Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS, TORRE DE BElÈM, RIO TEJO

 

Padrão dos Descobrimentos

Vista parcial do Monumento aos Descobrimentos.

O Monumento aos Descobrimentos, bem destacado na margem do rio, em Belém, Lisboa foi construído em 1960 para assinalar os 500 anos da morte de D.Henrique o Navegador.

Foi encomendado pelo regime de Salazar, tem 52 metros de altura e celebra os marinheiros, patronos reais e todos os que participaram no desenvolvimento da Era dos Descobrimentos.

O padrão dos descobrimentos que podemos hoje observar já não é o original. O original foi desmontado em 1958. Com efeito o actual foi inaugurado em 1960, e é, construído em betão e com esculturas em pedra de lioz, uma réplica do original, construído em materiais frágeis, que fora construído para a Exposição do Mundo Português, em 1940, pelos arquitectos Cottinelli Telmo (1897-1948) e Leopoldo de Almeida (1898-1975).

O monumento tem a forma de uma caravela com o escudo de Portugal nos lados e a espada da Casa Real de Avis sobre a entrada. D. Henrique, o Navegador, ergue-se à proa, com uma caravela nas mãos. Em duas filas descendentes, de cada lado do monumento, estão as estátuas de heróis portugueses ligados aos Descobrimentos. Na face ocidental encontram-se D. Manuel I, que segura uma esfera armilar, o poeta Camões, com um exemplar de Os Lusíadas, o pintor Nuno Gonçalves com uma paleta, bem como famosos navegadores, cartógrafos e reis.

 A rosa-dos-ventos construida com mármores policromos

A norte do monumento uma rosa-dos-ventos de 50 metros de diâmetro, desenhada no chão, foi uma oferta da África do Sul em 1960. O mapa central, pontilhado de galeões e sereias, mostra as rotas dos descobridores nos séculos XV e XVI.

No interior do monumento existe um elevador que vai até ao sexto andar, e uma escada que vai até ao topo de onde se tem um belo panorama de Belém e do rio. A cave é usada para exposições temporárias.

Torre de Belém foi construída na era das Descobertas (quando a defensa da cidade era de extrema importância) em homenagem ao santo padroeiro da cidade, São Vicente.
Para melhorar a defesa de Lisboa, o rei João II desenhou um plano que consistia na formação de uma defesa constituída por três fortalezas junto do estuário do Tejo. Formava um triângulo, sendo que em cada ângulo se contruiría uma fortaleza: o baluarte de Cascais no lado direito da costa, a de S. Sebastião da Caparica no lado esquerdo e a Torre de Belém na água (já mandada construir por D. Manuel I).
Este monumento está repleto de decoração Manuelina que simboliza o poder do rei: calabres que envolvem o edifício, rematando-o com elegantes nós, esferas armilares, cruzes da Ordem Militar de Cristo e elementos naturalistas.
Com o passar do tempo, e com a construção de novas fortalezas, mais modernas e mais eficazes, a Torre de Belém foi perdendo a sua função de defesa.

Durante os séculos que se seguiram, desempenhou funções de controle aduaneiro, de telégrafo e até de farol.
Foi também prisão política, viu os seus armazéns transformados em masmorras, a partir da ocupação filipina (1580) e em períodos de instabilidade política. Finalmente, em 1983 a UNESCO classificou-a Património Cultural de Toda a Humanidade.

In: Wikipédia

 


Maria Armanda canta: 

 LISBOA E O TEJO

 

Letra de: Mário Rainho

Música de: Fontes Rocha

 

Lisboa também tem um namorado

E também tem ciúmes como nós

Lisboa quando sofre canta o fado

Com um soluço triste em sua voz

 

Lisboa é namorada delicada

Vaidosa e orgulhosa de assim ser

Lisboa fica às vezes amuada

se o seu amor, amor não lhe oferecer

 

Chama-lhe marinheiro          ­

Fala d'ele na rua

E sente ciúmes dos olhos da Lua

 

Chama-lhe marinheiro

Sem rumo nem rota

Sempre atrás das asas d'alguma gaivota ­

Ele numa onda atira-lhe um beijo

E assim namoram Lisboa e o Tejo

 

Lisboa tem arrufos com o namoro

Se o vê fazer olhinhos às estrelas

E então vai mirando ao miradouro

que não vá o diabo tecê-las

 

Lisboa quando desce uma colina

Para namorar com ele toda se enfeita

Lisboa veste saia de varina

para ouvir os piropos que ele lhe deita

 

Contacto com o autor: clicando aqui
música: Lisboa e o Tejo
publicado por Vítor Marceneiro às 20:00
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