Quarta-feira, 21 de Março de 2007

APAF - Relembra Artur Ribeiro

http :/ pwp.netcabo.pt apaf
apaf @netcabo.pt
 
Jantar – Tertúlia - dia 25 de Março 2007- a APAF Relembra o poeta Artur Ribeiro
A Direcção da A.P.A.F ., convidou a sua associada Regina Aguilar Gonçalves que irá defender uma tese de mestrado na Universidade Nova de Lisboa, sobre o poeta Artur Ribeiro, a participar no jantar, elucidando os presentes sobre as suas investigações, e que poderá ser consultado mais pormenorizado no  blog:  http :/ arturribeiro.blogspot.com /
 Por já não se de especial relevância   o destaque dado a este assunto até à data do  evento, retiro a notícia inicial referente ao jantar e passo a transcrever nos comentários a noticia da Lusa, o meu mail à investigadora e a sua resposta, que foram trocados logo após a notícia da Lusa, não o fiz antes da palestra  pois não queria de forma alguma opinar fosse o que fosse publicamente sem estar mais documentado, mas o meu mail punha algumas questões que acho pertinentes, o mail de resposta da investigadora deixo a análise ao critério de quem o ler e analisar.
Não pude estar presente no jantar da APAF , portanto não poderei pronunciar-me sobre o debate.
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publicado por Vítor Marceneiro às 15:45
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11 comentários:
De MJ- Lisboa a 22 de Março de 2007 às 10:32
Caro Blogista.
Acho que ao fazer esta publicidade fora do contexto do que se propoe, me abriu o caminho para poder falar da APAF, o que desde já lhe peço desculpa
Já tinham feito uma palestra sobre Artur Ribeiro segundo parece, a tese da Senhora pelo que aqui leio será dum interesse relevante para o Fado e para o conhecimento de Artur Ribeiro? , fui consultar o blog, e vejo que a a conversa é sempre a mesma.
Sem tirar o valor que tem Artur Ribeiro, e que todas a s homenagens que lhe possam fazer são bem vindas, mas nesta altura não seria mais importante ouvir a "restrita" APAF, falar do caso SAURA, parece que os respeitáveis Castros são conselheiros da Casa do Fado. Bem talvez me esteja a precipitar e a seguir vão homenagaero Conselheiro e mentor de Saura pela parte do Milhão de Euros Portugueses, o sr Carlos do Carmo.
Você segundo me consta também é sócio, para além do que aqui já denunciou e muito bem, o que é que fez mais, como vai ser tratada a figura do seu avô, o plano que está programadodele nem sequer é a cantar é pois uma forma incluir a Lucilia do Carmo à pressão, e a Hermínia, a Berta, a Beatriz, o Mauricio, etc.. (grandes amigos do fado!)
Bem desabafei muito mais teria para dizer, mas por agora é tudo vê-mo-nos no jantar?
Parabéns pelo trabalho ( aliás veriquei que você tem uma recepção fantástica dos seus pares) no boletim está bem em destaque.
O Nuno Lopes, aos quesitos disse nada, quem condegui também identifcar foi o nome do Artur Antunes, do Armindo Rosa e a APAF, a dizer em cima do que você faz, que já fez!
MJ - Lisboa
De Vítor Marceneiro a 22 de Março de 2007 às 12:22
Meu caro/a

