Sábado, 12 de Maio de 2012

VÍTOR DUARTE MARCENEIRO

Chamo-me Vítor Manuel de Azevedo Duarte, nasci em Lisboa no Bairro de Alcântara, em 28 de Abril de 1945, sou  filho do fadista Alfredo Duarte Júnior, e neto do Alfredo Marceneiro.

Com o falecimento de minha mãe aos 5 anos, fui viver para casa dos meus avós, Alfredo e Judite, pelo que se poderá dizer que nasci e fui criado a ouvir Fado.

Nunca fui pressionado para me dedicar ao Fado, antes pelo contrário, era incentivado a estudar e tirar um curso (o Fado não era futuro para ninguém dizia o meu avô).

Desde muito jovem, fui registando sem me aperceber “as vivências do Fado” quando acompanhava o meu avô ou o meu pai, ambos me falavam de Fado, e das suas vivências, a partir dos meus 10 anos o meu avô leva-me praticamente todos os sábados com ele para a sua volta fadista, Bairro Alto, Viela, Alfama e depois Ritz para desfazer a barba, e acabar na Márcia Condença, já gostava de ouvir alguns fadistas,  e fiz desde logo a minha selecção de preferências, que hoje se mantém.

Frequentei os bailes de Lisboa, acho que fui razoável bailarino, adorava ir ao cinema e exibir-me com a minha moto (cheguei a exibir gesso e ligaduras), a minha juventude em nada foi influenciada pelo fado, andei até aos vinte anos noutros fados.

Desde muito jovem que tinha a paixão pela fotografia, (tinha um laboratório em casa), com cerca de 17 anos, fui fotógrafo na Viela, do Sérgio, cantavam lá nessa altura Berta Cardoso e Beatriz Ferreira e o próprio Sérgio, mas esta actividade era paralela à minha profissão ligada aos automóveis, como tinha uma moto ajudava para a gasolina, ser fotógrafo já era o pretexto para andar no Fado, pois eu não cantava e nem tal me passava pela cabeça, mas arranjei muitos amigos no meio, confesso que mais clientes que artistas, e obviamente quando sabiam quem eu era, logo o tema da conversa era o meu avô.

Em Alcântara, onde eu passei a morar com a minha avó Maria (da parte da minha mãe) quando passei a frequentar a Escola Industrial Marquês de Pombal, abre o Restaurante Típico O Timpanas, e vou para lá como fotógrafo, pois era amigo dos donos a família Forjaz de Brito, (O Rui Forjaz de Brito foi o autor do prefácio do meu primeiro livro sobre o meu avô. Ainda em Alcântara logo ao lado do Timpanas, havia também “A Cesária”, onde o meu saudoso tio Carlos parava e quase sempre cantava, que eu comecei a frequentar, era sempre até ás duas e tal da madrugada, de manhã é que era difícil acordar para ir trabalhar, mas nunca faltei aos meus compromissos, mas que houve muitos dias que até parecia que dormia em pé, houve, mas valeu a pena, que saudades.

Só cantei  em público já tinha cerca de 20 Anos, como aliás expliquei  como tudo de passou no meu livro biográfico da Hermínia Silva, e que já aqui foi publicado.VER PÁGINA

Entretanto faço o serviço militar na Arma de Cavalaria –Santarém e Santa Margarida, onde aperfeiçoei  a arte da fotografia e me iniciei com no Filme, isto porque, embora a minha especialidade fosse Carros de Combate M-47, o comando  pelas minhas aptidões nos audiovisuais, nomeia-me responsável pelo departamento de Fotocine do quartel.

Mal acabei o serviço militar tive uma experiência curta como profissional de Fado no Restaurante Típico Luso, ao lado de Tristão da Silva, Augusta Ermida e Plínio Sérgio.

É por esta altura que gravei a solo e em dueto com meu avô e com meu pai, para as editoras, EMI-Valentim de Carvalho e Discos Estúdio do nosso amigo Emílio Mateus.

A paixão pelos audiovisuais leva-me a abandonar a segurança que tinha no ramo automóvel, e a abraçar uma carreira no cinema, bastante mais insegura, mas para mim mais gratificante.

Comecei com Director Comercial, passei a Produtor Executivo, na Cinegra produtora do Magazine Cinematográfico VIP87, do realizador António de Almeida Lopes até Abril de 74.

