Domingo, 31 de Julho de 2016

Gina Guerra - Cantadeira de Fados

(GINA GUERRA)Maria Georgina dos Santos Guerra, nasceu em Lisboa no Bairro de Campo d´Ourique a 13 de Janeiro de 1938.

Desde muito jovem que cantava o fado nas colectividades, até que aos 16 anos se inscreve no concurso de fados "Primavera do Fado", organizado pelos distintos poetas populares Francisco Radamanto e Carlos Conde, tendo arrebatado o primeiro lugar.

Inicia a sua carreira artística no teatro de revista como actriz.

O seu gosto pela música, leva a que se torne profissional e estreia-se na Viela, ao lado da consagrada Berta Cardoso e de Beatriz Ferreira, assim como de Sérgio, que era também proprietário da casa, onde se manteve 4 anos. Seguidamente, esteve no Timpanas e mais tarde com atracção no Maxime, integrada no espectáculo de folclore português, para turistas dirigido por Bártolo Valença.

É convidada pelo empresário Saavedra, e parte para Luanda para actuar no "Embaixador", "Retiro da Saudade" e "Largo do Chafariz"

Regressa a Lisboa, é contratada para o "Lar Português" do José Borges, no Bairro Alto, sendo cabeça de cartaz Alfredo Duarte Júnior.

Em 1968, grava o seu primeiro disco um EP, com quatro temas inéditos: Mãos de Fado, Feliz por ser aquela, Se ninguém te quiser e Fado da Tradição, edição da Marfer.

Em 1975, actua no Lobito com Vasco Rafael, Vicência Lima, Ana Carvalho e Carlos Macedo.

Até se aposentar, Gina Guerra esteve a cantar no Forcado no Bairro Alto.

Faleceu no dia 3 de Maio de 2008.

 

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Viva Lisboa: Fadistas...eu amo o Fado
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016

ALCINDO DE CARVALHO

ALCINDO DE CARVALHO, nasceu em 1932 no Bairro Alto em Lisboa, o pai era alfaiate e ele também aprendeu a arte.

Tinha  dois irmãos, um deles tocava guitarra, e outro tocava viola, e  foi ele  que sentiu vocação pra cantar.
 Estreou-se profissionalmente no “Faia”, onde esteve vários anos  e mais tarde na Parreirinha de Alfama.

Tem uma dicção e tom de voz que muito se assemelham ao estilo de Carlos Ramos.

Gravou alguns discos e estreou-se na Televisão em 1974.
Lisboa Capital Mundial da Cultura em 1994, é convidado por Ricardo Pais, a participar num programa de fados no CCB,  com José Pedro Gomes e Carlos Zel .

Faz parte do espectáculo “CABELO BRANCO É SAUDADE”, com Ricardo Ribeiro, Celeste Rodrigues e Argentina Santos, cuja estreia foi em 2005 no Teatro Nacional S.João  no Porto,

espectáculo este, que já correu todo o país, assim como já teve vários apresentações no estrangeiro.

Foi homenageado em 2004 com o Prémio de Carreira, atribuído anualmente pela Casa da Imprensa".

Alcino de Cravalho faleceu em Lisboa a 8 de Dezembro de 2010

 

Alcino de Carvalho e Ricardo Ribeiro

 