Obrigado por colaborar, mas só me pronuncio sobre o anúncio do Jantar, acho que é do interesse do Fado e dos fadistas estas tertúlias, na realidade não vou poder estar presente, mas acho que vai ser interessante, espero que o debate sela elucidativo, para mim já falar de Artur Ribeiro é mérito.
Quanto ao Saura , o que quer que eu lhe diga, já aqui alguém e com se pronunciou, dizendo
O REI VAI NU.
Mas penso que alguém terá que prestar contas, não de dinheiros , mas sobre o que se vai fazer ao Fado.
Fui profissional de cinema durante muitos anos e devo-lhe dizer que desta última geração de realizadores nenhum é "fadista" ou pelo menos "sente o Fado", senão o Sr. Saura não vinha fazer o filme com a nossa benesse, aliás contou-me um amigo que perguntou a um Conselheiro do Museu do Fado, porquê um realizador espanhol, ao que ele lhe retorquiu : — Conhece alguém melhor!
Cumprimentos
De Flores de Verde Pino a 28 de Março de 2007 às 19:58
Descrito pela Agência Portuguesa de Notícias, Lusa, nomeadamente num texto assinado à cabeça pelo
jornalista Nuno Lopes, o filme de Saura é lamentável, absolutamente. Resta saber se o meio fadista toca a reunir.
De MJ a 29 de Março de 2007 às 12:46
Se reparar eu façoa uma observação acerca da posicão de Nuno Lopes, eu não vi nada mas se calahar não tenho acesso às suas fontes.
Porque é que ele não toma aqui uma posição? Para mim em relaão ao filme "aos quesitos, disse nada)
MJ
De Nuno Lopes a 27 de Março de 2007 às 12:33
Sra ou Sr MJ
Por não entender a sua mensagem, e abstenho-me de outros comentários, queria me me explicasse esta parte: "O Nuno Lopes, aos quesitos disse nada" , francamente nnão entendo nem noto qaulquer ligação com a sua mensagem. A que quesitos? Agradeço que responda.
De MJ a 29 de Março de 2007 às 12:39
M de Maria J de Jesus
Meu caro Nuno Lopes, sou uma admiradora sua, o que logicamente me leva a criticá -lo se pensar (tenha ou não razão) que o merece.
Sabe bem a que me estava a referir, revi todo este trabalho, li todos os elogios e críticas, e achei estranho a falta de (abertura de espírito) de muita gente que tenho ouvido falar e não vejo aqui qualquer opinião das mesmas, enfim o autor do blog l á ter á a sua opinião.
Vi a sua notícia sobre este trabalho como jornalista , que é deveras bem feita e acima da " notícia" pareceu-me que lhe ali um toque de admiração pessoal.
Mas depois não vi mais nada!
Também não percebo o Dr. Castro, e a mulher, ser à que eles nunca viram este trabalho? Sendo o autor um membro da APAF , que fala na Associação como se tem visto, também a APAF tem uma parte do mérito, será que não têm computador?
Ou então e aí dou o braço a torcer o autor do blog não dá hipóteses a ninguém de colaboração ?
Espero ter respondido, à sua questão.
Continue a divulgar o Fado e os Fadistas, que eu continuarei a admirà -lo e a criticà -lo se for caso disso. MJ
De Nuno Lopes a 29 de Março de 2007 às 15:24
Exma. Sra.
A notícia é uma notícia, tanto mais de uma agência, ora tem ser o que no jornalismo chamamos "pura e dura", sem simpatias ou dessgrados (tenta-se pelo menos). Não querendo aqui filosofar sobre a minha profissão - aliás farei uma palestra em Junho na SPA sobre estas questões - discordo que tenha notado admiração ou simpatia, limitei-me a ler o guião que obtive em 1ª mão, e a passá-lo em notícia o mais suscinto e factual possível. Não cabe a um jornalista juízos de valor esses são dos críticos e estudiosos, que não é o meu caso.
Relativamente à APAF a Associação responderá atarvés da sua direcção onde além de mim estão, entre outros, o autor deste blog.
Relativamente a este parágrafo - "Também não percebo o Dr. Castro, e a mulher, ser à que eles nunca viram este trabalho? Sendo o autor um membro da APAF , que fala na Associação como se tem visto, também a APAF tem uma parte do mérito, será que não têm computador?" - Acho que não devo responder. Se tiver outras sugestões contacte-me sff: nlopes@lusa.pt . Aproveito para lhe agradecer as simpáticas palavras e também o chamado de atenção, "críticas" como diz. As críticas ajudam-nos sempre a crescer.