Como independente fui produtor e realizador do Jornal Cinematográfico “Bric à Brac” e de vários documentários e filmes de publicidade.

Em 1975 entro para o Ministério da Comunicação Social – Instituto Português de Cinema, como Chefe de Produção, mais tarde passo a exercer em simultâneo as funções de Operador de Som, posteriormente e após vários trabalhos inclusive 2 filmes de fundo, passo a Director de Som, vindo mais tarde com a ajuda de uma bolsa de estudo a fazer um o Curso de Engenheiro de Som (3anos) sendo isento de estágio pelo trabalho já feito antes do curso.

Fui ainda correspondente das Televisões

Em 1979, fui produtor e Director de Som no programa de Televisão para a RTP 1, “MARCENEIRO – Três Gerações de Fado”, programa este, onde canto com o pai e meu o avô, merecendo o agrado unânime quer da crítica, quer do público, o programa estreou em 1980 e meu avô vem a falecer em 1982, foi assim o seu último registo em filme.

Em 1991 fui o impulsionador das Comemorações do Centenário do Nascimento de Alfredo Marceneiro, tendo sido convidado por Joaquim Letria para a RTP 1 conjuntamente com meu pai e Carlos do Carmo.

Cantei no programa de fados produzido pela SIC, (o único até hoje) quando do primeiro aniversário desta estação de televisão, a convite do jornalista Vitor Moura Pinto.

Actuei várias vezes na “Grande Noite de Fado” no Coliseu dos Recreios a convite da Casa da Imprensa.

Fui convidado de Herman José no programa “Parabéns” na RTP 1 (1994), onde actuei, assim como de Carlos Cruz no programa “Zona Mais” na RTP 1, por Júlio Isidro para a TVI, e por Teresa Guilherme para a  SIC, nesta conjuntamente com meu pai e já após o falecimento de meu avô

José Lá Féria convida-me a actuar na abertura da emissão em directo da “Grande Noite do Fado emHomenagem a Alfredo Marceneiro” em 1998, para a RTP Internacional e RTP África

Na “Grande Noite do Fado de 2000 e 2001” fui convidado pelo jornalista e Director da Casa da Imprensa José La Féria, para Presidente do Júri. 

Sou o autor dos livros biográficos de meu avô “Recordar Alfredo Marceneiro”(1995) e“ Marceneiro – Os Fados que ele cantou”(2001)

Sou ainda autor e editor do livro biográfico “Recordar Hermínia Silva” (2004)

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Tenho produzido vários Diaporamas sobre Figuras do Fado, que utilizo quer em espectáculos quer em conferências sobre Fado.

Foi convidado de Manuel Luís Goucha no programa “Praça da Alegria” na RTP 1.

Fui o fadista convidado para cantar no VideoClip de promoção do Fado,  para a EXPO 98.

Tenho sido convidado pelas entidades competentes para fazer várias palestras subordinadas ao tema., Histórias para a História do Fado, nos seguintes locais:

Biblioteca Museu da República e Resistência – C.M.L.

Fonoteca Municipal de Lisboa.  

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Fórum Roque Gameiro – C.M. Almada  

Fórum Municipal – C.M. Benavente    

Salão Nobre – Casa da Imprensa

Fórum da Biblioteca Municipal  - C.M. Alenquer  

A Voz do Operário  

Sou sócio fundador da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado “A.P.A.F.” tendo sido recentemente eleito para vogal da direcção.

É Sócio Honorário da Associação Benaventense dos Amigos do Fado.

Fui entrevistado no programa  SIC 10 Horas de Fátima Lopes por ser o ideólogo e principal impulsionador de colocar Lisboa no Guiness Book of Records, como “A Cidade mais Cantado  do Mundo”.VER PÁGINA

Ainda na SIC 1O  Horas, cantei o Fado,  BAIRROS LISBOA, de Carlos Conde e Alfredo Marceneiro. VER PÁGINA

Mereceu ainda um especial  destaque esta iniciativa, tendo tido uma ampla divulgação que em Portugal como em praticamente todo o mundo através da notícia da LUSA pelo jornalista Nuno Lopes.VER PÁGINA

Foi ainda noticia de destaque no Jornal das 9 horas da SIC, e retransmitida na SIC INTERNACIONAL. VER PÁGINA

2006  Apresentei no Museu do Fado Diaporamas sobre Alfredo Marceneiro e Hermínia Silva

2007  Fui o produtor executivo do CD " MARCENEIRO...é só Fado"

VER PÁGINA

e ainda do CD " 3 Gerações de Fado

VER PÁGINA

assim como  o DVD - Alfredo Marceneiro 3 Gerações do Fado.