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Sábado, 23 de Julho de 2016

Mercado da Ribeira - História

Lisboa foi desde sempre uma cidade de mercadores.
Pelas ruas vendia-se um pouco de tudo. Com os cestos às costas ou a mercadoria no chão o mais pequeno espaço servia para o negócio. Com os descobrimentos este pendor mercantilista acentuou-se.
As naus traziam para o porto de Lisboa todo o tipo de produtos provenientes dos mais exóticos e longínquos recantos, assim no séc. XVI começou a haver a preocupação de arrumar a cidade e colocar os mercadores em locais específicos.
Foi então que surgiu o Mercado da Ribeira Velha. Ficava situado na zona do actual Campo das Cebolas, vendiam-se principalmente bens de primeira necessidade como hortaliças, peixe e fruta.
Em 1766, passados onze anos depois do terramoto que martirizou a cidade de Lisboa, o mercado foi transferido para ocidente do Terreiro do Paço (o local onde se encontra actualmente). Uma transferência inserida no plano de expansão da cidade traçado pelo Marquês de Pombal.
Começou a funcionar em 1771 e foi chamado de Mercado da Ribeira Nova, não era um mercado como hoje os concebemos,  era composto por 132 telheiros e cabanas com 256 bancas de venda, passava de um aglomerado minimamente organizado de comerciantes onde se continuava a vender de tudo.
Foi só no séc. XIX, mais concretamente em 1882 que abriram as portas do refeito Mercado da Ribeira Nova. O nome manteve-se mas desapareceram os telheiros e as cabanas. No mesmo espaço nasceu um edifício com uma estrutura em ferro que albergava no interior todas as bancas. A grande novidade era a existência de um corredor central onde o vendedores dispunham de água em abundância, o que permitia expor e conservar as mercadorias com cuidados de higiene inexistentes até então, sendo o projecto da autoria do engenheiro Ressano Garcia e foi aprovado em sessão camarária em 17 de Junho de 1876.
Passado onze anos da inauguração um gigantesco incêndio destruiu quase por completo o já por duas vezes inaugurado Mercado da Ribeira Nova. A  nova reconstrução demorou quase 30 anos, de 1902 a 1930, ano em que aparece então a cúpula que (ainda hoje existe). Uma cúpula que suscitou a curiosidade dos Lisboetas, pouco habituados a um mercado a funcionar num edifício deste género. O espanto foi tal que passaram a chamar-lhe a "Mesquita do nabo".
Foi então em 1930 e desta vez definitivamente que o Mercado da Ribeira ganhou a configuração preservada até hoje. A ele ficará para sempre ligado o nome de Frederico Ressano Garcia, com 27 anos o jovem engenheiro venceu um concurso para entrar nos quadros da Câmara Municipal de Lisboa, Dos quatro concorrentes para as duas vagas abertas, Ressano Garcia conseguiu o primeiro lugar e assume o cargo de engenheiro do Município  no ano de 1874.
O novo edifício já era muito mais que quatro paredes e oito portões para albergar vendedores. Os cuidados estéticos estiveram presentes no projecto, como é bem visível nos painéis de azulejos que ornamentam o átrio da entrada principal e o primeiro piso. No segundo andar começa a área restrita do mercado, é através de uma escada de pedra em caracol, que se chega á sala redonda com o piso em madeira e decorada com riquíssimos frescos assinados por Gabriel Constanti e datados de 1930.
O segundo andar serve como espécie de convite para se subir mais uns lances de escada, desta vez em ferro, que dão acesso ao local onde está religiosamente guardada uma das mais emblemáticas peças do edifício, o relógio da torre.
Fabricado em França na empresa "Horloges Bodet" era considerado um relógio revolucionário para a época. Mas a importância do relógio não impediu que a máquina estivesse parada quase 20 anos. Só em 1998 a Câmara Municipal de  Lisboa decidiu contratar um dos mais prestigiados relojoeiros portugueses,  António Franco para inspeccionar o relógio da torre. Em menos de um ano o sistema mecânico foi totalmente restaurado e o mostrador teve de ser feito de novo.

Um mostrador que guarda a assinatura do homem que permitiu que os cacilheiros voltassem a guiar-se pelo relógio da Torre do Mercado "FRANCO-LISBOA".
Outra escada em caracol conduz ao ponto mais alto do mercado. O piso onde está instalado o sino que dá as badaladas às horas e meias horas. Daqui pode observar-se toda a imponência do Tejo e ver atracar os cacilheiros que os ponteiros do relógio voltaram a guiar.
Mais tarde falarei do célebre “cacau da ribeira” onde ao raiar do dia começava a azáfama dos vendedores, e o inicio dos “moinantes” irem para casa.
Que saudades.

Amália Rodrigues

canta Namorico da Rita

de Artur Ribeiro e António Mestre

 

 

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Quinta-feira, 21 de Julho de 2016

MICÁ - Maria do Carmo

 

 

Maria do Carmo da Silva Justiniano, mais  no meio fadista como “Micá”, é alfacinha da gema,  nasceu no típico bairro da Madragoa a 20 Fevereiro 1937.

Em 1954 com 17 anos foi contratada para cantar no  Retiro Pampilho, que ficava na Calçada de Carriche em 1954,  cujo proprietário era Alfredo de Almeida o marido de Lucília do Carmo.

Casou e foi mãe, mas continuou sempre a cantar, e simultaneamente  começou também a ser modelo em desfiles de moda.

Em 1958, Esteve em África - Lourenço Marques como modelo de moda,  e enquanto lá esteve, cantava o Fado em retiros fadistas que havia lá haviam na época.

Há cerca de 20 anos sentiu um impulso e a necessidade psíquica de começar a escrever os seus próprios poemas, hoje tem registados na S.P.A. cerca de 30 originais, que têm sido cantados e gravados,  por ela própria e também por outros fadistas.