De Vítor Marceneiro a 26 de Março de 2007 às 09:07
Lisboa, 07 Mar (Lusa) – O percurso de Artur Ribeiro, autor de mais de 1.000 letras de fados e canções, entre as quais “Nem às paredes confesso”, é objecto de uma tese de doutoramento que será defendida na quinta-feira na Universidade Nova de Lisboa.
A tese, de autoria de Regina Gonçalves, intitula-se “Fiz leilão de mim: A carreira de Artur Ribeiro no Portugal do Estado Novo”, um título que recupera um poema de sua autoria que Max popularizou.
Ainda recordado como cançonetista de sucesso no princípio da década de 1960 e na seguinte como fadista, Artur Ribeiro seguiu uma carreira que “obedeceu às regras do Estado Novo sob o qual se desenvolveu”, explicou à Lusa a investigadora Regina Gonçalves. “Das 1.000 letras declaradas na Sociedade Portuguesa de Autores nenhuma foi cortada ou mexida pela Censura política que vingou em Portugal até ao 25 de Abril de 1974”, disse a investigadora.
Para Regina Gonçalves, Artur Ribeiro “esforçou-se por ser aceite por todos”.
“Artur Ribeiro – referiu - é um poeta popular, sendo a mulher
o tema mais abordado, e há alguns poemas de carácter mais autobiográfico, nomeadamente ‘Fiz leilão de mim’ e ‘Eu nasci amanhã’” .Artur Ribeiro assinou letras que ainda hoje são cantadas, nomeadamente “Rosinha dos limões”, “A fonte das sete bicas”, “Sete saias”, “Cachopa do Minho”, “Pauliteiros do Douro”, “Adeus Mouraria”, ou “Lisboa à meia-noite”.
Em declarações à Lusa, a investigadora afirmou que a sua tese procura compreender “uma drástica mudança que aconteceu a dada altura «no repertório de Artur Ribeiro”.
“O repertório do artista entre 1949 e 1966 – explicitou – é diferente do período 1967 a 1978. Pareceu-me interessante descobrir porquê. Para perceber as razões dessa mudança decidi observá-las em vários contextos em relação ao indivíduo, e em relação à sociedade”.
Artur Ribeiro escreveu essencialmente entre 1949 e 1978, dividindo-se a sua produção em música ligeira, a que o próprio autor chamou “diversos” (canção popular, marchinha, bolero, samba, “slow”, valsa e baião) e canções regionais (rabela, bailinho, vira, baile de roda, chula e “fado-canção”), isto entre 1949 e 1967, precisou a investigadora.
A partir de 1967 e até 1978 compôs quase exclusivamente “fado tradicional”.
Em finais da década de 1960, Artur Ribeiro “perde popularidade na rádio e desloca-se para Madrid onde vai dirigir artisticamente e cantar num restaurante”.
“Regressa então a Lisboa onde faz todo o seu percurso nas casas de fado e daí a sua opção por escrever essencialmente para fado tradicional”, referiu.
A pesquisa de Regina Gonçalves levou-a a procurar a família de Artur Ribeiro e a falar com várias pessoas que o conheceram, mas também, num plano “mais ortodoxo”, a arquivos e bibliotecas.
Contava analisar apenas a carreira fadista de Artur Ribeiro, mas, com o avançar da investigação, optou por “uma abordagem do seu perfil biográfico e artístico que se enquadra do Estado Novo”.
A defesa de tese será quinta-feira no Auditório 1 da Faculdade
de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sendo o
júri académico constituído por Salwa Castel-Branco, João Soeiro
Carvalho, que foi seu orientador de tese, e Susana Sardo.