 VER PÁGINA

 

Geração de Marceneiro  na TVI - Tardes da Júlia.  

http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/237096.html

 

Enaltecer o Fado e os fadista, é a minha aspiração, e por essa razão enquanto faço a recolha dos dados sobre Lisboa, vou fazendo História do  Fado, (lembrando quem o cultivou) mas como é natural e por direito com grande destaque ao meu avô Alfredo Rodrigo Duarte, que é também o meu,  e vosso Alfredo Marceneiro.

Continuo a cantar, não tanto como eu gostaria, mas tenho que entender que não faço parte do "Lobbie". continuo também a fazer palestras e a escrever sobre Fado.

Estive no Canadá,  Brasil a cantar e dar palestras sobre Fado,  recente estev nos Acores na Base das Lajes e na Universidade dos Açores.

 

Vítor Duarte Marceneiro canta:

AMOR É ÁGUA QUE CORRE

Letra de:Augusto de Sousa

Música: Marcha de Alfredo Marceneiro

Gravado ao vivo no Coliseu dos Recreios

 

 

Está em fase muito avançada de  arranque a criação da há muito já idealizada

"ASSOCIAÇÃO FADISTA - ALFREDO MARCENEIRO"

Em breve será anunciada a  metolodogia para angariar amigos/adeptos

 