Eis uma quadra e uma sextilha de dois dos seu Fado primeiros poemas “Provérbio Sagrado”  e “Rejeito Falsidade”

 

Fé esperança e caridade

São palavras divinas

Que cabem, bem à vontade

Nas mentes mais pequeninas. (Fado Solene)

 

Lembrei-me de viver  (Fado Laranjeira)

Lembrei-me que nasci

Deixei aquele tempo louco e desordenado

Ficou ao abandono o tudo que não vi

P´ra não cantar saudade

Na voz deste meu fado

 

Micá canta num estilo de fado antigo, o que leva a que haja quem afirme que,   a sua forma de cantar faz lembrar Marceneiro, no feminino evidentemente.

A sua carreira tem sido feita passando pelas mais consagradas casas de fado e restaurantes típicos de Lisboa, actuou também no teatro,  na rádio e em digressões ao estrangeiro.

Sou amigo da Micá há muitos anos, conheci-a no Galito no Estoril, fiquei seu “fan” desde que a ouvi cantar a primeira vez, há já alguns anos que não nos víamos,  numa das minhas idas a Alfama, vimo-nos, abraçámo-nos e recordámos velhos tempo, logo ali lhe prometi,  que lhe iria fazer um vídeo-clip e apresentá-la neste blogue, decerto, que concordarão comigo que é uma grande fadista.

 

 Micá canta: Lágrima

Poema de: Adriano dos Reis

Música de Alfredo Marceneiro (Fado Laranjeira)

 

 

 

 Micá canta: Bailado das Folhas

Poema de: Henrique Rêgo

Música de Alfredo Marceneiro "Fado Bailado"

 

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Terça-feira, 19 de Julho de 2016

MARIA PEREIRA

 

Maria Pereira é uma minhota que nasceu em Vila Nova de Cerveira, a 4 de Fevereiro de 1914, Muito cedo veio para Lisboa, e logo se enamo­rou da cantiga de Lisboa, começou  a cantar   o Fado, o público ouviu, gostou e aplaudiu-a entusiasticamente, e assim apareceu uma nova cantadeira de Fados.

Aos vinte anos já cantado  em várias casas de Fados.

Bem perto de Lisboa, o Ribatejo com as suas esperas de toiros, o gado, as lezírias, os campinos e as suas fainas fazem vibrar a sua sensibilidade, é notória tal paixão, esta manifesta-se nas muitas das letras  que canta sobre o Ribatejo, tendo sido na sua época, a  artista que mais fados dedicou aquela região.

Fez parte do elenco inicial do programa "Companheiros da Alegria de Igrejas Caeiro", a partir de 11 de Agosto de 1951, onde um dos grandes objetivos,  era acompanhar a Volta a Portugal em Bicicleta.

Maria Pereira  cantou em todo o  Portugal e nas antigas colónias. Em Moçambique- Lourenço Marques havia muitos turistas sul-africanos, que falam a língua inglesa, Maria Pereira mandou traduzir as letras do seu vasto repertório, para que os mesmo percebessem os temas cantados.

Teve um contrato em exclusivo  com a ROBBIALLAC, para umas dezenas de espectáculos, dedicados aos  funcionários e aos clientes da marca, tendo até gravado um disco para a referida marca de tintas:

 

Por Deus pintada

A cor é vida

….

Pinta, pinta, pinta  com a tinta Robbiallac

Que é a tinta que mais pinta, que mais dura

Quem não pinta com a tinta Robbiallac

Pinta, pinta para borrar sempre a pintura

….

 

Maria Pereira era conhecida pelas suas actuações prolongadas. Em cada espectáculo nunca cantava menos de 30 ou 40 números, houve um,  que se pensa foi o seu record, pois cantou cerca de 70 números seguidos.

(Ao tempo, costumava-se dizer quando alguém cantava mais de que 3 a 4 Fados: — É pá, estás armado em Maria Pereira?

Mais tarde abriu o Restaurante Típico Painel do Fado, ao Bairro Alto, onde cantava todas as noites e também  outros artistas por ela contratados.

Maria Perira , gravou para quase  todas as editoras de discos portugueas, duarnte toda a sua carreira gravou mais de cem temas.

 Maria Pereira, faleceu em Lisboa a 9 de Janeiro de 2003.

 Nota: Esta biografia foi postada pela primeira vez neste blogue em 2007

 

 

 

 

 

BAIRRO ALTO

 

Letra de Silva Bastos

 

Para veres que fui sincera

A tudo que prometi

Vem à Travessa da Espera

Que eu estou à espera de ti.

 

Na hora em que o Sol desmaia

Desejando ser mais tua

Hás-de ver-me de atalaia

Rezando o nome da Rua.

 

O Destino era o mais forte

Na luta em que fui vencida;

Estava na Rua do Norte

O norte da minha vida.

