rego, Florência e António M. da Silva, o "Fado Nossa Senhora de Nossa Senhora (Fado Cigano)".
A Movieplay lançou em 1998 a colecção "Fado do Fado" destinada a transpor para o cd muitos dos discos esquecidos. Um dos discos foi repartido por Teresa Siqueira e Mercês da Cunha Rego.

 

 

Mercês da Cunha Rego 

Canta: Cavalo Ruço 

Letra de Paulo Vidal 

Música de Frederico Valério

 

 

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música: Cavalo Ruço
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Sábado, 6 de Setembro de 2014

VERA MÓNICA -40 Anos de Carreira

 

Nasceu no  Rio de Janeiro, a 7 de Abril de Abril, de 1956, filha da fadista Lina Lopes.

 Desde muito pequena que acompanhou a mãe nas suas digressões por várias partes do mundo.

Vive na sua juventude em Angola - Luanda, Angola , em 1969 estreia-se como cantora na Discoteca Tamar.

Bonita e expedita e muito simpática logo dá nas vistas e é convidada por Carlos Quintas e António do Cabo  para actuar no Teatro da Avenida, com a peça "Família até Certo Ponto" 1 .

Obteve grande êxito e assim começou a sua carreira no teatro de revista.

Conhece o Vasco Morgado Jr., na peça "Só as Borboletas São Livres" de quem tem um filho a quem deram o nome do pai e do avô.

Ainda em Angola  participa em  ‘O Processo de Jesus' e ‘Antígona',  sendo sempre muito aplaudida e acarinhada pelo público.

Vem para Lisboa e estreia-se -se no Teatro Capitólio no dia 26 de Abril de 1974,  com Laura Alves e Nicolau Breyner, na comédia  "A menina Alice e o Inspector". Segue-se o teatro Maria Vitória, onde se estreia na sua primeira revista no dia 19 de Outubro de 1974.

Ainda em 1974  Vasco Morgado convida-a para integrar o elenco do musical ‘Godspell', no Villaret, onde ganha fama pela sua actuação.

Actuou numa dezenas de revistas, fez televisão, cantou,  etc.

Vera Mónica é uma boa companheira pelo que é admirada não só pelo público como pelos colegas, é considerada por todos uma Actriz "Versátil"

Felizmente está de novo entre nós e a fazer o que mais gosta... FAZER TEATRO.

 

 

 

 

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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

VÍTOR DUARTE MARCENEIRO

 

 

O Bailado das Folhas

Poema de Henrique Rego

Dito por Vítor Marceneiro

Música ao piano do Maestro Rui Serodio

 

 

" O BAILADO DAS FOLHAS "

 

Letra de: Henrique Rêgo

 

Foi numa pálida manhã de Outono

Soturna como a cela dum convento

Que num vetusto parque ao abandono

Dei largas ao meu louco pensamento

 

Cortava o espaço a lamina de frio

Que impunemente as nossas carnes corta

E o vento num constante desvario

Despia as árvores da folhagem morta

 

Folhas mirradas como pergaminhos

Soltas ao vento como os versos meus

Bailavam loucamente p´los caminhos

Como farrapos a dizer adeus

 

Das débeis folhas lamentei a sorte

Mas reflecti depois de estar sereno

Que bailar á mercê de quem é forte

É sempre a sina de quem é pequeno

 

Desde então, o meu pobre pensamento

Fugiu para não bailar ao abandono

Como a folhagem que bailava ao vento

Naquela pálida manhã de Outono

 

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Viva Lisboa: è só bailar...à mercê!
música: O Bailado das Folhas
publicado por Vítor Marceneiro às 00:00
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Natalino Duarte

 

Natalino DuarteTeodósio, nasceu em Lisboa no Bairro de Campo d´Ourique, freguesia de Santa Isabel, no dia 11 de Fevereiro de 1935.

Começou desde muito jovem a cantar em festas nas colectividades.

Foi o grande vencedor do concurso "Primavera do Fado", em 1957, ano em que se estreou com profissional no Café Luso.

Actuou na Emissora Nacional e colaborou em três programas de televisão.

Actuou no estrangeiro, Canadá e Estados Unidos.

Natalino Duarte gravou cerca de 10 EP´s, tendo ao longo da sua carreira cerca de 20 Fados da sua criação.

Não foi um fadista que tenha passado por muitos recintos típicos,

 se estreou como profissional, no Café Luso, actuou no "Pico do Areeiro", na "Parreirinha de Alfama" e mais tarde,  quando o conheci, tinha sido contratado para o "Timpanas" ao lado de Maria Valejo e Filipe Duarte.

Nos anos setenta foi convidado para gerente artístico do "Páteo Alfacinha", onde  teve mais visibilidade, pelas suas actuações que eram muitas vezes gravadas pela RTP, que ali frequentemente gravava programas de Fado.

Natalino Duarte  manteve-se no "Páteo Alfacinha" até à sua reforma.

Entre os discos que gravou, houve dois EP´s, para a Rapsódia. um em dueto com Isabel de Oliveira, e outro a solo, com os temas:  Morena Lá do Canto, Oiça Lá óh Senhor Vinho, Saudoso Fado e Não me quis, foi acompanhado pelas guitarras de Manuel Mendes e António Parreira, e com as violas de Raul Silva e Carlos Duarte.

Infelizmente já não está connosco.

 

 

 

 

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Viva Lisboa: Fadstas do Passado
publicado por Vítor Marceneiro às 22:14
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