Contacto com o autor: clicando aqui
Viva Lisboa: Orgulho nas Origens
música: Amor é Água Que corre - Video Clip ao Vivo
publicado por Vítor Marceneiro às 14:00
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19 comentários:
De Viva o Fado a 10 de Outubro de 2007 às 10:31
Realmente o fado é que induca e o livro é que instrói!
De Vítor Marceneiro a 10 de Outubro de 2007 às 19:27
Caro Amigo Viva o Fado
O Fado na realidade educa como toda a forma de expressão de arte, os livros são essenciais. O fado tem um bocadinho mais, mas não atinge todos da mesma forma.
VIVA O FADO
VIVA LISBOA
De Alexandre Magno a 25 de Maio de 2010 às 17:00
Boa tarde, o meu nome é Alexandre Magno, estreei uma obra de nome Além_Tejo sobre o fado, gostaria muito de poder conversar com o senhor Vítor Posso mandar fotos do espectáculo , o texto que escrevi sobre o Além_Tejo , as minhas poucas referencias de vídeo , musicas, documentários , livros.
magno0213@gmail.com
Obrigado pela atenção , e parabéns pelo blog, pelo pai, pelo avo, e por si.
Abraço.
De Rui Verrín a 12 de Outubro de 2007 às 13:31
Caro amigo é o autor do blog, da ideia, da extensa maioria dos textos, publicamente os meus sinceros parabéns!!!!!!!! O seu trabalho é de grande mérito. Devia sair da internet e ser debatido nos Paços do concelho, para todos os lisboetas!
De MCA a 20 de Agosto de 2008 às 12:39
Muito prazer em conhecê-lo. Sou uma admiradora do seu avô e só tenho pena de haver tão poucas gravações em video dele porque, além de cantar maravilhosamente o fado, tinha uma forma única de o «dançar».
Vou fazer uma ligação do meu blogue para o seu (e não espero retribuição...).
De Vítor Marceneiro a 20 de Agosto de 2008 às 15:09
Muito obrigado pelas suas simpáticas palavras.
Terei imenso gosto em fazer o link com o seu blog e visitá-lo .
Só há um DVD do meu avô, que eu produzi para a RTP e que está venda.
No meu blog alfredomarceneiro.no.sapo.pt, tem alguns excertos.
Cumprimentos
Vítor Marceneiro
De maria luisa a 23 de Agosto de 2008 às 00:49
Sr. Vitor Duarte:
Tenho em meu poder uma foto do seu avô (Alfredo Marceneiro) ao lado de meu Pai (Paulo Luis Gaitto Parreira Rocha, já falecido) num bar-café em Lisboa que desconheço. Estão também presentes: Alberto Costa, António Pessoa e António Bessa. Gostaria muito que me ajudasse a identificar o local e caso esteja interessado, responda-me que enviar-lhe-ei a fotografia. Obrigada. (Maria Luisa)
De maria luisa a 23 de Agosto de 2008 às 00:51
endereço: marialurocha@gmail.com
De pedro lopes a 7 de Setembro de 2008 às 00:26
Parabens Vitor Duarte pelo seu fado de fadista,que muito faz lembrar seu AVO e PAI.
Desejo muitas felicidades e saude e que sua voz seja mais rica no fado.
pedro lopes
De Jose Godinho a 4 de Fevereiro de 2009 às 06:25
Caro Vitor Duarte: Foi um prazer encontrar este Teu Blog.
É sempre com satisfação, que Te ouço Cantar - dirigir Tecnicamente espectaculos - apoiar Outros apreciadores de Fado- contactar com as Tuas actividades em prol do Fado - nas Tuas Tradições Familiares, como Artista, Escritor e como Musicologo.
Relembro os Bons "Velhos" Tempos, em que de noite, no Teu -Fiat 600- ...chegavas ao "ARREDA" ...em Cascais, ...com O Teu Saudoso Avô -Alfredo Marceneiro- que ia cantar acompanhado, á Guitarra, pelo Zé Pracana ...e Outros...
Até ...sempre...onde houver Fado....
Um Abraço Fadista do José Godinho
De Vítor Marceneiro a 4 de Fevereiro de 2009 às 10:20
Amigo José Godinho
Obrigado pelas tuas palavras e por teres escrito.
Que saudades desses tempos, grandes noitadas, recordas-te? - Era no tempo em que Alfredo Marceneiro era o autor do Fado Versículo.!!
Um abraço
Vítor
De luis filipe barros a 2 de Março de 2009 às 15:49
Amigo Vitor,obrigado pela presença na 1 tertúlia sobre o fado no passado dia 26/02 2009,em Alfama, no restaurante"a Marítima das Colunas".os fados que cantaste, foram do agrado de todos. Obrigado Luís Filipe Barros.
De Paula Gago a 15 de Junho de 2009 às 18:57
Fiquei sem palavras, este blog esta realmente um espanto. nota 10
De Joaquim Cardoso a 17 de Outubro de 2009 às 13:10
Meu Amigo Victor Duarte;
É um prazer falar consigo, embora por escrito, sinto-me muito honrado.
Desde menino que sou um apaixonado do Fado,e sinto por todos aqueles que o vivem e
setem apaixonadamente, uma admiração e estima muito profunda.
Ao longo da minha infancia e juventude vivi e passei muitas horas do dia a ouvir os grandes nomes do Fado principalmente através das radios....era uma alegria imensa quando ouvia os fados desses grandes fadistas da época!.. Tantos e tão bons ! Que formas tão bonitas de interpertar o fado , que seram eternamente o maior marco da historia do fado.
Mas , havia o ALFREDO MARCENEIRO!...
Que postura: O estilo, a voz, a personalidade, a simplicidade,o encanto , a duçura das palavras, a realidade pura do FADO.
FOI E SERÁ PARA SEMPRE A MINHA GRANDE REFERENCIA.
Não tive o gosto de o conhecer pessoalmente, seria a minha grande alegria na vida,porém
o facto de estar aqui neste momento a falar consigo já me deixa muito feliz.
Muito feliz também porque , não tendo conhecido o seu Avô tive a felicidade de conhecer seu Pai em Freamunde e em Lisboa.
Era tambem uma figura do fado muito fascinante e singular.
Falava-me muito de si : O meu filho Victor!...
Dou-lhe os meus parabens pelo trabalho que tem vindo a desempenhar em prol do nosso Fado.
Gostaria de o conhecer pessoalmente , podere-mos conversar mais vezes e um encontro poderá acontecer.
Até breve, um grande abraço: Joaquim Cardoso .
Sra. Aparecida-Lousada

De Vítor Marceneiro a 17 de Outubro de 2009 às 16:07
Caro Amigo

Logo hoje no dia que acabei de fazer 400.00 visitantes, recebi o seu fantástico comentário, muito obrigado, creia que a honra é toda minha e os louros são para o meu pai e avô.

O meu mail para os amigos é marceneiro@sapo.pt. O telefone de casa é 261943306, o telemóvel é 965240817, quem sabe se o meu amigo vem a Lisboa ou vou eu ao Porto, e assim poderíamos dar-mos um abraço pessoalmente.

Um abraço Fraterno

Vítor Marceneiro

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