 

Antes de tanta desdita

Era tão linda e formosa

Como a Rosa mais bonita

De toda a Rua da Rosa.

 

Mas se há Ruas verdadeiras

E horas de fome e fartura

Na Rua das Salgadeiras

Provei o sal da amargura.

 

E hoje que tudo passou

Já não me resta mais nada

Sou a cinza que ficou

Da Travessa da Queimada

 

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Sexta-feira, 1 de Julho de 2016

SANTA ISABEL - Rainha de Portugal

Isabel de Aragão era  filha do rei de Aragão, D. Pedro III, e nasceu no ano de 1271.

Contava apenas 12 anos quando recebeu o pedido de casamento da parte de três príncipes, entre eles, o nosso D. Dinis.
Os reis de Aragão decidiram consagrar a mão de sua filha, ao rei português, dada a proximidade e as boas relações entre os reinos.
Casaram por procuração a 11 de Fevereiro de 1282, apenas 4 meses depois ela atravessaria a fronteira, por Trancoso, afim de celebrar o acontecimento. Trancoso seria então incluído no dote oferecido por D. Dinis à rainha, assinalando o seu local de entrada no reino.
Dona Isabel gostou tanto de Portugal e do povo que se tornou uma das rainhas mais importantes e mais conhecida. Por onde passava, fazia transparecer o seu amor e bondade. Gostava muito de ajudar os pobres, embora o seu marido não gostasse muito.
 D. Dinis cedo se revela um homem violento, infiel e de má vontade no seu casamento. É conhecida a numerosa prole do rei, que, mantendo diversas relações extra-conjugais , acabava produzindo uma descendência ilícita que trazia para a Corte. Aqui se destaca o comportamento da rainha, que, apesar de humilhada, terá mantido o respeito e a bondade para com D. Dinis, acolhendo, amando e educando os filhos ilegítimos do marido, como se seus fossem.
Confeccionando roupas para pobres, visitando enfermos e idosos, patrocinando a construção de albergues ou um hospital para os mais necessitados, escolas, um lar para meretrizes convertidas, outro para órfãos, para além de conventos e de todo um trabalho junto das ordens religiosas.
Consta que uma das suas obras de caridade consistia na distribuição assídua de pão pelos mais pobres. Sendo o ano de 1333 um ano de carência e maior fome, ter-se-á o rei oposto a este tipo de prática, que constituiria grande despesa para a sua Casa. Isabel terá então vendido algumas das suas jóias para poder comprar trigo, que lhe permitisse manter o hábito. Ora, num desses momentos de distribuição o rei terá aparecido, indignado, reagindo a rainha com a ocultação dos pães que trazia consigo no regaço, procurando evitar a censura do marido. Percebendo o seu gesto apressado, D. Dinis terá perguntado – Que tendes em vosso regaço senhora? – Ao que Isabel teria respondido – São rosas senhor…! – Rosas em Janeiro?! Deixai que as veja então! – E soltando as vestes, eram de facto rosas que caíram ao chão, pelo que diz a lenda que teria sido este o seu primeiro milagre.
Fez tantos milagres e evitou tantas brigas e lutas que era conhecida pela "Rainha Santa" e "Rainha Medianeira".
Dona Isabel, Rainha de Portugal, faleceu em Estremoz, a 4 de Julho de 1336.
Foi beatificada pelo Papa Leão X em 1516, vindo a ser canonizada, por especial pedido da dinastia filipina, que colocou grande empenho na sua santificação, pelo Papa Urbano VIII em 1625.
in Wikipédia
 
Alfredo Marceneiro canta: Rainha Santa
 
 
 
 

"RAINHA SANTA"  

Letra de: Henrique Rêgo

Música de: Alfredo Marceneiro

 

Não sabes Tricana linda

Porque chora quando canta

O rouxinol no choupal

É porque ele chora ainda

P´la Rainha mais Santa

Das Santas de Portugal

 

                                                     Rainha, que mais reinou

                                                     Nos corações da pobreza

                                                     Que no faustoso paço

                                                     Milagreira portuguesa

                                                     Que no seu alvo regaço

                                                     Pão em rosas transformou

 

E as lindas rosas geradas

Por um milagre fremente

Que a Santa Rainha fez

Viverão acarinhadas

Com amor eternamente

 No coração português

 

                                                      Santa Isabel, se algum dia

                                                      Seu nome de eras famosas

                                                      Fosse esquecido afinal,

                                                      Outro milagre faria

                                                      De nunca mais haver rosas

                                                      Nos jardins de Portugal.

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Viva Lisboa: Grande História tem Portugal
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