Fadista há já cerca de 45 anos, começou como amador nas noites fadistas de Estoril e Cascais, vem a tornar-se profissional obtendo grande aceitação, quer pelo seu brio profissional quer pela sua simpatia pessoal.
Tem vários trabalhos discográficos, mas é curioso que o seu maior êxito não é num fado clássico, mas sim com uma canção popular “Coentros e Rabanetes”
Percorre as comunidades dos emigrantes portugueses no Mundo onde obtém assinalável êxito.
Em Birre explorou durante vários anos o “Restaurante com Fados – Forte D. Rodrigo, aquele que deve ter sido o último reduto fadista de Cascais
Apraz-me realçar, que para além do aspecto artístico é um bom amigo, um bom conversador com quem se gosta de conviver
Amigo Vitor, permita-me este tratamento, para lhe dar os parabéns pelo seu blog, que além de abordar o tema principal que é Lisboa, aborda também o Fado. Ultimamente referiu o Mauricio e o Rodrigo, dois nomes que me são particularmente queridos, pelo muito que representam para o fado, e porque sou admirador de ambos. Curiosamente, parece-me que ambos se encontram algo esquecidos, pelo que não será demais lembrar, o muito que o fado deve a esse grande senhor, que é o Rodrigo, que , além de grande interprete, e conhecedor de fado e da sua história, faz com muita coragem, ouvir a sua voz, "levantando-se", contra aqueles que pretendem ser os senhores ( e senhoras...) absolutos do fado, sendo alguns tão novinhos, e tendo tão pouco tempo de fado, e de vida, que muito teriam a ganhar se aprendessem algo com esse grande senhor do Fado que é o Rodrigo.
Inteiramento de acordo, meu amigo Zé do Fado. Isto agora está na moda para quem sabe "furar" não interessa saber cantar o Fado, para o cantar é preciso ter alma, parece que ultimamente basta cair nas graças ou nos lençóis , alguns, porque não há dúvida que tem aparecido gente com valor, passam é de aprendizes a mestres. Um abraço meu querido amigo Zé do Fado e aquele abraço se o vir por aí "O Fado" Vítor Marceneiro