NL.
Lusa/Fim
De Vítor Marceneiro a 26 de Março de 2007 às 09:09
Cara Regina Gonçalves

Mail enviado em 07/03/07, Vítor Duarte <marceneiro@sapo.pt> escreveu:
Ao ler a notícia da Lusa, tomo a liberdade de lhe escrever algumas palavras, que creia não tem qualquer intuito destrutivo, mas porque sou um apaixonado por estas coisa do fado, costumo dizer que já nasci infectado pelo "VIRUS ESTIRPE I DO FADO"
Deu-me a sensação que considera Artur Ribeiro um homem do regime do Estado Novo só porque não teve letras censuradas.(era o regime em que viveu a sua vida artística) como muitos outros.
Assim tomo a liberdade de lhe perguntar se estudou como funcionava a censura no Fado?

Até finais dos anos cinquenta os artista tinham que ter um "Dossier" com o seu repertório aprovado pela censura, funcionava da seguinte forma, esse dossier estava sempre na posse do artista quando cantava em casas de fados ou noutros espectáculos públicos.
Algumas censuras eram tão estúpidas que veja que até que a Casa da Mariquinha foi censurada.
Tive o privilégio de conhecer e ser admirador desde muito miúdo de Artur Ribeiro, na altura em que a minha formação de cidadão, ao ficar consciente da sociedade em que vive começa a "querer respostas", tive muitas conversa com Artur Ribeiro, sei que há letras dele que nem sequer chegou a registar, pois sabia que não passavam na censura.
A partir do inicio dos anos sessenta deixa de haver a censura prévia, mas continua a haver a repressão, pois agora é só após a Gravação, (ou seja já depois de editado e muitas vezes já à venda ao público), podia haver um senhor (da DGS ou mesmo da EN) que por alguma razão achava que o que estava a ouvir era contra os valores instituídos, e a DGS mandava retirar todo o material do mercado.(aliás esse trabalho era feito por muitos Senhores da Rádio)
Artur Ribeiro em 1972 faz-me um poema que afirmou ser a forma como me via pelas conversas e discussões que tinha com ele, e gravei esse número para VC, tinha o título: "Ser mais um entre tantos" que passado pouco tempo do seu lançamento fui gentilmente convidado pelo Sr. Inspector Rosa Casaco, para ter uma conversa comigo sobre esse tema. (já agora explico porque foi um quadro deste calibre que me entrevistou, por palavras suas:
— Sou amigo do Amadeu Ferrari (pai do repórter fotográfico de “A Bola” Nuno Ferrari), já me falou de si um dia que o vi lá na loja dele, e como sou um admirador do seu avô, quis ter o prazer de o conhecer pessoalmente, e como se trata de um assunto melindroso, quero ouvir de viva voz a sua versão.
No caso do poema do Artur Ribeiro. o que incomodava os "Senhores" eram estas frases, "Seguir religiões das quais não sou devoto..." e "Ser vela deste mar onde não sopram ventos" ou “Ser deste mundo incrível de gente introvertida, que deixa pregar santos”, enfim como deve calcular estas frases estavam dentro do contexto de todo o poema. Com algum charme e persuasão e após algum debate consegui demovê-lo da retirada do disco.
Acabou por ser proibido de ser passado na Rádio Renascença e na Emissora
Nacional por decisão dos Directores de Programas.
Fazer 1.OOO ou mais poemas e registá-los não era por si só caso para ser censurado, nem todos foram gravados ou cantado, assim nem todos tiveram a notoriedade que levasse algum elemento da censura a intervir, ou mesmo que algum "bufo" a denunciar.
Não a maço mais desejo-lhe muitas felicidades na sua tese.
Aproveito para a informar que tenho um blog Lisboa no Guiness,
http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt , em que Artur Ribeiro é considerado por
mim um dos poetas de que melhor escreveu sobre Lisboa, e está em curso o
pedido à CML, a medalha de ouro da Cidade a título póstumo e uma Rua com o
seu nome.

Atentamente
Vítor Duarte Marceneiro
De Vítor Marceneiro a 26 de Março de 2007 às 09:11
-----Mensagem original-----
De: Regina Gonçalves [mailto:reginezap@gmail.com]
Enviada: quarta-feira, 7 de Março de 2007 15:43
Para: azevedoduarte@sapo.pt
Assunto: Re: Artur Ribeiro

Boa tarde Victor,

Agradeço o seu mail, as suas observações e opiniões que me são muito úteis.
Infelizmente, não posso defender-me da noticia da Lusa, pois ainda não tive a oportunidade de a ler, nem a tenho acesso. Se me poder enviar via mail esta notícia para eu poder ler, agradecia.
Fui "entrevistada" (via telefone) por Nuno Lopes há dois dias que me fez então algumas perguntas relacionadas à dissertação de tese em torno da personalidade de Artur Ribeiro.
Pelo facto de ser franco-portuguesa (enfim sou francesa de ascendência portuguesa) talvez não me tenho exprimido bem. Tenho de dizer que não considero e nunca considerei o Artur Ribeiro um homem do Estado-Novo, e aprecio muito as suas canções pois foi o meu pai que me cantava as suas canções quando eu era criança e eu memorizei-as ao longo dos anos e essas canções fazem parte da minha vida musical. Também não confirmei ao jornalista acima referido que nenhuma letra de Artur Ribeiro foi censurada pois nunca tive acesso a este tipo de informação de forma segura. Simplesmente, observei na SPA que entre as novecentas e muitas letras dele que deram entrada à SPA pareceu-me -na suposição- que nenhuma tenha tido o problema da censura, ou pelo menos não tive acesso à essa informação. Igualmente não sei como funcionou a censura no mundo do fado, não fiz esta investigação por não ser o problema principal da dissertação (o problema principal desta tese é de descobrir porque Artur Ribeiro mudou o seu repertório para o fado tradicional?), mas se quiser informar-me sobre esse assunto da censura no fado agradeço, pois gosto de aprender.

Eu nunca cheguei a conhecer o artista em questão por ser ainda jovem (tenho 30 anos) e por viver em Portugal só desde do ano 2000, ou seja 12 anos após a morte do artista.
Também observei que Artur Ribeiro, bem como outros artistas, foi um artista que viveu sob o regime do Estado-Novo daí o título da tese para poder situar, no tempo, em que altura este artista viveu, e não para o considerar um homem do regime do Estado-Novo. Peço desculpa para a confusão.
No entanto, na análise da sua obra observei - estudando em paralelo as regras da Cultura Popular então criada pelo regime político em questão- que ao criar as suas canções Artur Ribeiro não fugia (ou não podia fugir) às regras dessa Cultura (o que acho ser muito triste, pois o artista deve ter a liberdade de exprimir-se). Mas enquanto investigadora num trabalho científico não podemos exprimir a nossa própria opinião mas sim apontar e observar os factos e formular hipóteses.
Se o Victor conheceu bem o artista, tenho pena não me ter encontrado consigo na altura da investigação (algures entre 2002 e 2006) porque certamente podia ter-me ajudado em vários aspectos.

Eu já conhecia o seu projecto de Lisboa no Guiness através de Daniel Gouveia, e fico mesmo feliz de saber que está em curso o "pedido à CML, a medalha de ouro da Cidade a título póstumo e uma Rua com o seu nome" e espero que se concretiza brevemente. Penso que Artur Ribeiro bem merece.

Já agora, se quiser assistir à defesa da minha tese, está convidado (tal como convidei outras pessoas mais ou menos ligadas ao artista Artur Ribeiro), e terá lugar no auditório 1 (torre principal, piso 1) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (da Universidade Nova de Lisboa) av. de Berna às 14h30 . E terei todo o gosto em conversar consigo depois do exame, ou mesmo numa outra altura, como queira.
De Flores de Verde Pino a 28 de Março de 2007 às 20:00
Já há muito devia haver uma rua de Lisboa, na zona histórica, que ostentasse o nome de Artur Ribeiro, só nesta terra não prestam o devido tributo nem antes nem depois de morto a valores da cultura!

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